Ma non ho alcuna fretta di rimpatriare, a dispetto di tanto
ITALIANO
Questo post lo traduco stavolta in portoghese per attinenza alla tematica. Ancora una volta do la precedenza a una miniserie estemporanea a causa della mancanza di tempo, a ogni mese che passa sempre più ridotto al lumicino, innanzi tutto grazie alle grivie burocratiche, ma non soltanto, del paese in cui vivo. Vi sarete accorti, immagino, che non riesco più a essere attiva come un tempo e in aggiunta, sto facendo i salti mortali perfino per riuscire ad assicurarvi un post da leggere quantomeno una volta a settimana. Per la scorsa settimana avevo per un momento perfino pensato di non farcela. Mi scuso per rimandare a tempi migliori la prosecuzione delle mie cronache civitesi e dei resoconti sui miei NFT preferiti con nuovo e-book annesso, ma non temete, perchè questa serie dovrebbe essere corta, di al massimo 3 puntate (appunto una miniserie). Ma se dovessi rendermi conto che non lo sarà, magari la posterò alternandola alle altre mie pubblicazioni.
Tanto per cominciare, dovete sapere che lo sport nazionale preferito della pubblica amministrazione brasiliana (quantomeno e livello federale e statale, perchè fosse per prefetture e municipi, dormiremmo perennemente sonni tranquilli, a meno che e certo, per forza di cose, non si tratti del municipio di una capitale statale tra le più rinomate oppure una metropoli equiparata a queste ultime quanto a industrializzazione e sviluppo) è quello di andare a frucugliare ogni tre per due la più nana delle categorie imprenditoriali, vale a dire la mia. In sè e per sè, non che le normative nuove siano cattive: tutto l'opposto, dato che l'idea è quella di renderle idonee al commercio online e pure a quello estero (la fruizione di servizi era già idonea da anni). Se non fosse che i piccoli municipi non sono preparati per le cose grosse. Anzi, i piccoli municipi si aspettano che Tizio, Caio e Sempronio non si formalizzino neppure. Nella mia città come in tantissime altre aree latine si è usi aprire tanto di negozi fisici di ogni genere e specie (attività sanitarie comprese) da un giorno all'altro senza avvisare la pubblica amministrazione, senza aprire alcun CNPJ (la vostra partita IVA), senza consultare alcun commercialista e men che meno sognarsi di chiedere permessi di alcun genere (quali gli obbligatori nulla osta dei vigili del fuoco e della vigilanza sanitaria. Si apre e si vende (o si prestano i servizi sanitari), con tanto di uso di macchinina emittente scontrini. Ecco che fare altrettanto in una capitale ti costa un didietro a capanna, ma nelle baixadas ti fiscalizzano (e magari pure a malincuore) soltanto se qualche inimicizia ti denuncia di proposito (evento peraltro raro, ma al posto di questi commercianti e prestatori di servizi preferirei di gran lunga non correre il rischio per quanto minimo, per non parlare poi della vergogna immane dell'informalità e peggio, del lavoro in nero da doppia laureata e pure specializzata😣). Fatto sta che il lavoro nero, inoltre, per quanto imprenditoriale, non ti assicura minimamente la pensione, ma i nativi brasiliani se ne possono pure infischiare: quando in profondo rosso, a 65 anni possono chiedere un apposito sussidio governativo dal valore di una pensione minima anche senza aver contribuito nemmeno un giorno (ma ricordare che il sussidio non prevede tredicesima e non trattandosi di pensione lavorativa può sempre finire nel calderone del forse. La filippica continua.
Ps.: immagine Pixabay royalty free, autore AbsolutVision (https://pixabay.com/es/photos/anillas-archivo-negocio-finanzas-7752027/)
Mas não tenho pressa em voltar, apesar de tanto
PORTUGUÊS
Desta vez, estou traduzindo esta postagem para o português, por ser relevante ao tópico. Mais uma vez, estou priorizando uma minissérie improvisada devido à falta de tempo, que a cada mês que passa, mais e mais restringido. Em primeiro lugar, graças a perrengues burocráticos, entre outros, do país onde moro. Vocês já devem ter percebido, imagino, que não consigo mais ser tão ativa quanto antes. Além disso, estou dando cambalhotas para conseguir garantir uma postagem para vocês lerem pelo menos uma vez por semana. Na semana passada, por um momento, cheguei a pensar que não conseguiria postar. Peço desculpas por adiar para tempos melhores a continuação das minhas Crônicas e relatórios sobre meus NFTs favoritos com um novo e-book anexado, mas não se preocupem, pois essa série deve ser curta. No máximo 3 episódios (portanto, uma minissérie). Caso perceber que não for, talvez publique em alternância as minhas outras publicações.
Para começar, vocês devem saber o que é o esporte nacional favorito da administração pública brasileira. Pelo menos nos níveis federal e estadual, porque se fosse para prefeituras e municípios, dormiríamos tranquilamente o tempo todo (a menos, é claro, que estejamos falando do município de uma das mais renomadas capitais estaduais ou de uma metrópole equiparada a esta última em termos de industrialização e desenvolvimento). Esse esporte é o de ir cutucando a cada tanto a mais anã das categorias empresariais, a saber, a minha. Em si, não é que as novas regulamentações sejam ruins: muito pelo contrário, já que a ideia é torná-las adequadas ao comércio online e até mesmo ao comércio exterior (o oferecimento de serviços já era adequado há anos). Só que os pequenos municípios não estão preparados para as grandes coisas. Pelo contrário: os pequenos municípios esperam que Fulano, Ciclano e Beltrano nem sequer se formalizem. Na minha cidade, assim como em tantas outras áreas latinas, é costume abrir tantas lojas físicas de todos os tipos e espécies (incluindo certas clínicas de tratamentos corriqueiros) muito rapidamente. Sem notificar a administração pública, sem abrir nenhum CNPJ (seu número de IVA), sem consultar nenhum contador e sem sequer sonhar em pedir licenças de qualquer tipo (como as autorizações obrigatórias do corpo de bombeiros e da vigilância sanitária). Você abre e vende (ou presta serviços de saúde), usando mesmo uma máquina de emissão de recibos. Fazer o mesmo em uma capital lhe custa um braço e uma perna, mas nas baixadas você só é fiscalizado (e talvez até mesmo com relutância pelo funcionário público) se algum arruaceiro lhe denunciar de propósito. Feito raro, diga-se de passagem, mas no lugar desses comerciantes e prestadores de serviço, de longe preferiria não arriscar, por miúdo que fosse o risco, sem contar a imensa vergonha da informalidade e, pior, do biscate contando com dupla graduação e até especialização😣. O ponto é, além disso, que o bico, por mais empreendedor que seja, não lhe garante aposentadoria nenhuma, mas os brasileiros natos não se importam: uma vez na lona, aos 65 anos podem pedir o BCP-loas (valor de um salário mínimo), mesmo sem ter contribuído um único dia (mas lembrem-se que o BCP não inclui o décimo terceiro e como não é uma aposentadoria dedicada a trabalhadores, sempre pode acabar no caldeirão do talvez). O papelão continua.
Ps.: imagem Pixabay royalty free, autor AbsolutVision (https://pixabay.com/es/photos/anillas-archivo-negocio-finanzas-7752027/)