This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
A song is never just another song when you develop some kind of connection with what you're listening to. The way this happens is never the same, and it's usually very specific from person to person because it depends almost entirely on their personal experiences for the "bridge" to be created and properly established so that all the feelings related to that moment reach a boiling point, to the point of creating an emotional immersion. This can happen much more often than we imagine, and all we need to do is just feel it.
Perhaps the modern music scene can't offer the public (at least not with significant frequency) this kind of experience in the same way as the music of past decades (where everything was better, more relevant, and there was more real connection between musicians and listeners), but the fact is that in both scenarios, when the music "embraces" us to the point of making us reflect on what we are listening to, it's a sign that this bridge has been "built," giving us the clear feeling that we are truly part of that "narrative" we are listening to.
The moments of connection can be as "random" as possible (in every sense). Everything will depend solely on the message written in each lyric, and how each melody "envelops" everything that is being evoked within that sound material. In parallel, on the other side of the waves, listeners open their minds to listen attentively, and when there is a fusion between these two scenarios, the power of music shows its strength on a global level (even with socio-political-cultural "nuances" that, ironically, are part of this powerful artistic segment).
Music recognizes no barriers. Music recognizes no limits. Music recognizes no age, skin color, social class, or any other type of "controversial element"... Everything that music can offer can be felt by anyone. However, it is necessary to be willing to listen to this type of art with a heightened commitment, because without due attention, music becomes just a jumble of purely entertaining "noise" where what matters is only the dynamics of the noise itself. While this isn't a problem, the music goes even further.
Cuando la música impacta profundamente.
Una canción nunca es una canción cualquiera cuando se establece una conexión especial con lo que se escucha. La forma en que esto sucede nunca es la misma, y suele ser muy particular para cada persona, ya que depende casi por completo de sus experiencias personales para que se cree y se establezca adecuadamente ese "puente", de modo que todos los sentimientos relacionados con ese momento alcancen su punto álgido, creando una inmersión emocional. Esto puede ocurrir mucho más a menudo de lo que imaginamos, y lo único que necesitamos es sentirlo.
Quizás la escena musical actual no pueda ofrecer al público (al menos no con frecuencia) este tipo de experiencia de la misma manera que la música de décadas pasadas (donde todo era mejor, más relevante y existía una conexión más real entre músicos y oyentes), pero lo cierto es que, en ambos casos, cuando la música nos "abraza" hasta el punto de hacernos reflexionar sobre lo que escuchamos, es señal de que ese puente se ha "construido", dándonos la clara sensación de que formamos parte de esa "narrativa" que estamos escuchando.
Los momentos de conexión pueden ser tan “aleatórios” como se desee (en todos los sentidos). Todo dependerá del mensaje escrito en cada letra y de cómo cada melodía “envuelva” todo lo que se evoca en ese material sonoro. Paralelamente, al otro lado de las ondas, los oyentes abren sus mentes para escuchar con atención, y cuando se produce una fusión entre estos dos escenarios, el poder de la música muestra su fuerza a nivel global (incluso con matices sociopolíticos y culturales que, irónicamente, forman parte de este poderoso segmento artístico).
La música no reconoce barreras. La música no reconoce límites. La música no reconoce edad, color de piel, clase social ni ningún otro tipo de “elemento controvertido”... Todo lo que la música puede ofrecer puede ser sentido por cualquiera. Sin embargo, es necesario estar dispuesto a escuchar este tipo de arte con un compromiso elevado, porque sin la debida atención, la música se convierte en una simple maraña de "ruido" puramente entretenido donde lo único que importa es la dinámica del ruido en sí. Si bien esto no es un problema, la música va aún más allá.
Quando a música bate forte.
Uma música nunca é apenas outra música quando você desenvolve algum tipo de conexão com o que está ouvindo. A maneira como isso aconteça nunca é igual, e costuma ser bem específica de pessoa para pessoa porque depende quase que totalmente das experiências pessoais delas para que a “ponte” seja criada e devidamente estabelecida para todos os sentimentos relacionados a esse momento entrem em estado de ebulição, a ponto de fazer uma imersão emocional. Isso pode acontecer com muita mais frequência do que nós imaginamos, e tudo o que precisamos fazer é apenas sentir.
Talvez o cenário da música moderna não consiga oferecer ao público (ao menos não com uma frequência significativa) esse tipo de experiência da mesma maneira que a música de décadas passadas (onde tudo era melhor, mais relevante e havia mais conexão de verdade entre músicos e ouvintes), mas o fato é que em ambos os cenários, quando a música nos “abraça” a ponto de nos fazer refletir sobre o que estamos ouvindo, é um sinal de que essa ponte foi “construída”, nos trazendo a nítida sensação de que nós realmente estamos fazendo parte daquela “narrativa” que estamos ouvindo.
Os momentos de conexão podem ser os mais “aleatórios” possíveis (em todos os sentidos). Tudo vai depender somente da mensagem que está escrita em cada letra, e como cada melodia vai “envelopando” tudo o que está sendo evocado dentro daquele material sonoro. Em paralelo, do outro lado das ondas, os ouvintes abrem suas mentes para ouvir tudo com atenção e quando há uma fusão entre esses dois cenários, o poder da música mostra à sua força em níveis globais (mesmo com “nuances” sócio-político-culturais que não ironicamente fazem parte desse segmento artístico poderoso).
Música não reconhece nenhum tipo de barreira. Música não reconhece nenhum tipo limite. Música não reconhece idade, cor de pele, classe social ou qualquer outro tipo de “elemento controverso”... Tudo o que a música pode oferecer pode ser sentido por qualquer pessoa. No entanto, é preciso estar disposto a ouvir esse tipo de arte com um comprometimento acentuado, porque sem a devida atenção, a música se torna apenas um amontoado de “barulho” puramente divertido onde o que importa é apenas a dinâmica do barulho em si. Embora isso não seja um problema, a música vai mais além.