It's been a while since the world of cinema has had a competition between such globally acclaimed directors. From time to time this happens, showing us that the strength of the Seventh Art remains unshaken. This year we will have another example of immeasurable quality within this challenging concept, which is the "battle" between three directors who are returning with their new movies, precisely this year: Steven Spielberg, Christopher Nolan and Denis Villeneuve.
Disclosure Day, The Odyssey and Dune: Part Three. Respectively, these are the movies of the directors mentioned above, and I couldn't be more eager to go to the cinema and watch real cinema, in its essence, being made with precision of vision, impeccable technical quality and a cinematic devotion of personal embrace. These three directors are examples of what it is to treat cinema as pure art, bringing reflections of souls on what really matters in the whole.
Perhaps it's still too early to talk about the Oscars, but I have a strong feeling that all three have excellent chances of being considered for nominations next year. Not only in categories like Best Director, but also Best Picture (among other possible nominations). These great comebacks, when they happen, prove to be true "weapons" to show the world what conceptual cinema is, and why they are essential.
I'm really rooting for the success of the three directors and their respective movies, because they are filmmakers that I'm a big fan of and I greatly admire their appreciation for what they do with their projects. The world needs more filmmakers like that, who are present body and soul in their audiovisual adventures, and are not afraid to commit to a cause. The power of cinema always becomes greater when people have the courage to go far beyond what others expect.
Hacía tiempo que el mundo del cine no presenciaba una competencia entre directores tan aclamados internacionalmente. De vez en cuando, esto sucede, demostrando que la fuerza del Séptimo Arte permanece inquebrantable. Este año tendremos otro ejemplo de calidad inconmensurable dentro de este desafiante concepto: la "batalla" entre tres directores que regresan con sus nuevas películas, precisamente este año: Steven Spielberg, Christopher Nolan y Denis Villeneuve.
El día de la revelación, La Odisea y Dune: Parte 3. Estas son, respectivamente, las películas de los directores mencionados, y estoy ansioso por ir al cine y ver cine auténtico, en su esencia, realizado con precisión de visión, calidad técnica impecable y una devoción cinematográfica que refleja una entrega personal. Estos tres directores son ejemplos de lo que significa tratar el cine como arte puro, trayendo consigo reflexiones del alma sobre lo que realmente importa en el conjunto.
Quizás aún sea pronto para hablar de los Óscar, pero tengo la fuerte sensación de que los tres tienen excelentes posibilidades de ser nominados el año que viene. No solo en categorías como Mejor Director, sino también Mejor Película (entre otras posibles nominaciones). Estos grandes regresos, cuando se producen, demuestran ser verdaderas “armas” para mostrarle al mundo qué es el cine conceptual y por qué es esencial.
Deseo fervientemente el éxito de los tres directores y sus respectivas películas, porque son cineastas a los que admiro profundamente y valoro enormemente la pasión que ponen en sus proyectos. El mundo necesita más cineastas como ellos, que se entregan en cuerpo y alma a sus aventuras audiovisuales y no temen comprometerse con una causa. El poder del cine siempre crece cuando hay quienes tienen el valor de ir mucho más allá de las expectativas.
Já faz um tempo que o mundo do cinema não tinha uma competição entre diretores tão aclamados mundialmente. De tempos em tempo isso acontece, nos mostrando que a força da Sétima Arte continua inabalável. Este ano nós teremos um outro exemplo de qualidade imensurável dentro desse conceito desafiador, que é a “briga” entre três diretores que estão voltando com seus novos filmes, precisamente este ano: Steven Spielberg, Christopher Nolan e Denis Villeneuve.
Dia D, A Odisseia e Duna: Parte Três. Respectivamente, esses são os filmes dos diretores mencionados acima, e eu não poderia estar mais ansioso para ir até o cinema e assistir cinema de verdade, na sua essência, sendo feito com precisão de visão, qualidade técnica impecável e uma devoção cinematográfica de acolhimento pessoal. Esses três diretores são exemplos do que é tratar o cinema como arte pura, trazendo reflexos de almas sobre o que realmente importa no todo.
Talvez seja ainda muito cedo para falar sobre Oscar, mas eu tenho uma forte impressão de que os três tem excelentes chances de serem considerados como indicações para o próximo ano. Não apenas em categorias como Melhor Diretor, mas também como Melhor Filme (dentro outras possíveis indicações). Esses grandes retornos, quando acontecem, se mostram como verdadeiras “armas” para mostrar ao mundo o que é cinema de conceito, e porque eles são essenciais.
Eu torço muito pelo sucesso dos três diretores e seus respectivos filmes, porque são cineastas dos quais eu sou muito fã e admiro demais o apreço pelo que eles fazem com seus projetos. O mundo preciso de mais cineastas assim, que se fazem presentes de corpo e alma em suas aventuras audiovisuais, e não tem medo de se comprometer com uma causa. O poder do cinema sempre se torna maior quando as pessoas tem coragem de ir muito além do que os outros esperam.