This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
One of the things I appreciate most within the movie industry today (in general) is the fact that movies with less commercial appeal, less managerially strong, or without huge budgets manage to break down previously unimaginable barriers. Part of this mission is accomplished because of the influence coming from the internet, which is getting increasing prominence with the participation of the whole audience out there (which is usually very loyal, most of the time at least).
There is life outside the Hollywood circuit. Anyone who truly appreciates cinema knows this. The world is too vast in its magnitude, and for decades, it considered the United States the "mecca" of cinema. This has changed, and with the strength of underground movies getting more relevance, audiovisual productions created outside the mainstream industry have increasingly more artistic freedom when it comes to experimentation and fluid personal expression with a libertarian aspect.
Any and all technical conventions within a more "daring" narrative can be properly tested. The result tends to be controversial, especially because of the more conservative audience. Each director and screenwriter chooses to explore themes that are still considered taboo for society as a whole, and end up becoming the target of controversy for "hurting" the counterculture of more comfortable conventions. I love this kind of artistic transgression, but with a real purpose.
When a movie proves to be much more than just a mere product of pure entertainment, it really grabs my attention because I know I'm about to watch something that will challenge my mind to go beyond the trivial. This doesn't happen easily, so these movies need to be loaded with relevance so that I can buy into the whole idea it's trying to sell me. Cinema needs more and more of these types of movies because they reflect the present in order to understand different generations.
The weight of these projects is always very strong. Despite all the progress in terms of recognition that has already occurred and is still happening, underground movies are still "marginalized," as if they were in a different scenario with less relevance within the very industry of which they are evidently a part. The good side is that there are still many filmmakers willing to "break through" this bubble, showing that the cultural power of these projects is much more than just shocking.
El sonido (potente) del cine independiente.
Una de las cosas que más aprecio de la industria cinematográfica actual (en general) es que películas con menor atractivo comercial, menor capacidad de producción o presupuestos reducidos logran romper barreras antes inimaginables. Parte de este éxito se debe a la influencia de internet, que cobra cada vez más protagonismo gracias a la participación del público (que suele ser muy fiel, al menos la mayor parte del tiempo).
Existe vida fuera del circuito de Hollywood. Cualquiera que aprecie de verdad el cine lo sabe. El mundo es inmenso, y durante décadas se consideró a Estados Unidos la "meca" del cine. Esto ha cambiado, y con la creciente relevancia del cine independiente, las producciones audiovisuales creadas fuera de la industria mainstream gozan de mayor libertad artística para la experimentación y la expresión personal con un aspecto libertario.
Cualquier convención técnica puede ser puesta a prueba dentro de una narrativa más "atrevida". El resultado suele ser controvertido, sobre todo por el público más conservador. Cada director y guionista elige explorar temas que aún se consideran tabú para la sociedad en general, y termina convirtiéndose en blanco de la polémica por "ofender" a la contracultura de las convenciones más establecidas. Me encanta este tipo de transgresión artística, pero con un propósito real.
Cuando una película demuestra ser mucho más que un simple producto de entretenimiento, capta mi atención de inmediato porque sé que estoy a punto de ver algo que desafiará mi mente y me llevará más allá de lo trivial. Esto no sucede fácilmente, por lo que estas películas deben estar cargadas de relevancia para que pueda conectar con la idea que intentan transmitirme. El cine necesita cada vez más películas de este tipo porque reflejan el presente para poder comprender a las diferentes generaciones.
El peso de estos proyectos siempre es muy grande. A pesar de todo el progreso en términos de reconocimiento que ya se ha producido y que aún continúa, las películas independientes siguen estando marginadas, como si pertenecieran a un escenario diferente con menor relevancia dentro de la misma industria de la que evidentemente forman parte. Lo positivo es que todavía hay muchos cineastas dispuestos a romper con esta barrera, demostrando que el poder cultural de estos proyectos va mucho más allá de lo meramente impactante.
O (alto) som dos filmes underground.
Uma das coisas que eu mais aprecio dentro da indústria cinematográfica atualmente (de um modo geral), é o fato dos filmes que tem menos força comercial, que são gerencialmente menos fortes ou que não tem orçamentos grandiosos conseguirem quebrar barreiras antes jamais imaginadas. Uma parte dessa missão é feita por causa da influência que é vinda da internet, e que ganha cada vez mais proeminência com a participação do público (que geralmente é bem fiel, na maioria das vezes pelo menos).
Existe vida fora do circuito hollywoodiano. Quem aprecia cinema de verdade sabe disso. O mundo é grande demais na sua magnitude, e por décadas, considerou o território estadunidense como a “meca” do cinema. Isso mudou, e com a força dos filmes underground conseguindo mais relevância, as produções audiovisuais que são criadas fora da indústria *mainstream *tem cada vez mais liberdade artística quando falamos sobre a experimentação e expressão pessoal líquida com aspecto libertário.
Toda e qualquer convenção técnica dentro de uma narrativa mais “ousada” pode ser devidamente testada. O resultado tende a ser controverso, em especial, por causa do público mais conservador. Cada diretor e roteirista escolhe explorar temas que ainda são considerados como tabus para a sociedade como um todo, e acabam então se tornando alvo de polêmicas por “ferirem” a contracultura das convenções mais comodistas. Eu adoro esse tipo de transgressão artística, mas com um propósito real.
Quando um filme se mostra muito mais do apenas um mero produto de puro entretenimento, isso capta demais minha atenção porque eu sei que eu estou prestes a assistir algo que vai desafiar à minha mente a ir além do trivial. Isso não acontece com facilidade, então, esses filmes precisam vir carregados de relevância para eu possa comprar toda a ideia que ele está querendo me vender. O cinema precisa cada vez mais desses tipos de filmes, porque eles refletem o agora para entender diferentes gerações.
O peso desses projetos sempre é muito forte. Apesar de todo o avanço em termos de reconhecimento que já houve e que ainda acontece, os filmes underground ainda são “marginalizados”, como se estivessem em um outro cenário com menos pertinência dentro da própria indústria da qual ele evidentemente faz parte. O lado bom, é que ainda há muitos cineastas dispostos a “furar” essa bolha, mostrando que o poder cultural desses projetos são muito mais do que chocar.