This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
Thoughts. Our minds are flooded with them at all times throughout the day. Our brain works by bringing about a fusion of synapses where they all orbit, making us architect concepts, ideas, and thoughts that are later translated into actions. On the other hand, the frenetic pace of daily life tends to distance us from this place that is essential to us. Amidst daily tasks, thinking beyond our obligations is a constant reflection.
However, when we are alone with our thoughts, it can mean that we are entering a danger zone. Depending on the thoughts being processed in the silence, the noise can be deafening to the point of becoming unsettling and bringing consequences (both psychological and physical). Thinking is an extremely powerful act, and it is enhanced when we do it amidst the calmness of our surroundings.
Therefore, it is important not only to think, but to filter thoughts to prevent them from becoming a kind of "minefield". Even without realizing it, we can put ourselves inside "cages" where external perception is often necessary for us to find the keys to free ourselves. In other words, it is easier to enter than to leave. The act of thinking is essential, but it can be a little treacherous when not properly domesticated.
Although we cannot level the weight of each thought, we can try to "define" an order about what to think about and when to think about it. Silence becomes an open field for different possibilities, but even so, it is possible to bring a kind of mental organization about what we prioritize. The transparency of ideas brings us clarity, and thus, the light on thoughts becomes stronger to the point of making us see some possible traps better.
Once aware of what we think, and especially how we think before speaking or doing something, we understand that this sometimes-dreaded danger zone is part of our maturation process. Calm waters don't make good sailors, and that's true. Swimming against the tide is sometimes necessary... As is facing some "inhospitable" thoughts (so to speak). Dealing with thoughts may not be an easy task, but it is essential.
La zona de peligro.
Pensamientos. Nuestras mentes se inundan de ellos a lo largo del día. Nuestro cerebro funciona mediante la fusión de sinapsis, donde todos orbitan, permitiéndonos construir conceptos, ideas y pensamientos que luego se traducen en acciones. Por otro lado, el ritmo frenético de la vida diaria tiende a alejarnos de este espacio esencial. En medio de las tareas cotidianas, reflexionar más allá de nuestras obligaciones es una constante.
Sin embargo, cuando estamos a solas con nuestros pensamientos, podemos entrar en una zona de peligro. Dependiendo de los pensamientos que procesamos en silencio, el ruido puede ser ensordecedor, llegando a ser perturbador y acarrear consecuencias (tanto psicológicas como físicas). Pensar es un acto sumamente poderoso, y se potencia cuando lo hacemos en la calma de nuestro entorno.
Por lo tanto, es importante no solo pensar, sino también filtrar los pensamientos para evitar que se conviertan en una especie de "campo minado". Incluso sin darnos cuenta, podemos encerrarnos en "jaulas" donde la percepción externa suele ser necesaria para encontrar las llaves que nos liberen. En otras palabras, es más fácil entrar que salir. El acto de pensar es esencial, pero puede ser un tanto traicionero si no se cultiva adecuadamente.
Aunque no podemos igualar el peso de cada pensamiento, podemos intentar "definir" un orden sobre qué pensar y cuándo hacerlo. El silencio se convierte en un campo abierto a diferentes posibilidades, pero aun así, es posible establecer una especie de organización mental sobre nuestras prioridades. La transparencia de las ideas nos aporta claridad, y así, la luz sobre los pensamientos se vuelve más intensa, permitiéndonos ver mejor algunas posibles trampas.
Una vez conscientes de lo que pensamos, y especialmente de cómo pensamos antes de hablar o actuar, comprendemos que esta zona de peligro, a veces temida, forma parte de nuestro proceso de maduración. Las aguas tranquilas no hacen buenos marineros, y eso es cierto. A veces es necesario nadar contra la corriente... Al igual que enfrentarse a algunos pensamientos "hostiles" (por así decirlo). Lidiar con los pensamientos puede no ser tarea fácil, pero es esencial.
A zona de perigo.
Pensamentos. Nossas mentes são inundadas por eles em todos momentos ao longo dos dias. Nosso cérebro funciona trazendo uma fusão de sinapses onde todos eles orbitam, nos fazendo arquitetar conceitos, ideias e pensamentos que são posteriormente traduzidos em ações. Por outro lado, o ritmo frenético do dia-a-dia tende a nos afastar desse lugar que é essencial para nós. Em meio as missões diárias, pensar para além de nossas obrigações é uma reflexão constante.
No entanto, quando estamos sozinhos com nossos pensamentos, isso pode significar que estamos entrando dentro de uma zona de perigo. Dependendo dos pensamentos que estão sendo processados no meio do silêncio, o barulho pode ser ensurdecedor a ponto de se tornar inquietante e trazer consequências (tanto psicológicas quanto físicas). Pensar é um ato extremamente poderoso, e é potencializado quando o fazemos em meio a calmaria do que está ao nosso redor.
Sendo assim, é importante não apenas pensar, mas filtrar os pensamentos para evitar que eles se tornem num tipo de “campo minado”. Mesmo sem perceber, nós mesmos podemos nos colocar dentro de “gaiolas” onde muitas vezes uma percepção externa é necessária para que consigamos encontrar as chaves para nos libertar. Em outras palavras, é mais fácil entrar do que sair. O ato de pensar é essencial, mas pode ser um pouco traiçoeiro quando não muito domesticado.
Embora não consigamos nivelar o peso de cada pensamento, podemos tentar “definir” uma ordem sobre o que pensar e quando pensar. O silêncio se torna um campo aberto para diferentes possibilidades, mas ainda sim, é possível trazer uma espécie de organização mental acerca do que nós priorizamos. A transparência das ideias nos traz clareza, e assim, a luz sobre os pensamentos se tornam mais fortes a ponto de nos fazer enxergar melhor algumas possíveis armadilhas.
Uma vez ciente sobre o que pensamos, e principalmente como nós pensamos antes de falar ou fazer alguma coisa, nós entendemos que essa por vezes temida zona de perigo faz parte do nosso processo de amadurecimento. Águas calmas não fazem bons marinheiros, e isso é verdade. Nadar contra a maré as vezes é necessário... Assim como encarar alguns pensamentos “inóspitos” (por assim dizer). Lidar com pensamentos pode não ser uma tarefa fácil, mas é algo essencial.