This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
At a time where streaming applications maintain the industrial monopoly within music in today's society, Brazil presents a very specific trend (albeit small and possibly momentary) within this universe that evokes sounds from all its pores. I am specifically referring to the production of vinyl records and its gradual pursuit, which actually reached a new peak last year, bringing in revenues of R$ 11 million reais.
I was relatively surprised (positively speaking) when I read about this, because this is very strong proof that the analogue market remains alive. In relation to 2022 revenue, 2023 brought an increase of 136% in the total value, and although the search for vinyl records and CDs is small (not even reaching 1% of the total share), the increase is gradual because the numbers are expressive. In very small steps things are changing.
The aforementioned data were released by a study carried out by the Brazilian Phonographic Market and disseminated through Pró-Música Brasil Produtores Fonográficas Associados, thus promoting the traditional culture of analogue music production, which despite having been literally “swallowed” by the digital era, shows that it has the strength to maintain a tradition that is very important for millions of people who like to consume music in older ways.
This seems to have been a wave that resurfaced during a pandemic period, where social isolation became a great opportunity for many people to rediscover this pleasure of listening to music with its original sound propagations, not to mention the fact that it evokes feelings in older generations, from all over the country. All of this ends up adding positivity to this niche movement, which still has its value.
El creciente mercado de la música en vinilo.
En un momento en que las aplicaciones de streaming mantienen el monopolio industrial de la música en la sociedad actual, Brasil presenta una tendencia muy específica (aunque pequeña y posiblemente momentánea) dentro de este universo que evoca sonidos por todos sus poros. Me refiero específicamente a la producción de discos de vinilo y a su progresiva expansión, que de hecho alcanzó un nuevo pico el año pasado, generando ingresos de R$ 11 millones de reales.
Me quedé relativamente sorprendido (hablando positivamente) cuando leí sobre esto, porque es una prueba muy contundente de que el mercado analógico sigue vivo. En relación a los ingresos de 2022, 2023 trajo un aumento del 136% en el valor total, y aunque la búsqueda de discos de vinilo y CD es pequeña (ni siquiera alcanza el 1% del share total), el aumento es paulatino porque las cifras son expresivas. En pasos muy pequeños las cosas están cambiando.
Los datos antes mencionados fueron difundidos por un estudio realizado por el Mercado Fonográfico Brasileño y difundido a través de Pró-Música Brasil Produtores Fonográficas Associados, promoviendo así la tradicional cultura de la producción musical analógica, que a pesar de haber sido literalmente “tragada” por la era digital, muestra que tiene la fuerza para mantener una tradición que es muy importante para millones de personas a quienes les gusta consumir música de formas antiguas.
Esta parece haber sido una ola que resurgió durante un período de pandemia, donde el aislamiento social se convirtió en una gran oportunidad para que muchas personas redescubrieran el placer de escuchar música con sus propagaciones sonoras originales, sin mencionar el hecho de que evoca sentimientos en las generaciones mayores, de todo el país. Todo ello acaba añadiendo positividad a este movimiento de nicho, que todavía tiene su valor.
O crescente mercado da música em vinil.
Em uma época onde os aplicativos de streaming mantêm o monopólio industrial dentro da música na sociedade atual, o Brasil apresenta uma tendência (ainda que pequena e possivelmente momentânea) bastante específica dentro esse universo que evoca sons por todos os seus poros. Eu me refiro especificamente sobre a produção de discos em vinil e à sua busca gradual que aliás atingiu o novo pico no ano passado, trazendo um faturamento de R$ 11 milhões de reais.
Eu fiquei relativamente surpreso (positivamente falando) quando eu li sobre isso, porque essa é uma prova muito forte de que o mercado analógico permanece vivo. Em relação ao faturamento de 2022, o ano de 2023 trouxe um aumento de 136% no valor total, e embora à busca por discos de vinil e cd’s seja pequena (não chegando a atingir sequer 1% da fatia total), o aumento é gradual porque os números são expressivos. A passos bem pequenos as coisas estão mudando.
Os dados acima mencionados foram divulgados por um estudo feito pelo Mercado Fonográfico Brasileiro e veiculados através do Pró-Música Brasil Produtores Fonográficos Associados, fomentando assim a tradicional cultura da produção da música analógica, que apesar de ter sido literalmente “engolida” pelo era digital, mostra que tem força para manter uma tradição que é muito importante para milhões de pessoas que gostam de consumir músicas de jeitos mais antigos.
Isso parece ter sido uma onda que ressurgiu em meio a época de um período pandêmico, onde o isolamento social se transformou em uma ótima oportunidade para que muitas pessoas redescobrissem esse prazer de ouvir músicas com suas propagações sonoras originais, sem mencionar o fato de evocar sentimentos antigos nas gerações mais velhas, de toda à parte do país. Tudo isso acaba aderindo uma positividade a este movimento de nicho, que ainda tem o seu valor.