This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
Yesterday, I was watching a statement by Steven Spielberg (who was giving an interview) about the fact that he believes that, now more than ever, the human race is not alone on this planet called Earth. By the way, if you didn't already know, here's a curious fact about Disclosure Day, the movie he will release on June 12th of this year: the main argument of the script "popped up" in his mind after the recent "political clashes" about aliens came back into focus.
Not only the debates themselves (which even sound like words thrown to the wind), but mainly, everything that the American government must certainly be hiding about what must exist out there (and which is still far from our reach; I mean... at least from the reach of civil society). The idea that underpins the entire plot of Spielberg's next movie is certainly not something new, but the way it will probably be approached is... And the debate will get hotter.
Combining the power of cinema and science fiction with political sordidness paves the way for the production of a mixture with highly explosive potential, and I am very eager to see what Spielberg's vision is on what he thinks is being kept secret by political cells. Alongside screenwriter David Koepp, Spielberg seems to have strong indications to make us believe that we are really not alone anymore... And the script is about all of that.
Perhaps this movie is a kind of "social manifesto" that Spielberg, through the Seventh Art, wants to put out of his brilliant mind; with the surreal magnitude of what he can do and what only cinema can create. It seems to me to be a very personal project, and it is something extremely current (despite being such an old theme). Now is the time to watch this "old story" from another perspective; but this time, things seem to be much more frightening.
There are endless possibilities for dealing with this theme, but the fact that the movie sells the idea of a great revelation with the real chances of impacting the entire planet makes this cinematic project something that will be loved (for its supposed genius) or hated (for its supposed mediocrity)... In short, everything depends on the approach that is chosen. Art, Science and Politics are becoming a single element here, and what will happen from there, no one can predict.
¿Demasiado candente para mantenerlo en secreto?
Ayer, vi una declaración de Steven Spielberg (durante una entrevista) sobre su convicción de que, ahora más que nunca, la humanidad no está sola en este planeta llamado Tierra. Por cierto, si no lo sabían, aquí les va un dato curioso sobre El día de la revelación, la película que estrenará el 12 de junio de este año: el argumento principal del guion "surgió" en su mente después de que los recientes "enfrentamientos políticos" sobre los extraterrestres volvieran a estar en el centro de la atención.
No solo los debates en sí (que incluso suenan a palabras lanzadas al viento), sino principalmente todo lo que el gobierno estadounidense seguramente oculta sobre lo que debe existir ahí fuera (y que aún está lejos de nuestro alcance; quiero decir... al menos del alcance de la sociedad civil). La idea que sustenta toda la trama de la próxima película de Spielberg no es nueva, pero la forma en que probablemente se abordará sí lo es... Y el debate se acalorará.
La combinación del poder del cine y la ciencia ficción con la sordidez política abre el camino a la producción de una mezcla con un potencial altamente explosivo, y estoy muy ansioso por ver cuál es la visión de Spielberg sobre lo que cree que las células políticas mantienen en secreto. Junto con el guionista David Koepp, Spielberg parece tener fuertes indicios de que queremos hacernos creer que ya no estamos solos... Y el guion trata precisamente de eso.
Quizás esta película sea una especie de "manifiesto social" que Spielberg, a través del Séptimo Arte, quiere plasmar desde su mente brillante; con la magnitud surrealista de lo que es capaz de hacer y lo que solo el cine puede crear. Me parece un proyecto muy personal, y algo sumamente actual (a pesar de tratarse de un tema tan antiguo). Ahora es el momento de ver esta "vieja historia" desde otra perspectiva; pero esta vez, las cosas parecen mucho más aterradoras.
Existen infinitas posibilidades para abordar este tema, pero el hecho de que la película venda la idea de una gran revelación con posibilidades reales de impactar a todo el planeta hace que este proyecto cinematográfico sea algo que se amará (por su supuesta genialidad) o se odiará (por su supuesta mediocridad)... En resumen, todo depende del enfoque que se elija. Arte, Ciencia y Política se fusionan aquí, y lo que sucederá después, nadie puede predecirlo.
Quente demais para ser mantido em segredo?
Ontem, eu estava assistindo a uma declaração do Steven Spielberg (que estava dando uma entrevista) sobre o fato dele acreditar que, agora mais do que nunca, a raça humana não está sozinha nesse planeta chamado Terra. Aliás, se vocês ainda não sabem, aqui vai um fato curioso sobre Dia D, filme que ele irá lançar dia 12 de junho deste ano: o argumento principal do roteiro “pipocou” na mente dele após os recentes “embates políticos” sobre alienígenas voltarem ao foco.
Não apenas os debates em si (que até soam como palavras jogadas ao vento), mas principalmente, tudo que o governo americano certamente deve estar escondendo sobre o que deve existir lá fora (e que ainda está longo do nosso alcance; quer dizer... ao menos do alcance da sociedade civil). A ideia que sustenta toda a trama do próximo filme do Spielberg com certeza não é algo novo, mas o modo como ela provavelmente será abordada, sim... E o debate ficará mais quente.
Juntar o poder do cinema e da ficção científica com a sordidez política abre caminho para a produção de uma mistura com potencial altamente explosivo, e eu estou muito ansioso para ver qual é a visão do Spielberg sobre o que ele acha que está sendo mantido em segredo por células políticas. Ao lado do roteirista David Koepp, Spielberg parece ter fortes indícios para nos fazer acreditar que nós realmente não estamos mais sozinhos por aqui... E o roteiro é sobre tudo isso.
Talvez, esse filme seja uma espécie de “manifesto social” que o Spielberg, através da Sétima Arte, deseja colocar para fora da sua mente brilhante; com a magnitude surreal do que ele consegue fazer e do que apenas o cinema pode criar. Me parece ser um projeto muito pessoal, e é algo extremamente atual (apesar de já ser um tema tão antigo). Agora é a hora de assistir essa “velha estória” por outro prisma; mas dessa vez, as coisas parecem ser muito mais assustadoras.
Há possibilidades infinitas de lidar com esse tema, mas o fato do filme vender a ideia de uma grande revelação com as chances reais de impactar todo o planeta torna esse projeto cinematográfico em algo que será amado (pela sua suposta genialidade) ou odiado (pela sua suposta mediocridade)... Enfim, tudo depende da abordagem que for escolhida. Arte, Ciência e Política estão se tornando um único elemento aqui, e o que vai acontecer a partir daí, ninguém pode prever.