Estou de volta com um podcast sobre astrologia, um assunto que me encanta. Passei um tempo sem postar, as tirinhas tomaram bastante espaço da minha rotina e só agora consegui encaixar um podcast e devo postar mais daqui para frente.
Pra retomar o assunto venho conversar sobre algumas questões que sempre aparecem quando falo sobre astrologia com amigos. Como eu circulo bastante entre ambientes diferentes, sempre há aqueles que acreditam e os que não acreditam em astrologia. E sobre isso quero comentar algumas coisas.
O primeiro é que todas as pessoas que me dizem que não acreditam não costumam conhecer a astrologia além da superficialidade e, muitas vezes, só conhecem a falácia dos horóscopos de jornais. Por isso, pensam que cada um tem um signo, ou no máximo, dois ou três (Sol, ascendente e Lua) e que horóscopo é previsão de futuro. Desconhecem que o mapa astral tem 12 casas, 12 signos, 8 planetas e mais alguns elementos a serem analisados como meio do céu, nodos, lilith e outros que nem eu sei rs. Se fizermos um calculo só com estes elementos para saber quantas possibilidades de combinações existem, temos mais de 1100 - bem mais que 3, certo? Fora as combinações que um planeta pode fazer com outro.
Ainda assim, isso não quer dizer que existem exatos 1100 tipos de pessoas. Isso porque o mapa é uma energia, uma tendencia que influencia nossa vida, mas não a única. Além disso, temos nosso contexto familiar, as situações que nos acontecem, nosso livre arbítrio e sei lá mais o quê. Qual é o peso de cada uma dessas coisas? Sei lá! Só sei que tenho comprovado a pertinência da astrologia mais e mais conforme estudo e faço mapas das outras pessoas, e acredito que falar que não acredita em astrologia é como falar que não gosta de sorvete de pistache sem antes experimentar rs.
Uma outra questão é que, mesmo sem acreditar, ela nos é útil. Sei que já falei isso, mas quero repetir. Os conceitos dos 12 signos foram criados e vem sendo aperfeiçoados desde 4.200 A.C, quando estima-se seu surgimento. A astrologia é só mais um exemplo de forma de raciocínio que usa arquétipos, classificações, categorias para compreender melhor as coisas, assim como isso existe em diversas áreas do conhecimento. Os psicólogos pensam em tipos de personalidades, os coaches classificam talentos diferentes, médicos criam categorias de patologias, enfim. Criar estes "tipos" nos ajuda a entender, mas não é o mesmo que querer resumir uma pessoa a um título, porque ela nunca caberá nele. Mas, saber quais dinâmicas envolvem as energias de cada signos (sentimentos, atitudes, padrões) oferece uma baita ajuda para nos conhecermos. Eu costumo, quando falo de coaching com alguém que não acredita em astrologia, descrever o que sei sobre os signos mas sem falar que estou usando de conhecimentos que obtive da astrologia, e dá bastante certo! hehehe
Escolhi trazer estas questões porque elas sempre circundam a cabeça de quem fala sobre o assunto. Então, aqui estão algumas reflexões para nos ajudar a dissolver alguns nozinhos. Me desculpem, porque acho que o podcast está um pouco confuso no começo, mas acho que consegui deixar mais claro do meio para o final.
Fonte da imagem: [Pixabay](pixabay.com/pt/gato-engra%C3%A7ado-cara-pateta-animal-2483826)
Com carinho,
Barbara
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