This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
One of the major current dilemmas in the Brazilian beer market is yeast production. We are still highly dependent on this element and need to import it to produce beer here. In short, it is the microorganism that performs the "magic" of converting sugars into alcohol (and carbon dioxide) fermentation, directly influencing the aroma and flavor of this beverage that is so popular worldwide (in its many different forms). Since this is a key component in beer production, reducing this cost becomes the pursuit of excellence.
I'm not just referring to the manufacturing of the beverage itself (in a cheaper way, in the broader context), but also to the excellence of international relations within the import and export foreign policy. An element like yeast, when manufactured domestically and with national machinery, not only makes the product something with a more attractive production and marketing margin (for both sides)... It also transforms that same product into opportunities for expansion, increasing jobs, and contributing to the annual GDP of an underdeveloped country.
We are not entirely dependent on this "magic element", but this dried yeast mostly comes from abroad. Since Brazil is still the third largest consumer of beer in the world, some startups here are developing ways to produce and dry brewer's yeast, because if this endeavor is successful, beer production would become cheaper and consequently more expensive. Investing in more economical yeast feed alternatives has been the basis of this whole idea.
Regarding market prices, the idea behind this decision to explore new means of production is to attract greater power to medium and small-sized Brazilian companies (or even international companies based here), thus increasing their competitiveness with a focus on Brazilian soil. The ultimate goal is to reduce costs so that the price of beer, in general, is reduced by at least 30% compared to current prices for the final consumer. National products have never been so valued.
This isn't a very easy idea to implement, because there are many obstacles along the way, but that doesn't mean startups will give up trying (especially since these companies know this is one of the most effective ways to produce cheaper beer domestically). In any case, it's an alternative that will still need a lot of time to mature and some (unilateral, I believe) agreements to ensure everything meets the expectations of everyone involved. Brazil knows how to play this game; it just needs to be bolder within it.
El camino hacia la elaboración de la cerveza más barata.
Uno de los principales dilemas actuales del mercado cervecero brasileño es la producción de levadura. Aún dependemos en gran medida de este elemento y necesitamos importarlo para elaborar cerveza. En resumen, es el microorganismo que realiza la "magia" de convertir los azúcares en alcohol (y dióxido de carbono) durante la fermentación, influyendo directamente en el aroma y el sabor de esta bebida tan popular en todo el mundo (en sus múltiples variedades). Dado que es un componente clave en la producción de cerveza, reducir este costo se convierte en la búsqueda de la excelencia.
No me refiero únicamente a la fabricación de la bebida en sí (de forma más económica, en un contexto más amplio), sino también a la excelencia de las relaciones internacionales en materia de política exterior de importación y exportación. Un elemento como la levadura, cuando se fabrica a nivel nacional con maquinaria nacional, no solo genera un margen de producción y comercialización más atractivo para ambas partes, sino que también transforma ese mismo producto en oportunidades de expansión, creando empleos y contribuyendo al PIB anual de un país en desarrollo.
No dependemos completamente de este "elemento mágico", pero esta levadura seca proviene mayoritariamente del extranjero. Dado que Brasil sigue siendo el tercer mayor consumidor de cerveza del mundo, algunas startups emergentes están desarrollando métodos para producir y secar levadura cervecera, ya que, de tener éxito, la producción de cerveza se abarataría y, por consiguiente, se encarecería. Invertir en alternativas más económicas para la alimentación de la levadura ha sido la base de toda esta idea.
En cuanto a los precios de mercado, la idea detrás de esta decisión de explorar nuevos medios de producción es impulsar el poder de las pequeñas y medianas empresas brasileñas (e incluso de empresas internacionales con sede en el país), aumentando así su competitividad con un enfoque en el mercado brasileño. El objetivo final es reducir los costos para que el precio de la cerveza, en general, disminuya al menos un 30% con respecto a los precios actuales para el consumidor final. Los productos nacionales nunca habían sido tan valorados.
Esta idea no es fácil de implementar, ya que existen muchos obstáculos, pero eso no significa que las startups vayan a desistir (sobre todo porque saben que es una de las formas más efectivas de producir cerveza más barata a nivel nacional). En cualquier caso, es una alternativa que aún necesitará mucho tiempo para madurar y algunos acuerdos (unilaterales, creo) para garantizar que todo cumpla con las expectativas de los involucrados. Brasil sabe cómo jugar este juego; solo necesita ser más audaz.
Em busca de uma cerveja mais barata.
Um dos grandes dilemas atuais do mercado cervejeiro no Brasil, é a produção de leveduras. Desse elemento nós ainda somos altamente dependentes, e precisamos exportá-lo para produzir cerveja por aqui. Em síntese, é o microrganismo que consegue fazer a “mágica” de converter os açúcares em fermentação de álcool (e gás carbônico), influenciando diretamente no aroma e no sabor dessa bebida que é tão popular mundo à fora (em suas mais diferentes modalidades). Sendo essa uma peça chave na fabricação da cerveja, conseguir reduzir esse custo se torna a busca por uma excelência.
Não me refiro apenas a fabricação da bebida em si (de uma maneira mais barata, no cenário mais amplo), mas também na excelência das relações internacionais dentro da política externa de importação e exportação. Um elemento como a levedura, quando fabricado internamente e com maquinário nacional, não torna apenas o produto em algo com uma margem de produção e comercialização mais atraente (para ambos os lados)... Torna esse mesmo produto em chances de expensão para aumento de postos de trabalho, bem como na colaboração do PIB anual de um país subdesenvolvido.
Não somos totalmente dependentes desse “elemento mágico”, mas essa levedura seca, em sua maior parte chega do exterior. Sendo o Brasil o país que no ranking mundial ainda se mantém como o terceiro maior consumidor de cerveja, algumas startups por aqui estão desenvolvendo maneiras sobre como produzir e secar a levedura da cervejeira, porque em caso de sucesso nessa empreitada, a fabricação da cerveja se tornaria mais barata e consequentemente o seu valor. Apostar na alimentação de leveduras com alternativas mais econômicas na sua produção tem sido à base de toda ideia.
Em relação aos preços de mercado, a ideia por trás dessa decisão de explorar novos meios de produção é atrair maiores poderes para as empresas brasileiras de médio e pequeno porte (ou até mesmo empresas internacionais que tem base por aqui), aumentando assim à sua competitividade com foco no solo brasileiro. A ideia final é conseguir reduzir custos para que o preço das cervejas, de um modo geral, para que o valor do produto ao consumidor final tenha uma redução de pelo menos 30% aos preços que estão vigentes atualmente. Produtos nacionais nunca foram tão valorizados assim.
Não se trata de uma ideia muito fácil de ser implementada, porque existem muitos entraves no meio do caminho, mas isso não quer dizer que as startups irão desistir de tentar (até porque essas empresas sabem que esse é um dos meios mais efetivos de fabricar as cervejas mais baratas em solo nacional). De todo modo, deve ser uma alternativa que ainda precisará de muito tempo na maturação e alguns acordos (unilaterais, acredito eu) para que tudo esteja de acordo com as expectativas de todos os envolvidos. O brasil sabe como jogar esse jogo; precisa ainda ser mais ousado dentro dele.