This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
The game imposed by the capitalist system is something that, despite being predictable, works very well to remind us how fragmented society is into quite distinct layers. We all buy to be seen... say those at the top of the food chain who set the rules of the game. We then always buy, out of pure necessity or to feed our own ego. However, when we don't play like that... We are invisible (and so the game is renewed).
Although money is able to keep its omnipresent power (after all, it's something that somehow needs to be ingrained in all social classes... even if in totally unequal proportions, especially when we talk about underdeveloped countries) and dictates the rules... it is the system that defines how we will spend it (and especially how we will spend it). This doesn't seem fair, but that's how it works on paper and is transposed to shape the society in which we live.
There are those who, in some way, still try to act differently to try to break this "vicious circle". On the other hand, the efforts end up being a waste of energy and time. Basically, because the system is too strong to be dismantled by a few people. The top of the hierarchy doesn't want this system to be undone, or even more fair for society as a whole. This only feeds the rotten side of what should be the solution.
The capitalist system has been maintained as a temporarily functional "way out" (there are indeed excellent ideas within the socio-political-cultural context), but it is how it has been "perfected" that brings the real concern about events that haven't even happened yet (but which can already be predicted, and which will certainly result in an even more unequal world in the coming years). The rules of the game may change at some point, but it is the same. Brutally and exactly the same.
El mismo viejo juego.
El juego impuesto por el sistema capitalista, a pesar de ser predecible, nos recuerda con claridad la fragmentación de la sociedad en estratos muy distintos. Todos compramos para ser vistos… dicen quienes están en la cima de la cadena alimenticia y dictan las reglas del juego. Compramos siempre, por pura necesidad o para alimentar nuestro ego. Sin embargo, cuando no jugamos así… Somos invisibles (y así se renueva el juego).
Aunque el dinero mantiene su poder omnipresente (al fin y al cabo, es algo que de alguna manera debe estar arraigado en todas las clases sociales… incluso en proporciones totalmente desiguales, sobre todo en los países subdesarrollados) y dicta las reglas… es el sistema el que define cómo lo gastaremos (y especialmente cómo lo gastaremos). Esto no parece justo, pero así funciona en teoría y así se traduce para dar forma a la sociedad en la que vivimos.
Hay quienes, de alguna manera, aún intentan actuar de forma diferente para romper este “círculo vicioso”. Sin embargo, estos esfuerzos terminan siendo una pérdida de tiempo y energía. Básicamente, porque el sistema es demasiado fuerte para ser desmantelado por unos pocos. La cúpula de la jerarquía no quiere que este sistema se deshaga, ni mucho menos que sea más justo para la sociedad en su conjunto. Esto solo alimenta la podredumbre de lo que debería ser la solución.
El sistema capitalista se ha mantenido como una "salida" temporalmente funcional (de hecho, existen ideas excelentes dentro del contexto sociopolítico y cultural), pero es su "perfeccionamiento" lo que genera verdadera preocupación sobre eventos que aún no han ocurrido (pero que ya se pueden predecir y que sin duda resultarán en un mundo aún más desigual en los próximos años). Las reglas del juego pueden cambiar en algún momento, pero la esencia es la misma. Brutalmente y exactamente igual.
O mesmo jogo de sempre.
O jogo imposto pelo sistema capitalista é mesmo algo que, apesar de previsível, funciona muito bem para nos lembrar o quanto a sociedade é fragmentada em camadas bastantes distintas entre si. Todos nós comprar para sermos vistos... Dizem aqueles que estão no topo da cadeia alimentar e estabelecem as regras do jogo. Nós então sempre compramos, por pura necessidade ou para alimentar nosso próprio ego. No entanto, quando não jogamos assim... Somos invisíveis (e assim o jogo é renovado).
Embora o dinheiro mantenha o seu poder onipresente (afinal, é algo que de alguma maneira precisa estar impregnado em toas as classes sociais... ainda que em proporções totalmente desiguais, principalmente quando falamos em países subdesenvolvidos) dite as regras... É o sistema que define como nós vamos gastá-lo (e principalmente como nós vamos gastá-lo). Isso não parece justo, mas é como funciona no papel e é transposto para moldar a sociedade em que vivemos.
Há aquelas pessoas que, de alguma maneira, ainda até tentam agir de modo diferente para tentar quebrar esse “círculo vicioso”. Por outro lado, os esforços acabam sendo um desperdício de energia e tempo. Basicamente, porque o sistema é forte demais para ser desmantelado por poucas pessoas. O topo da cúpula não quer que esse sistema seja desfeito, ou sequer mais justo para a sociedade como um todo. Isso apenas alimenta o lado podre do que deveria ser a solução.
O sistema capitalista vem se mantendo como uma “saída” temporariamente funcional (realmente há ideias excelentes dentro do contexto sócio-político-cultural), mas é como ele vem sendo “aperfeiçoado” que traz a preocupação real dos eventos que sequer ainda acontecerem (mas que já podem ser previstos, e que certamente irão resultar em um mundo ainda mais desigual nos próximos anos). As regras do jogo podem até mudar em algum momento, mas ele é o mesmo. Brutalmente e exatamente o mesmo.