This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
Inside or outside the Hive ecosystem, I truly believe that microblogging isn't exactly new to anyone. It's a way to write and publish short, quick content that can be easily disseminated across different types of social media, conveying an idea in a lighter, more concise, and much more dynamic way than heavier, longer content that requires more writing time. Do we really need to choose a side, or can we just learn to coexist on both sides of the same coin?
In the midst of an increasingly immediate (i.e., more impatient) society in its pursuit of information consumption, WEB 3.0 would not be exempt from the reshaping that needs to be done to give greater relevance to all the concepts, ideas, and thoughts that are written and published daily in the digital space. Once this need is understood, the microblogging era is becoming increasingly strong within our ecosystem, and we need to have a better appreciation for what is happening. This could be our gateway to massive adoption out there.
We can no longer ignore or neglect the weight of snaps, threads and waves (which are the three most popular options here). We must also consider a fact that, at least for me (who loves to write), is something sad: many people no longer read or even care about long content, although they still admit that it is important for the subjects to be better discussed by those who are writing them, and better understood by those who are reading them. I think long content will never go out of style, especially for lovers of good, essential writing.
Many factors are part of this equation that prioritizes more dynamic access to information (or any other type of content... however trivial it may seem), and there is an optimization of time, frequency of use to maintain one's own visibility within the ecosystem, and a broader level of interaction when microblogging is intensified as a viable and useful tool for publishing content. We need to value these types of content more frequently, as well as use them more... But without forgetting the foundation that underpins this.
Writing long content (especially daily) is not always an easy task for everyone, but it is also important to note that the use of microblogging in a purely banal way (that is, without having a minimally interesting primary content offering) can turn an entire project into something disposable, and the margin for this to happen can end up placing an incredible project (like Hive, of course) on a level comparable to any other more ordinarily common project. We need to look at the new, but refine what is worthwhile.
¿Por qué necesitamos hablar de microblogging?
Dentro o fuera del ecosistema Hive, creo firmemente que el microblogging no es precisamente nuevo para nadie. Es una forma de escribir y publicar contenido breve y rápido que se puede difundir fácilmente en diferentes redes sociales, transmitiendo una idea de forma más ligera, concisa y dinámica que con contenido más extenso y pesado que requiere más tiempo de escritura. ¿Realmente necesitamos elegir un bando o podemos simplemente aprender a coexistir en ambos lados de la misma moneda?
En medio de una sociedad cada vez más inmediata (es decir, más impaciente) en su búsqueda del consumo de información, la WEB 3.0 no estaría exenta de la remodelación necesaria para dar mayor relevancia a todos los conceptos, ideas y pensamientos que se escriben y publican a diario en el espacio digital. Una vez comprendida esta necesidad, la era del microblogging cobra cada vez más fuerza en nuestro ecosistema, y necesitamos comprender mejor lo que está sucediendo. Esta podría ser nuestra puerta de entrada a una adopción masiva.
Ya no podemos ignorar ni descuidar el peso de los snaps, los threads y las waves (que son las tres opciones más populares aquí). También debemos considerar un hecho que, al menos para mí (que me encanta escribir), es algo triste: mucha gente ya no lee ni se preocupa por el contenido extenso, aunque todavía admiten que es importante que quienes escriben los temas los debatan mejor y quienes los leen los comprendan mejor. Creo que el contenido extenso nunca pasará de moda, especialmente para los amantes de la buena escritura esencial.
Muchos factores forman parte de esta ecuación que prioriza un acceso más dinámico a la información (o a cualquier otro tipo de contenido, por trivial que parezca). Se optimiza el tiempo, se usa con más frecuencia para mantener la visibilidad dentro del ecosistema y se amplía la interacción cuando el microblogging se intensifica como una herramienta viable y útil para publicar contenido. Necesitamos valorar este tipo de contenido con mayor frecuencia, así como utilizarlo más, sin olvidar la base que lo sustenta.
Escribir contenido extenso (sobre todo a diario) no siempre es tarea fácil para todos, pero también es importante tener en cuenta que el uso del microblogging de forma banal (es decir, sin ofrecer un contenido principal mínimamente interesante) puede convertir un proyecto completo en algo desechable, y el margen para que esto ocurra puede acabar colocando un proyecto increíble (como Hive, por supuesto) a un nivel comparable al de cualquier otro proyecto más común. Necesitamos mirar lo nuevo, pero refinar lo que vale la pena.
Por que precisamos falar sobre microblogging?
Dentro ou fora do ecossistema da Hive, eu realmente acredito que microblogging não seja exatamente uma novidade para ninguém. Essa é uma maneira de escrever e publicar conteúdos curtos e rápidos que podem ser facilmente melhor disseminados através de diferentes tipos de mídias sociais, carregando uma ideia de maneira mais leve, sucinta e bem mais dinâmica do que conteúdos que são mais pesados, extensos e que realmente demandam mais tempo de escrita. Precisamos realmente escolher um lado, ou podemos apenas aprender a coexistir nos dois lados dessa mesma moeda?
Em meio a uma sociedade cada vez mais imediatista (ou seja, mais impaciente) na busca por consumo de informações, a WEB 3.0 não ficaria isenta do remodelamento que precisa ser feito para que haja uma maior relevância sobre todos os conceitos, ideias e pensamentos que são escritos e publicados diariamente no espaço digital. Uma vez entendendo essa necessidade, a era do microblogging está cada vez mais forte dentro do nosso ecossistema, e precisamos ter uma melhor valorização sobre o que está acontecendo. Essa pode ser nossa porta de entrada para a adoção massiva por aí.
Já não podemos ignorar ou negligenciar o peso dos snaps, threads e waves (que são as três opções mais populares por aqui). Devemos também considerar um fato que ao menos para mim (que adoro escrever) é algo triste: muitas pessoas já não leem ou sequer se importam com conteúdos longos, embora ainda admitam que eles são importantes para que os assuntos sejam melhor discutidos por quem os está escrevendo, e melhor compreendido para quem os está lendo. Eu acho que conteúdos longos nunca irão sair de moda, principalmente para os amantes de uma boa escrita essencial.
Muitos fatores fazem parte dessa equação que prioriza um acesso mais dinâmico as informações (ou a qualquer outro tipo de conteúdo... por mais trivial que ele possa parecer), e nota-se uma otimização de tempo, frequência de uso para manter a própria visibilidade dentro do ecossistema e um nível de interação mais amplo quando o microblogging tem o seu uso intensificado como uma ferramenta viável e útil de publicação de conteúdos. Nós precisamos valorizar esses tipos de conteúdos com mais frequência, assim como usá-los mais... Mas sem esquecer da base que fundamenta isso.
Escrever conteúdos longos (principalmente diariamente) nem sempre é uma tarefa muito fácil para todo mundo, mas, é preciso notar também que o uso do microblogging quando é feito de uma forma unicamente banal (ou seja, sem ter uma oferta de conteúdo primário minimamente interessante), pode tornar um projeto inteiro em algo descartável e a margem para isso acontecer pode acabar colocando um projeto incrível (como a Hive, é claro) em nível de comparação com qualquer outro projeto mais ordinariamente comum. Nós precisamos olhar para o novo, mas lapidar o que presta.