This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
For some time now, I've noticed a certain type of "tactic" in the release of some songs, and basically (in a very summarized way), it involves songs in shorter versions, which are later released in their more extended versions. These choices are absolutely not random, and in general, they are made with songs that have a potential for broader success (and which is usually confirmed by the public itself, when they ask for longer versions of the same song). This is just a "new way" of making and producing music (and maybe it's not even that good).
I personally have more to complain about than to praise in the current recording industry, and this way of making (and producing) music is just another negative point (at least from my point of view as a listener and as a consumer of this sound product). Everything seems to be "coldly calculated" to try to retain as much of the public's attention as possible, thus creating a double consumerism action (since people hear the same sound, but with versions that are intentionally fragmented to double the bet in this "jungle").
This has been a gamble that seems to bring many good results, because the number of music accesses becomes higher, favoring a "new wave" of consumption for listeners. I confess that I don't have the patience or like to spend my time with this type of material, but things are as they are... And I can only be grateful because the type of sound from the musicians I listen to doesn't usually adhere to this type of musical approach. On the other hand, it must be recognized that it is a smart marketing strategy. I just don't think it's something quite functional.
The access metrics are hardly the same. It's like shooting in the dark, because trying to maintain the interest of those who listened to the first version with the same interest in a possible new version is working with speculation (although a portion of the accesses really happen on demand). Therefore, in addition to being uncertain, I think it's tiring for both sides, because they are two types of studio work that don't guarantee success for the song that was chosen as the "favorite" of some project. Maybe it's just another "passing fad".
Redoblando la apuesta.
Desde hace algún tiempo, he notado una cierta "táctica" en el lanzamiento de algunas canciones. Básicamente (en resumen), consiste en lanzar versiones más cortas de las mismas canciones, que luego se publican en versiones más largas. Estas decisiones no son para nada aleatorias; por lo general, se aplican a canciones con potencial para un mayor éxito (lo cual suele confirmar el público, que pide versiones más largas). Se trata simplemente de una "nueva forma" de crear y producir música (y tal vez ni siquiera sea tan bueno).
Personalmente, tengo más motivos para quejarme que para elogiar la industria discográfica actual, y esta forma de crear (y producir) música es otro punto negativo (al menos desde mi punto de vista como oyente y consumidor). Todo parece estar "fríamente calculado" para intentar captar la mayor atención posible del público, creando así un doble consumismo (ya que la gente escucha el mismo sonido, pero en versiones intencionadamente fragmentadas para duplicar la apuesta en esta "jungla").
Esta apuesta parece estar dando buenos resultados, ya que el número de accesos a la música aumenta, favoreciendo una “nueva ola” de consumo entre los oyentes. Confieso que no tengo paciencia ni me gusta dedicarle tiempo a este tipo de material, pero así son las cosas... Y solo puedo estar agradecido, porque el sonido de los músicos que escucho no suele ajustarse a este enfoque musical. Por otro lado, hay que reconocer que es una estrategia de marketing inteligente. Simplemente no creo que sea extremadamente funcional.
Las métricas de acceso son muy diferentes. Es como dar palos de ciego, porque intentar mantener el interés de quienes escucharon la primera versión con el mismo interés en una posible nueva versión es trabajar con la especulación (aunque una parte de los accesos se producen realmente bajo demanda). Por lo tanto, además de ser incierto, creo que resulta agotador para ambas partes, porque son dos tipos de trabajo de estudio que no garantizan el éxito de la canción elegida como la “favorita” de algún proyecto. Quizás sea solo otra "moda pasajera".
Dobrando a aposta.
Já faz um tempo que eu venho percebendo um certo tipo de “tática” no lançamento de algumas músicas e basicamente (de maneiram muito resumida), trata-se de músicas em versões mais curtas, que posteriormente são lançadas em suas versões mais estendidas. Essas escolhas não tem absolutamente nada de aleatórias, e em geral, são feitas com músicas que tem um potencial de sucesso mais abrangente (e que geralmente é confirmado pelo próprio público, quando eles pedem por versões mais alongadas de uma mesma música). Esse é apenas um “novo jeito” de fazer e produzir músicas (e talvez ele nem seja tão bom assim).
Eu particularmente tenho mais a mais reclamar do que a elogiar a indústria fonográfica atual, e esse modo de fazer (e produzir) músicas é apenas mais um dos pontos negativos (ao menos no meu ponto de vista enquanto ouvinte e como consumidor desse produto sonoro). Tudo parece ser “friamente calculado” para tentar reter o máximo possível de toda a atenção do público, criando assim uma ação de consumismo dobrado (uma vez que as pessoas ouvem o mesmo som, mas com versões que são produzidas de maneiras intencionalmente fragmentadas para dobrar a aposta nessa “selva”).
Essa tem sido uma aposta que parece trazer muitos bons resultados, porque os números nos acessos das músicas se tornam maiores, favorecendo uma “nova onda” de consumo para os ouvintes. Eu confesso que não tenho paciência e nem gosto de gastar meu tempo com esse tipo material, mas as coisas são como são... E só posso agradecer porque o tipo de som dos músicos que eu escuto não costuma aderir a esse tipo de abordagem musical. Por outro lado, é preciso reconhecer que é uma estratégia de marketing inteligente. Eu apenas não acho que seja algo extremamente funcional.
As métricas de acesso dificilmente são as mesmas. É como atirar no escuro, porque tentar manter o interesse de quem ouviu a primeira versão com o mesmo interesse em uma possível nova versão é trabalhar com especulações (embora uma parte dos acessos realmente aconteçam por demanda própria). Sendo assim, além de ser algo incerto, penso que seja algo cansativo para ambos os lados, porque são dois tipos de trabalhos feitos em estúdio que não trazem garantias de sucesso para a música que foi escolhida como a “favorita” de algum projeto. Talvez seja só outra “febre passageira”.