Está difícil abrir os jornais ou ler os artigos de "especialistas em investimentos" hoje em dia quando a sua opinião é algo sobre eles nunca estudaram ou investiram que é Bitcoin. É muita asneira falada na mídia, na televisão, no rádio, nos jornais hoje em dia aqui no Brasil e no mundo quando o assunto é Bitcoin.
Hoje a "moda" (com o preço alto e valorização de mais 500% somente neste ano de 2017) é falar que Bitcoin "é uma bolha".
Uma frase prepotente e arrogante que li sobre isso nos jornais eu cito abaixo:
"Essa bolha vai estourar. Disso pouca gente tem dúvida. Mas alguns acreditam que ela ainda vai crescer muito antes disso."
Se vê no argumento acima o desejo ardente dele querer realmente que o Bitcoin seja uma bolha e estoure. Surreal.
Eu ouvi e li isso até de pessoas que investem em Bitcoin há um tempo e não tenho palavras para dizer o quanto essa afirmação é idiota e sem fundamento. Mostra um total desconhecimento do sistema que sustenta essa contra economia que é o mundo das cripto moedas.
Esse medo ou esse desespero que vem dos bancos e dos políticos de falarem que "bitcoin é uma bolha" é compreensível quando entendemos que o Bitcoin é uma ameaça real a esses setores da sociedade que monopolizam o dinheiro e a sua distribuição.
O Bitcoin quebrou o argumento político de que somente o governo pode dar e garantir uma melhor condição de vida aos cidadãos. E isso incomoda os políticos que verão cada vez a sua atuação, com o avanço do Bitcoin, ser resumida a um papel figurativo e inútil na sociedade.
Eles querem e desejam que realmente o Bitcoin seja uma bolha para que ela estourando, aqueles que estavam "fora do seu seio econômico", possam voltar às suas rédeas com eles agora no comando.
Mas, para a infelicidade da mídia, dos bancos e dos políticos, o Bitcoin é um sistema decentralizado que não pode ser destruído, o Blockchain não pode ser hackeado e bolhas não são parte de um sistema econômico construído sob as ideias de livre mercado como é o Bitcoin. Ao contrário, bolhas são historicamente fruto de sistemas econômicos centralizados, monopolizados e controlados pelo estado.