This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
In this text, I would like to write about an analogy regarding the society we live in, on a global level. Even living in Brazil, and - obviously - not knowing deeply what the reality of society in other countries is, using the internet and keeping myself informed about what happens around, it is easy to find some socio-political-cultural standards that end up “standardizing” customs within societies that appear to be “different”.
First, we have the head. Led by the people who control the system. Not always because they are smart, but simply because they are rich (many of them not on their own merits, but through alternative ways that end up disqualifying their status positions). This ends up harming the central pillar, because a range of wrong decisions come precisely from the place that should be responsible for creating fundamentalist ideas.
Second, we have the body. Led by what I consider to be the middle class. Neither rich nor poor. A social class that is in the middle of this “crossfire” in the search for money and power. The mix of good and bad ideas ends up happening more easily due to the pluralization of ideas, which is not a bad thing, but it ends up distorting a more focused view on how the execution of the ideas of the first sector (the head) should be implemented here.
In third (and unfortunately last) place, we have the limbs (lower and higher). Dominated by the poorest part of the population. This does not mean that they could not be part of the other two sectors already mentioned above, but the sad fact is that in order to break the chains that tighten the paradigm of those who are “born poor, die poor” (here in Brazil this is still a thought very strong) becomes something quite challenging.
Summarizing what I want to say: The first sector is responsible for thinking, the second sector tries to improve the ideas (and if possible, also execute them) and the third sector is basically in the lowest line, totally with an exclusive function of executing the tasks given to you. Three completely different classes, but that are part of the same “human body”, learning to coexist, and to work as a team, even if this can be difficult.
This is my post for the contest Tell me a Story, which has been promoted by Nexo Digital community.
Cabeza, Cuerpo y Miembros.
En este texto, me gustaría escribir sobre una analogía con respecto a la sociedad en la que vivimos, a nivel global. Incluso viviendo en Brasil, y - obviamente - sin conocer a fondo cuál es la realidad de la sociedad en otros países, usar internet y mantenerme informado sobre lo que sucede alrededor, es fácil encontrar unos estándares socio-político-culturales que terminan “ estandarizar” costumbres dentro de sociedades que parecen ser “diferentes”.
Primero, tenemos la cabeza. Dirigido por las personas que controlan el sistema. No siempre porque sean inteligentes, sino simplemente porque son ricos (muchos de ellos no por méritos propios, sino por vías alternativas que terminan por descalificar sus posiciones de estatus). Esto termina perjudicando al pilar central, porque una serie de decisiones equivocadas provienen precisamente del lugar que debería ser el responsable de crear ideas fundamentalistas.
Segundo, tenemos el cuerpo. Dirigido por lo que considero que es la clase media. Ni ricos ni pobres. Una clase social que se encuentra en medio de este “fuego cruzado” en la búsqueda de dinero y poder. La mezcla de buenas y malas ideas acaba ocurriendo con más facilidad por la pluralización de ideas, lo cual no es malo, pero acaba distorsionando una visión más centrada en cómo se ejecutan las ideas del primer sector (la cabeza) debe implementarse aquí.
En tercer (y lamentablemente último) lugar, tenemos las extremidades (inferior y superior). Dominado por la parte más pobre de la población. Eso no quiere decir que no puedan ser parte de los otros dos sectores ya mencionados, pero lo triste es que para romper las cadenas que aprietan el paradigma de quien “nace pobre, muere pobre” (aquí en Brasil esto sigue siendo un pensamiento muy fuerte) se convierte en algo bastante desafiante.
Resumiendo lo que quiero decir: El primer sector se encarga de pensar, el segundo sector trata de mejorar las ideas (y si es posible también ejecutarlas) y el tercer sector está básicamente en la línea más baja, totalmente con una función exclusiva de ejecutar las tareas que se le encomienden. Tres clases completamente diferentes, pero que forman parte del mismo “cuerpo humano”, aprendiendo a convivir y a trabajar en equipo, aunque sea difícil.
Este es mi post para el concursoTell me a Story, que está siendo promovido por la comunidade Nexo Digital.
Cabeça, Corpo e Membros.
Neste texto, eu gostaria de escrever sobre uma analogia em relação a sociedade em que vivemos, em um nível global. Mesmo morando no Brasil, e - obviamente - não sabendo profundamente qual é a realidade da sociedade dos outros países, usando a internet e me mantendo informado sobre o que acontece por aí fica fácil encontrar alguns padrões sócio-político-culturais que acabam “padronizando” os costumes dentro de sociedades que parecem ser “diferentes”.
Em primeiro lugar, nós temos a cabeça. Liderada pelas pessoas que controlam o sistema. Nem sempre por serem inteligentes, mas simplesmente pelo fato delas serem ricas (muitas delas não por mérito próprio, mas por vias alternativas que acabam desqualificando suas posições de status). Isso acaba prejudicando o pilar central, porque uma gama de decisões erradas parte justamente do local que deveria ser o responsável por criar as ideias fundamentalistas.
Em segundo lugar, nós temos o corpo. Liderado pelo eu considero ser a classe média. Nem ricos, nem pobres. Uma classe social que está no meio desse “fogo cruzado” na busca pelo dinheiro e pelo poder. A mistura de ideias boas e ruins acaba acontecendo mais facilmente pela pluralização de ideias, que não é algo ruim, mas acaba deturpando uma visão mais focada sobre como as execuções das ideias do primeiro setor (a cabeça) deveriam ser implementadas aqui.
Em terceiro (e infelizmente último) lugar, nós temos os membros (inferiores e superiores). Dominado pela parcela mais pobre da população. Isso não quer dizer que eles não poderiam fazer parte dos outros dois setores já mencionados anteriormente, mas o triste fato é que para quebrar as correntes que apertam o paradigma de quem “nasce pobre, morre pobre” (aqui no Brasil isso ainda é um pensamento muito forte) se torna algo bastante desafiador.
Sintetizando o que eu quero falar: O primeiro setor é responsável por pensar, o segundo setor tenta aprimorar as ideias (e se possível, também executá-las) e o terceiro setor basicamente fica na linha mais baixa, totalmente com uma função exclusiva de executar as tarefas que lhe são dadas. Três classes completamente diferentes, mas que fazem parte de um mesmo “corpo humano”, aprendendo a coexistir, e a trabalhar em equipe, ainda que isso possa ser difícil.
Este é o meu post para o concurso Tell me a Story, que está sendo promovido pela comunidade Nexo Digital.