This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
A little while ago, I was watching some completely random scenes from a documentary (whose name I don't remember) that talked about the music scene within what Generation Z consumes, and honestly, it felt like I was witnessing the birth of a post-apocalyptic industry. I know it sounds like an exaggeration to say that, but for someone who truly loves music as much as I do, seeing how this art form is being "mutilated" is a sad reality. Literally, we are facing a "walking metamorphosis" that nobody asked for. The next steps within this art form may become increasingly shorter, less meaningful, and with less and less soul in their very essence.
Basically, we are facing a production that, for the most part, is sonically empty, excessively inflated with technological resources, with sonically distorted patterns and "characters" previously manufactured to meet the interests of a generation that, it seems, doesn't know what real music is. I understand that these are different decades, but the concept of music is not relative (because it's about structure and not just quality) and needs to be properly understood to be equated with an art that will always have great power. Each generation builds its own interest, but musically speaking... We are really going downhill.
Historically speaking, it's clear that this concept can (and should) be modified. However, we've never reached such bad and uninteresting levels as now. Predatory capitalism seems to have "swallowed" the music industry, and those who seem to have the slightest will to fight against this oppressive system (artistically speaking) tend to fall into "ostracism" before even achieving any notable fame. The way music is made today has a highly negative impact on what music should actually be... Therefore, the future of this art is a "black hole" of enormous proportions. If everything depends on the interests of Generation Z, this art could be pulverized.
Money talks, as expected. This type of "music" is shaping a new generation with increasingly scarce quality standards, but the power of this way of making music has already captured popular taste, and it has the strength to continue because it is precisely this type of music, consumed quickly and without reflection (in the vast majority of cases), and even without a substantial level of technical production quality, that seems to have the perfect "fit" within what the system needs to produce to further encourage this type of consumption (and which obviously works to favor other sectors that make use of this type of sound product to create compulsive marketing).
El poder de la música fragmentada.
Hace poco, estaba viendo escenas completamente aleatorias de un documental (cuyo título no recuerdo) que hablaba sobre la escena musical que consume la Generación Z, y, sinceramente, sentí que estaba presenciando el nacimiento de una industria postapocalíptica. Sé que suena exagerado, pero para alguien que ama la música tanto como yo, ver cómo se está "mutilando" esta forma de arte es una triste realidad. Literalmente, estamos ante una "metamorfosis andante" que nadie pidió. Los próximos pasos en este arte podrían ser cada vez más cortos, menos significativos y con menos alma en su esencia.
Básicamente, nos encontramos ante una producción que, en su mayor parte, carece de profundidad sonora, está sobreexplotada en recursos tecnológicos, con patrones y "personajes" distorsionados, fabricados previamente para satisfacer los intereses de una generación que, al parecer, desconoce la verdadera música. Entiendo que se trata de décadas distintas, pero el concepto de música no es relativo (ya que se basa en la estructura y no solo en la calidad) y necesita ser comprendido adecuadamente para equipararlo con un arte que siempre tendrá gran poder. Cada generación desarrolla sus propios intereses, pero musicalmente hablando... vamos cuesta abajo.
Históricamente hablando, es evidente que este concepto puede (y debe) modificarse. Sin embargo, nunca habíamos alcanzado niveles tan lamentables y desmotivadores como ahora. El capitalismo depredador parece haber "devorado" la industria musical, y quienes muestran la más mínima voluntad de luchar contra este sistema opresivo (artísticamente hablando) tienden a caer en el “ostracismo” antes incluso de alcanzar cierta fama. La forma en que se crea la música hoy en día tiene un impacto sumamente negativo en lo que la música debería ser en realidad. Por lo tanto, el futuro de este arte es un "agujero negro" de enormes proporciones. Si todo depende de los intereses de la Generación Z, este arte podría ser pulverizado.
Como era de esperar, el dinero manda. Este tipo de "música" está moldeando a una nueva generación con estándares de calidad cada vez más escasos, pero el poder de esta forma de hacer música ya ha conquistado el gusto popular y tiene la fuerza para perdurar porque es precisamente este tipo de música, consumida rápidamente y sin reflexión (en la gran mayoría de los casos), e incluso sin un nivel sustancial de calidad de producción técnica, la que parece “encajar” a la perfección con lo que el sistema necesita producir para fomentar aún más este tipo de consumo (y que obviamente beneficia a otros sectores que utilizan este tipo de producto sonoro para crear marketing compulsivo).
O poder da música picotada.
Agora pouco, eu estava assistindo a algumas cenas totalmente aleatórias de um documentário (do qual eu não lembro o nome) que falava sobre o cenário da música dentro do que é consumido pela Geração Z, e sinceramente, parecia que eu estava testemunhando o nascimento de uma indústria pós-apocalíptica. Eu sei que parece exagero falar assim, mas para quem realmente gosta de música como eu gosto, ver como essa arte vem sendo “mutilada” é uma triste realidade. Literalmente, nós estamos diante de uma “metamorfose ambulante” e que ninguém pediu. Os próximos passos dentro dessa arte podem ser cada vez mais curtos, menos significativos, e com cada vez menos alma em sua própria essência.
Basicamente, nós estamos diante de uma produção que, na grande maioria das vezes é sonora vazia, demasiadamente inflada com recursos tecnológicos com padrões sonoramente distorcidos e com “personagens” previamente fabricados para atender aos interesses de uma geração que, ao que parece, não sabe o que é música de verdade. Eu entendo que se tratam de décadas diferentes, mas o conceito de música não é relativo (porque se trata de estrutura e não de apenas qualidade) e precisa ser devidamente compreendido para ser equiparado com uma arte que sempre terá grande força. Cada geração constrói o seu próprio interesse, mas musicalmente falando... Estamos realmente indo de ladeira abaixo.
Historicamente falando, é claro que esse conceito pode (e deve) ir sendo modificado. No entanto, nunca chegamos em níveis tão ruins e desinteressantes quanto agora. O capitalismo predatório parece ter “engolido” a indústria musical, e aqueles que parecem ter o mínimo de vontade para lutar contra esse sistema opressor (artisticamente falando), tende a cair no “ostracismo” antes mesmo de conseguir alguma fama notória. O jeito que se faz música nos dias de hoje traz uma repercussão altamente negativa sobre o que de fato a música deveria ser... Sendo assim, o futuro dessa arte é um “buraco negro” de grandes proporções. Se tudo depender dos interesses da Geração Z, essa arte pode ser pulverizada.
O dinheiro está falando mais alto, como já era esperado. Esse tipo de “música” está moldando uma nova geração com padrões de qualidade cada vez mais escassos, mas o poder dessa forma de fazer música já caiu no gosto popular, e tem força para seguir adiante porque é exatamente esse tipo de música de consumo rápido e sem reflexão (na esmagadora maioria das vezes), e até mesmo sem nível de produção técnica com qualidade substancial, que parece ter o “encaixe” perfeito dentro do que o sistema precisa produzir para incentivar ainda mais esse tipo de consumo (e que obviamente trabalha para favorecer outros setores que fazerem uso desse tipo de produto sonoro para criar marketing compulsivo).