de uma voz, cujo o rosto não pude ver,
uma voz simpática
e amigável,
sem muito de seu esforço
pra soar um abraço acolhedor.
as palavras que aquela voz - apesar do tom grave e
ríspido em cada final de fala - as palavras que eram ditas aos poucos,
tornavam ainda mais
um som doce e gentil,
a simplicidade genuína do cuidado
personificando seus dizeres
e o jeito de prosseguir sem pressa,
como se por um momento, seus compromissos poderiam esperar mais um pouquinho,
só pra calma tomar conta com quem ele estivesse conversando.
era um contexto único dele, creio eu.
seu tom foi diminuindo,
até que eu não pudesse estar mais atenta no que era dito.
não tive a oportunidade de vê-lo,
mas sim de imaginá-lo.
acredito que ficará vagando na minha mente uma hora ou outra
o desenho que minha imaginação
fez do
moço da voz bonita.
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