Convenhamos, nunca houve muito sentido para alguns dedicarem tanto tempo à produção de conteúdo em redes sociais, como Orkut, Facebook ou Twitter. São textos até bem criativos, inumeras fotos e um tempo considerável perdido no dia do internauta, geralmente dedicado a uma massagem no ego e nada mais.
O que muitos falham em perceber é que todo esse esforço tem um valor, não deixa de ser um trabalho que é convertido em lucro. Porém, esse lucro jamais alcança o caro internauta, ele não passa de um trabalhador voluntário e um produto (ignorante da sua condição) a beneficiar terceiros, provavelmente já bilionários, no Vale do Silício.
Ainda bem que, ao que tudo indica, essa história pode mudar. Eis que surge no horizonte a ideia de uma rede social livre que remunera seus participantes.