This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
By definition, the woke agenda refers to all progressive (usually far-left) agendas focused on social justice, as well as diversity, equality, and inclusion. Gender and race issues have a captive space in the agendas that are discussed, and within the movie industry, this agenda has been gaining more and more space. One of the most "controversial" examples in recent movie history is related to The Odyssey, which is the next movie by filmmaker Christopher Nolan. A dramatic adventure that is totally involved within the woke agenda. Let the attention-seeking drama begin.
Featuring names like Lupita Nyong'o, Zendaya and Elliot Page, the epic saga starring Matt Damon (alongside a grand cast) features Nyong'o as Helen of Troy, Zendaya as Athena and, according to countless rumors, Page is expected to take on the role of Achilles. Three iconic roles within the plot, but which have been given to a trio that is causing a real headache for the project as a whole (on levels previously unknown). Free marketing is happening, but will the project pay a high price for "embracing" a woke culture? From what it seems (so far), the reaction has been negative.
Issues of race and gender are leading the debates, bringing to the table discussions about nationality, skin color, and even the use of a much more "modern" grammatical structure compared to what was used at the time the movie takes place. The most obvious example (at least so far, and which can be clearly seen - and heard - in the trailer) is the use of the word "father" being used as "dad," "daddy" instead of "father". Historically, there are discrepancies with the narrative approach (which are not limited to issues of race and gender), and all of this has been growing in strength.
The Odyssey arrives in theaters in July of this year, and is surrounded by controversy even before its release. Nolan has been suffering harsh criticism for supposedly surrendering to woke culture. Basically, for focusing all his new work on issues that he had never even touched on before. Whether this is true or not, we will soon know; but the fact is that woke culture is growing and cannot be ignored. However, it needs to be measured, because we know that such radical changes (even if well-intentioned) are never welcome when they are imposed too forcefully.
[ OFFICIAL TRAILER ]
“La Odisea” y la agenda woke.
Por definición, la agenda woke se refiere a todas las agendas progresistas (generalmente de extrema izquierda) centradas en la justicia social, así como en la diversidad, la igualdad y la inclusión. Las cuestiones de género y raza ocupan un lugar privilegiado en las agendas que se debaten, y dentro de la industria cinematográfica, esta agenda ha ido ganando cada vez más terreno. Uno de los ejemplos más “controvertidos” de la historia reciente del cine está relacionado con La Odisea, la próxima película del director Christopher Nolan. Una aventura dramática totalmente inmersa en la agenda woke. Que comience el drama en busca de atención.
Con nombres como Lupita Nyong'o, Zendaya y Elliot Page, la épica saga protagonizada por Matt Damon (junto a un gran elenco) presenta a Nyong'o como Helena de Troya, Zendaya como Atenea y, según innumerables rumores, se espera que Page interprete a Aquiles. Tres papeles icónicos dentro de la trama, pero que han sido asignados a un trío que está causando un verdadero quebradero de cabeza al proyecto en su conjunto (a niveles nunca antes vistos). El marketing gratuito está en marcha, pero ¿pagará el proyecto un alto precio por "adoptar" una cultura woke? Por lo que parece (hasta ahora), la reacción ha sido negativa.
Los temas de raza y género están liderando los debates, planteando discusiones sobre nacionalidad, color de piel e incluso el uso de una estructura gramatical mucho más "moderna" en comparación con la que se usaba en la época en que se ambienta la película. El ejemplo más evidente (al menos hasta ahora, y que se puede ver - y oír - claramente en el tráiler) es el uso de la palabra "padre" como "dad" o "daddy" en lugar de "father". Históricamente, existen discrepancias en el enfoque narrativo (que no se limitan a cuestiones de raza y género), y todo esto ha ido cobrando cada vez más fuerza.
La Odisea llega a los cines en julio de este año y está rodeada de controversia incluso antes de su estreno. Nolan ha recibido duras críticas por supuestamente rendirse a la cultura woke. Básicamente, por centrar todo su nuevo trabajo en temas que nunca antes había abordado. Pronto sabremos si esto es cierto o no; pero lo cierto es que la cultura woke está creciendo y no se puede ignorar. Sin embargo, es necesario actuar con mesura, porque sabemos que cambios tan radicales (aunque bien intencionados) nunca son bien recibidos cuando se imponen con demasiada fuerza.
”A Odisseia” e a agenda woke.
Por definição, a agenda woke se refere a toda as pautas progressistas (geralmente de extrema-esquerda) focadas em justiça social; bem como na diversidade, igualdade e inclusão. As questões de gênero e raça tem um espaço cativo nas pautas que são discutidas e dentro da indústria cinematográfica essa agenda vem conseguindo cada vez mais espaços. Um dos exemplos mais “controversos” na história recente do cinema está relacionado com A Odisseia, que é o próximo filme do cineasta Christopher Nolan. Uma aventura dramática, que está totalmente envolvida dentro da agenda woke. Que comece o drama em busca de atenção.
Trazendo nomes como Lupita Nyong'o, Zendaya e Elliot Page, a saga épica protagonizada por Matt Damon (ao lado de um grandioso elenco) traz Nyong'o como Helena de Troia, Zendaya como Atena e, ainda de acordo com os incontáveis rumores, Page deve assumir o papel de Aquiles. Três papéis icônicos dentro da trama, mas que foram entregues a uma trinca que está trazendo uma verdadeira dor de cabeça para o projeto como um todo (em níveis antes desconhecidos). O marketing gratuito está acontecendo, mas será que o projeto irá pagar caro por estar “abraçando” uma cultura woke? Ao que parece (até aqui), a repercussão tem sido negativa.
Questões de raça e gênero estão liderando os debates, trazendo à mesa discussões sobre a nacionalidade, cor de pele e até mesmo o uso de uma estrutura gramática muito mais “moderna” em comparação ao que era usado na época em que o filme acontece. O exemplo mais óbvio (ao menos até aqui, e que pode ser claramente visto - e ouvido - no trailer) é o uso da palavra “pai” sendo usado como “dad”, “daddy” ao invés de “father”. Historicamente, há discrepâncias com a abordagem narrativa (que não se limitam apenas a questões de raça e gênero), e tudo isso vem crescendo com força.
A Odisseia chega aos cinemas em julho deste ano, e está cercado de polêmicas antes mesmo do seu lançamento. Nolan vem sofrendo duras críticas por supostamente estar se rendendo a cultura woke. Basicamente, por estar focando todo o seu novo trabalho em pautas que antes ele nunca havia sequer tocado. Se isso é verdade ou não, logo iremos saber; mas o fato é que a agente woke está crescendo e não pode ser ignorada. No entanto, é preciso dosá-la, porque sabemos que mudanças tão radicais (ainda que bem intencionadas) nunca são bem-vindas quando estão sendo bem impositivas.