This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
Considering the fact that I don't need to literally explain what a meme is (because that's already common knowledge, I believe), I think I can go straight to the point of this post, which is to talk in a simple and direct way about its power within (and outside) social media. This text could easily follow different paths, but from a more recent perspective, I chose music to provide a foundation for the idea of this post (you'll understand why soon).
What can easily be considered a joke to bring fun moments (which is the essence of memes), can actually go much further. An example of this that is "dominating" some social networks relies on a scene from the TV series Your Friends & Neighbors, where the character played by actor Jon Hamm is seen dancing in a nightclub to the sound of "Turn The Lights Off", by Danish DJ Kato in partnership with Jon Nørgaard.
This moment of relaxation became a craze on the internet, mixing different types of real-life situations with the essence of the scene itself and with the music that gives "life" to what is happening, something unexpected happened: a musical track that was released 15 years ago (in the 2010s) was able to reach the top of the Spotify Viral 50 chart, creating (or fostering, depending on each person's mindset) a discussion about the lifespan of the song.
Not just this song, obviously, but music as a whole (as an industry). In an era where the digital aspect has a massive predominance, can older songs still gain space within the wave of "robotized" and "pre-fabricated" digital music? I honestly loved the result of this meme, and its power over how the whole discussion was "rekindled" recently (not to mention the fact that I'm addicted to this song).
Personally speaking, I didn't know this song and I can't say what the starting point of the meme was (in fact, that's a question no one really has an answer to), but the real fact is that I (like so many other people out there) ended up learning about its existence (and its respective creators, musicians and performers). The aspects fostered by this meme sparked my curiosity, which consequently led me to discover something new.
If more memes within this segment go viral, can you imagine how many songs from past decades (and all their respective musicians, creators, performers, and other professionals) could finally gain greater recognition (and appreciation) from people in different parts of the world (since we have streaming channels and so many other avenues that function as powerful social "showcases")? A meme isn't always a waste of time.
El poder de un meme.
Dado que no necesito explicar literalmente qué es un meme (porque creo que ya es de conocimiento público), creo que puedo ir directo al grano de esta publicación: hablar de forma sencilla y directa sobre su poder dentro (y fuera) de las redes sociales. Este texto podría fácilmente tomar diferentes caminos, pero desde una perspectiva más reciente, elegí la música para fundamentar la idea de esta publicación (pronto entenderán por qué).
Lo que fácilmente se puede considerar una broma para generar momentos divertidos (que es la esencia de los memes), en realidad puede ir mucho más allá. Un ejemplo de esto, que está dominando algunas redes sociales, se basa en una escena de la serie de televisión Your Friends & Neighbors, donde el personaje interpretado por el actor Jon Hamm aparece bailando en una discoteca al ritmo de ”Turn The Lights Off", del DJ danés Kato en colaboración con Jon Nørgaard.
Este momento de relajación se convirtió en furor en internet, mezclando diferentes tipos de situaciones de la vida real con la esencia de la escena y con la música que da vida a lo que está sucediendo. Algo inesperado sucedió: una canción musical lanzada hace 15 años (en la década del 2010) logró alcanzar la cima de em la lista Viral 50 de Spotify, creando (o fomentando, según la interpretación de cada persona) un debate sobre la vida de la canción.
No solo esta canción, obviamente, sino la música en su conjunto (como industria). En una era donde lo digital predomina masivamente, ¿pueden las canciones antiguas ganar espacio en la ola de música digital "robotizada" y "prefabricada"? Sinceramente, me encantó el resultado de este meme y su influencia en cómo se “reavivó” el debate recientemente (sin mencionar que soy adicto a esta canción).
Personalmente, no conocía esta canción y no puedo decir cuál fue el punto de partida del meme (de hecho, es una pregunta para la que nadie tiene respuesta), pero lo cierto es que yo (como tantas otras personas) terminé descubriendo su existencia (y sus respectivos creadores, músicos e intérpretes). Los aspectos que este meme fomentó despertaron mi curiosidad, lo que a su vez me llevó a descubrir algo nuevo.
Si más memes de este segmento se viralizan, ¿se imaginan cuántas canciones de décadas pasadas (y todos sus respectivos músicos, creadores, intérpretes y otros profesionales) podrían finalmente obtener mayor reconocimiento (y aprecio) de personas de diferentes partes del mundo (ya que contamos con canales de streaming y tantas otras vías que funcionan como potentes "escaparates" sociales)? Un meme no siempre es una pérdida de tiempo.
O poder de um meme.
Considerando o fato de eu que não preciso explicar literalmente o que é um meme (porque isso já é de conhecimento notório, acredito eu), penso que posso ir direto ao assunto da publicação, que é falar de um jeito simples e direto sobre o poder dele dentro (e fora) das mídias socias. Esse texto poderia seguir facilmente por diferentes vertentes, mas sobre uma perspectiva mais recente, eu escolhi a música para dar alicerce a ideia deste post (logo vocês entenderão a razão).
O que pode ser facilmente considerado como uma brincadeira para trazer momentos divertidos (sendo essa a essência dos memes), na verdade, pode ir muito mais além. Um exemplo disso que está “dominando” algumas redes sociais se apoia em uma cena da série de TV Your Friends & Neighbors, onde o personagem interpretado pelo ator Jon Hamm é visto dançando em uma boate ao som de ”Turn The Lights Off”, do DJ dinamarquês Kato em parceria com Jon Nørgaard.
Esse momento de descontração se tornou uma febre na internet, mesclando diferentes tipos de situação da vida real, com a essência da cena em si e com a música que dá “vida” ao que está acontecendo, aconteceu algo inesperado: uma faixa musical que foi lançada há 15 anos (nos anos 2010) foi capaz de chegar ao topo da parada Spotify Viral 50, criando (ou fomentando, a depender do tipo de interpretação de cada pessoa) uma discussão sobre o tempo de vida da música.
Não apenas dessa música obviamente, mas da música como um todo (enquanto indústria). Em uma era onde o aspecto digital tem uma massiva predominância, as músicas mais antigas ainda podem mesmo ganhar espaço dentro da onda das músicas “robotizadas” e “pré-fabricadas” digitalmente? Eu sinceramente adorei o resultado desse meme, e o poder dele sobre como toda a discussão foi “reacesa” recentemente (sem mencionar o fato de eu estar viciado nessa música).
Particularmente falando, eu não conhecia essa música e nem sei dizer qual foi o ponto zero do meme (na verdade, essa é uma resposta que ninguém na verdade deve ter), mas o fato real é que eu (assim como tantas outras pessoas por aí) acabei tomando conhecimento sobre a existência dela (e dos seus respectivos criadores, musicistas e intérpretes). Os aspectos fomentados por esse meme me despertaram a curiosidade, que por consequência me fez conhecer algo novo.
Se mais memes dentro desse segmento se tornarem virais, vocês já imaginaram quantas músicas de décadas passadas (e todos os seus respectivos músicos, criadores, interpretes e demais profissionais) podem ter finalmente um maior reconhecimento (e apreciação) de pessoas em diferentes partes do mundo (uma vez que temos canais de streaming e tantas outras vertentes que funcionam como poderosas “vitrines” sociais)? Um meme nem sempre é uma perda de tempo.