This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
Today, I was thinking about the power that exists in moments when laziness screams at us. I know that many times it is impossible to "program" these more relaxed moments, where we seem to have no obligations (after all, the pace of life that society imposes on us is always "reminding" us of a clock where our activities need to be carried out daily), but it is necessary to learn to find (and above all, take advantage of) these "gaps".
Laziness is commonly associated with something negative, even because it is considered one of the seven deadly sins (not only physical laziness, but also mental laziness and spiritual laziness... depending on people's point of view), but analyzing well the moments where we are literally free from any work and personal obligations, we understand how important the moments where this needs to happen are. Doing nothing can be powerful.
The pleasure of laziness lies in simple acts, which basically boil down to doing absolutely nothing. All aspects related to daily obligations disappear during these moments. We finally become our top priority, and nothing around us seems so urgent anymore. The balance needs to be well calibrated here, because laziness cannot become a virtue, but there is a refreshing pleasure in these more personal moments.
If we know how to take advantage of these lazy moments, I think we can better understand ourselves, what our goals are, and how we will work to achieve them. Not out of obligation, but simply for the pleasure of seeking to reach ever higher heights in the midst of our continuous process of maturation as human beings. In the midst of idleness, we find a reason to keep walking (albeit not in such a fast way). You should try it.
El placer de la pereza.
Hoy, reflexionaba sobre el poder que reside en esos momentos en que la pereza nos llama a gritos. Sé que muchas veces es imposible "programar" esos momentos de relajación, en los que parecemos no tener obligaciones (al fin y al cabo, el ritmo de vida que la sociedad nos impone siempre nos "recuerda" que debemos cumplir con nuestras actividades diarias), pero es necesario aprender a encontrar (y sobre todo, a aprovechar) esos "huecos".
La pereza suele asociarse con algo negativo, incluso porque se considera uno de los siete pecados capitales (no solo la pereza física, sino también la mental y la espiritual... según el punto de vista), pero si analizamos bien los momentos en los que estamos literalmente libres de cualquier obligación laboral o personal, comprendemos lo importantes que son esos momentos. No hacer nada puede ser poderoso.
El placer de la pereza reside en actos sencillos, que básicamente se reducen a no hacer absolutamente nada. Todas las obligaciones diarias desaparecen durante esos momentos. Nos convertimos en nuestra máxima prioridad y nada a nuestro alrededor parece tan urgente. Es necesario encontrar el equilibrio, porque la pereza no puede ser una virtud, pero sí un placer reconfortante en estos momentos más personales.
Si sabemos aprovechar estos momentos de ocio, creo que podremos comprendernos mejor, saber cuáles son nuestras metas y cómo trabajaremos para alcanzarlas. No por obligación, sino simplemente por el placer de aspirar a alcanzar metas cada vez más altas en nuestro continuo proceso de maduración como seres humanos. En medio de la inactividad, encontramos una razón para seguir adelante (aunque no de una manera tan rápida). Deberías intentarlo.
O prazer da preguiça.
Hoje, eu estava pensando no poder que há em momentos onda a preguiça grita em nossa direção. Eu sei que muitas vezes é impossível “programar” esses momentos mais descontraídos, onde nós parecemos não ter nenhuma obrigação (afinal, o ritmo de vida que a sociedade nos impõe sempre está nos “lembrando” de um relógio onde nossas atividades precisam ser realizadas diariamente), mas é preciso aprender a encontrar (e acima de tudo, aproveitar) estas “brechas”.
A preguiça é comumente associada com algo negativo, até porque, é considerada como um dos sete pecados capitais (não apenas a preguiça física, mas também preguiça mental e a preguiça espiritual... a depender do ponto de vista das pessoas), mas analisando bem os momentos onde nós estamos literalmente livres de qualquer obrigação trabalhista e pessoal, entendemos o quão importantes são os momentos onde isto precisa acontecer. Fazer nada pode ser poderoso.
O prazer de da preguiça está em atos simples, que se resumem basicamente em não fazer absolutamente nada. Todos os aspectos relacionados a obrigações diárias desaparecem durante esses momentos. Nós finalmente nos tornamos a nossa prioridade máxima, e nada ao nosso redor parece mais ser mais tão urgente. A balança precisa ser bem calibrada aqui, porque a preguiça não pode vir a ser uma virtude, mas há um prazer revigorante nestes momentos mais pessoais.
Se nós soubermos aproveitar muito bem esses momentos preguiçosos, eu acho que podemos entender melhor sobre nós mesmos, sobre quais são os nossos objetivos e sobre como nós vamos trabalhar para chegar até eles. Não por uma obrigação, mas sim, pelo simples prazer buscarmos alçar voos cada vez mais altos em meio ao nosso processo contínuo de amadurecimento enquanto seres humanos. No meio do ócio, encontramos uma razão para seguirmos caminhando (ainda que de uma maneira não tão rápida). Você deveria tentar.