This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
As a country with geographically continental dimensions, and currently inhabited by just over 213 million people, Brazil is a kind of potential "breadbasket", which hides different types of achievements. One of them is the beer market. In terms of expansion of units, in 25 years, there has been a leap from 40 breweries here to 1954 breweries (until last year). The market continues to expand... Creating (and exploring) new fronts.
According to official records, here in Brazil, there are already just over 56,000 beer brands that are part of and have helped (and still help, of course) to tell the story of this beverage on national soil. The great highlight is the innovations within the production process, ranging from non-alcoholic beers to craft beers (which, within a more "difficult" manufacturing process, bet on new flavors and somewhat lighter versions).
The city of São Paulo ranks first in this ranking because it has the largest number of breweries in Brazil. This is nothing new, considering the geographical (and population) size of the state, obviously. In general, the Southeast and South regions concentrate the largest numbers, even due to a matter of interests (whether in relation to production, marketing or consumption of the product itself).
This helps to boost the GDP of the entire country.
Although the scenario last year was not exactly the best when we talk about expansion within this segment, it is undeniable how much we have already advanced (even facing so many difficulties throughout the journey to get where we are now) and how much we can still advance. The beer market is relevant and considered one of the "key pieces" in Brazil's GDP because it is truly an extremely profitable segment.
El gran salto.
Como país con dimensiones geográficas continentales y habitado actualmente por poco más de 213 millones de personas, Brasil es una especie de "granero" potencial que esconde diversos logros. Uno de ellos es el mercado cervecero. En términos de expansión de establecimientos, en 25 años se ha dado un salto de 40 cervecerías a 1954 cervecerías (hasta el año pasado). El mercado continúa expandiéndose... creando (y explorando) nuevos frentes.
Según los registros oficiales, en Brasil ya existen poco más de 56.000 marcas de cerveza que forman parte de la historia de esta bebida en suelo nacional y que han contribuido (y siguen contribuyendo, por supuesto). Lo más destacado son las innovaciones en el proceso de producción, que van desde cervezas sin alcohol hasta cervezas artesanales (que, mediante un proceso de elaboración más “complejo”, apuestan por nuevos sabores y versiones más ligeras).
La ciudad de São Paulo ocupa el primer lugar en este ranking por tener el mayor número de cervecerías en Brasil. Esto no es ninguna novedad, considerando la extensión geográfica (y poblacional) del estado. En general, las regiones Sudeste y Sur concentran la mayor cantidad, incluso por intereses comunes (ya sea en relación con la producción, la comercialización o el consumo del producto).
Esto contribuye a impulsar el PIB de todo el país.
Si bien el panorama del año pasado no fue el mejor en cuanto a la expansión en este sector, es innegable cuánto hemos avanzado (incluso superando tantas dificultades en el camino hasta llegar aquí) y cuánto más podemos avanzar. El mercado cervecero es relevante y se considera una de las “piezas clave” del PIB de Brasil, ya que es un sector sumamente rentable.
O grande salto.
Na condição de um país com dimensões geograficamente continentais, e atualmente habitado por pouco mais de 213 milhões de pessoas, o Brasil é uma espécie de “celeiro” em potencial, que esconde diferentes tipos de conquistas. Uma delas, é o mercado cervejeiro. Em termos de expansão de unidades, em 25 anos, houve um salto de 40 cervejarias por aqui para 1954 cervejarias (até o ano passado). O mercado segue em expansão... Criando (e explorando) novas frentes.
De acordo com registros oficiais, aqui no Brasil, já existem pouco mais de 56 mil marcas de cervejas que fazem parte e ajudaram (e ainda ajudam, é claro) a contar a história dessa bebida em solo nacional. O grande destaque fica por conta das inovações dentro do processo de produção, que vão desde as cervejas sem álcool, até as cervejas artesanais (que, dentro de um processo mais “difícil” de fabricação, apostam em novos sabores e versões um tanto quanto mais leves).
A cidade de São Paulo fica primeiro lugar dentro desse ranking, porque é lá que está a maior quantidade de cervejarias do Brasil. Isso não é nenhuma novidade, considerando a dimensão geográfica (e populacional) do estado, obviamente. De um modo geral, as regiões Sudeste e Sul concentram os maiores números, até por uma questão de interesses (seja em relação a produção, comercialização ou consumo do produto em si).
Isso ajuda a fomentar o PIB do país por inteiro.
Embora o cenário no ano passado não tenha sido exatamente o melhor quando falamos sobre expansão dentro desse segmento, é inegável dizer o quanto nós já avançamos (ainda que enfrentando tantas dificuldades ao longo de todo o percurso até chegar onde estamos agora) e o quanto nós ainda podemos avançar. O mercado cervejeiro é relevante, e considerado uma das peças “peças chaves” no PIB do Brasil porque é realmente um segmento extremamente lucrativo.