This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
There is no doubt that football remains the most popular sport in the world. Although over the years (and slowly) other sports have been climbing the ladder of popularity (and preference) of people who until then did not look to the sides and only saw the straight line of football, none of them compare to what is done by this sport (which, incidentally, moves not only emotions... but also a lot, a lot of money). On the other hand, the hegemony of this sport may be numbered... And the fall may come precisely from the top.
This year, another World Cup is about to happen, and as usual, the Brazilian national team is expected to be in the competition. Being (until now) the only five-time world champion team, Brazil will once again take the field to try to win its sixth title. However, without the clear favoritism it once had... And which it hasn't had for a while now. Over the years, we have had less and less prestige in this segment.
The weight of this change in recognition is due to what football has become, losing its sporting essence to give way to the predatory capitalism created (and imposed) by the CBF, which, incidentally, is fueled by the vicious circle that all the most famous players have established as an extra way to make money: acting as advertising figures. Here in Brazil, this "line of work" is growing... Putting the essence of this famous sport aside. The game is no longer about love, respect, or even admiration... It's simply about how much money can be made.
This upcoming World Cup will be the best (and saddest) example, where what should matter most (which is a more faithful look at football itself, and how it truly unites people from different social, cultural, and political "layers") will be sidelined in favor of how much money can be made through the various types of marketing actions that will be created, established, and implemented through the power of social media.
Unlike what was seen a few decades ago, football today is not played as a sport... But rather, played as an opportunity to achieve stardom for the wrong reasons. (because, you don't need to be a good player these days to get media attention... you just need to be involved in some kind of scandal that is financially profitable for both sides). The football market is one of the rottenest and psychologically damaging "sporting distortions" we have today, capable of "brainwashing" millions of people who seem to ignore any sense of reality.
La esencia del fútbol se ha perdido.
No cabe duda de que el fútbol sigue siendo el deporte más popular del mundo. Si bien con el paso de los años (y lentamente) otros deportes han ido ganando popularidad (y preferencia) entre quienes hasta entonces solo veían el fútbol como un deporte de primera línea, ninguno se compara con lo que logra este deporte (que, por cierto, no solo despierta emociones, sino que también mueve muchísimo dinero). Por otro lado, la hegemonía de este deporte podría estar llegando a su fin... Y su caída podría venir precisamente desde la cima.
Este año se acerca outra Copa Mundial y, como siempre, se espera que la selección brasileña participe. Siendo (hasta ahora) el único equipo pentacampeón del mundo, Brasil volverá a la cancha para intentar conseguir su sexto título. Sin embargo, sin el claro favoritismo que alguna vez tuvo... y que ya no tiene desde hace tiempo. Con el paso de los años, hemos perdido cada vez más prestigio en este ámbito.
El peso de este cambio en el reconocimiento se debe a en qué se ha convertido el fútbol, perdiendo su esencia deportiva para dar paso al capitalismo depredador creado (e impuesto) por la CBF, que, por cierto, se alimenta del círculo vicioso que todos los jugadores más famosos han establecido como una forma extra de ganar dinero: actuando como figuras publicitarias. Aquí en Brasil, esta "línea de trabajo" está en auge... dejando de lado la esencia de este deporte tan famoso. El juego ya no se trata de amor, respeto o incluso admiración... Se trata simplemente de cuánto dinero se puede ganar.
Esta próxima Copa Mundial será el mejor (y más triste) ejemplo de cómo lo que realmente importa (una visión más auténtica del fútbol y de cómo une a personas de diferentes “estratos” sociales, culturales y políticos) quedará relegado a un segundo plano en favor de la cantidad de dinero que se puede ganar mediante las diversas estrategias de marketing que se crearán, establecerán e implementarán gracias al poder de las redes sociales.
A diferencia de hace unas décadas, el fútbol hoy no se juega como deporte, sino como una oportunidad para alcanzar la fama por motivos equivocados (porque hoy en día no hace falta ser un buen jugador para llamar la atención de los medios; basta con estar involucrado en algún escándalo que genere beneficios económicos para ambas partes). El mercado del fútbol es una de las “distorsiones deportivas” más corruptas y psicológicamente dañinas que existen, capaz de “manipular” a millones de personas que parecen ignorar cualquier sentido de la realidad.
A essência do futebol acabou.
Não há dúvidas de que o futebol continua sendo o esporte mais apreciado em todo o mundo. Ainda que ao longo dos anos (e em passos lentos) outros esportes estejam escalando na escada da popularidade (e na preferência) de pessoas que até então não olhavam para os lados e só enxergavam a linha reta do futebol, nenhum deles se compara ao que é feito por essa modalidade esportiva (que aliás, move não apenas emoções... mas também muito, mas muito dinheiro). Por outro lado, a hegemonia desse esporte pode estar com os dias contados.. E a queda pode vir justamente de cima.
Este ano, mais uma Copa do Mundo está prestes a acontecer, e como de costume, já é esperado ver a seleção brasileira no quadro de competição. Sendo (até então) a única seleção pentacampeã do mundo, o Brasil novamente entrará em campo novamente para tentar ganhar o hexacampeonato. No entanto, sem o franco favoritismo que outrora já teve... E que já não tem mais já faz um tempo. Ao longo dos anos, nós estamos com cada vez menos prestígio nesse segmento.
O peso dessa mudança de reconhecimento se deve ao que o futebol se tornou, perdendo sua essência desportiva para dar espaço ao capitalismo predatório criado (e imposto) pela CBF, que aliás, é fomentado pelo círculo vicioso que todos os jogadores mais famosos estabeleceram como uma maneira extra de fazer dinheiro: atuar como garotos propaganda. Aqui no Brasil, essa “linha de trabalho” está cada vez maior... Colocando em escanteio a essência desse famoso esporte. O jogo agora não é por amor, por respeito ou até por admiração... É simplesmente por quanto dinheiro pode ser feito.
Essa próxima Copa do Mundo será o melhor (e mais triste dos exemplos), onde o que mais deveria importar (que é um olhar mais fiel para o próprio futebol, e como ele realmente consegue unir as pessoas de diferentes “camadas” sociais, culturais e políticas) será colocado de lado em detrimento de quanto dinheiro poderá ser conseguido com os diferentes tipos de ações marketeiras que serão criadas, estabelecidas e colocadas em prática através do poder das mídias sociais.
Diferente do que era visto há algumas décadas, o futebol hoje não é jogado como um esporte... Mas sim, jogado como uma oportunidade de conseguir o estrelado pelas razões equivocadas. (até porque, não é preciso ser um bom jogador nos dias de hoje para ganhar a atenção da mídia... basta apenas estar envolvido em algum tipo de escândalo que seja financeiramente rentável para ambos os lados). O mercado do futebol é uma das “deturpações esportivas” mais podres e psicologicamente danosas que temos atualmente, capaz de fazer uma “lavagem cerebral” em milhões de habitantes que parecem ignorar qualquer senso de realidade.