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A Indústria Legal de Maconha Agora Tem Sua Própria Criptomoeda: o PotCoin
Os Pais Fundadores norte-americanos, como George Washington e Thomas Jefferson, negociavam em cânhamo. Os fundadores da nova indústria de maconha legalizada dos EUA negociam em PotCoins.
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John Dyer
mar 31 2014, 12:00pm
Os Pais Fundadores norte-americanos, como George Washington e Thomas Jefferson, negociavam em cânhamo. Os fundadores da nova indústria de maconha legalizada dos EUA negociam em PotCoins.
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A mais nova moeda virtual a se destacar desde o Bitcoin tornou-se uma marca conhecida: os PotCoins são utilizados por dispensários de maconha medicinal, produtores da erva, cafeterias do Colorado e outros empreendedores da área, que buscam uma maneira segura de guardar seu dinheiro.
A maioria dos bancos não aceita lucros provenientes da venda de maconha por medo de desobedecer leis federais dos EUA. Então, os negócios relacionados à erva que estão de acordo com leis estaduais acabam acumulando pilhas de dinheiro, que atraem bandidos e levam à violência, como quando sequestradores supostamente cortaram o pênis de um dono de dispensário da Califórnia em 2012, quando ele não pôde ou não quis revelar a localização de suas economias.
Com o Bitcoin, Dogecoin, Litecoin e uma série de outras criptomoedas, os compradores de PotCoin colocam seu dinheiro no ciberespaço.
O valor da moeda — agora menos que 0,002 PotCoins por US$1 — flutua conforme ela é comprada, vendida e negociada, como as ações em Wall Street. Os preços do Bitcoin chegaram a US$1.200 antes de se assentarem em cerca de US$600 na quarta-feira passada, de acordo com a CoinDesk, uma firma de pesquisa do Bitcoin.