This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
The world has changed. Therefore, the essential demands of a society have also changed along with it. These are self-complementary and interdependent "units". Considering the technological age we are experiencing, we have countless benefits around us, which are even capable of optimizing our time well (in different ways) in relation to practically everything we can imagine. However, to what extent is convenience beneficial? In fact, how are we taking some kind of advantage related to time optimization that needs to favor us within the game? Welcome to the "minefield".
If today, everything has the effective potential to reach us much more easily... What will "prevent" us from becoming a "sick" society before that can even happen in a biologically natural way? Practicality brings time optimization, but it works against our interests by making us relaxed human beings regarding health issues, for example (and here I am referring not only to physical health... but also to mental health). A new way of living may be emerging... And laziness, as a famous cardinal sin, can become a destructive vice that is difficult to control.
Some movies have already addressed this theme (including animated movies), and although the reflections have been somewhat superficial (bringing a lighter, but still reflective context), it is very interesting to see how there is a gradual concern about the type of society we are becoming. Disregarding extremist views and meaningless rhetorical opinions, we need to rethink the way we live in a highly technological society, which is finding in the practicality of actions a kind of distortion in relation to the way human evolution has evolved.
Every day we are faced with some kind of technological advancement. This is not necessarily a bad thing, but in a less "poetic" way, it is necessary to understand that every evolution has two sides. If on the one hand we have the chances to draw up plans and execute ideas with more agility and fewer chances of errors... On the other hand, we become "hostages" of a manipulation that seems to be out of our control (which becomes ironic, considering the fact that we are the ones making this kind of evolution happen). This is a "paradox" that deserves urgent discussion.
¿En qué tipo de sociedad nos estamos convirtiendo?
El mundo ha cambiado. Por lo tanto, las necesidades esenciales de una sociedad también han cambiado con él. Se trata de "unidades" autocomplementarias e interdependientes. En la era tecnológica que vivimos, contamos con innumerables ventajas a nuestro alrededor, capaces incluso de optimizar nuestro tiempo (de diversas maneras) en relación con prácticamente todo lo que podamos imaginar. Sin embargo, ¿hasta qué punto es beneficiosa la comodidad? De hecho, ¿cómo aprovechamos una optimización del tiempo que debería favorecernos en el juego? Bienvenidos al "campo minado".
Si hoy en día todo tiene el potencial efectivo de llegar a nosotros con mucha más facilidad... ¿Qué nos "impedirá" convertirnos en una sociedad "enferma" antes de que esto ocurra de forma biológicamente natural? La practicidad conlleva la optimización del tiempo, pero actúa en contra de nuestros intereses al hacernos personas relajadas en lo que respecta a la salud, por ejemplo (y aquí me refiero no solo a la salud física, sino también a la mental). Puede que esté surgiendo una nueva forma de vida... Y la pereza, como un famoso pecado capital, puede convertirse en un vicio destructivo y difícil de controlar.
Algunas películas ya han abordado este tema (incluidas las de animación), y aunque las reflexiones han sido algo superficiales (aportando un contexto más ligero, pero aun así reflexivo), resulta muy interesante observar cómo crece gradualmente la preocupación por el tipo de sociedad en la que nos estamos convirtiendo. Dejando de lado las posturas extremistas y las opiniones retóricas vacías, necesitamos repensar nuestra forma de vida en una sociedad altamente tecnológica, que encuentra en la practicidad de las acciones una especie de distorsión con respecto a la evolución humana.
Cada día nos enfrentamos a algún avance tecnológico. Esto no es necesariamente malo, pero, en un sentido menos "poético", es necesario comprender que toda evolución tiene dos caras. Si bien, por un lado, tenemos la oportunidad de elaborar planes y ejecutar ideas con mayor agilidad y menos margen de error, por otro, nos convertimos en "rehenes" de una manipulación que parece estar fuera de nuestro control (lo cual resulta irónico, considerando que somos nosotros quienes impulsamos este tipo de evolución). Esta es una "paradoja" que merece un debate urgente.
Que tipo de sociedade nós estamos nos tornando?
O mundo mudou. Sendo assim, as demandas essenciais de uma sociedade também mudaram junto com ele. Essas são “unidades” auto complementares, e interdependentes. Considerando a era tecnológica que nós estamos vivenciando, nós temos inúmeros benefícios ao nosso redor, que são inclusive capazes de otimizar bem o nosso tempo (de diferentes formas) em relação a praticamente tudo o que nós podemos imaginar. No entanto, até onde a comodidade é benéfica? De fato, como nós estamos tirando vantagem de uma otimização de tempo que precisa nos favorecer dentro do jogo? Bem-vindos ao "campo minado".
Se hoje, tudo tem um efetivo potencial de chegar até nós com muito mais facilidade... O que vai nos “impedir” de nos tornarmos uma sociedade “adoecida” antes mesmo que isso possa acontecer de uma maneira biologicamente natural? A praticidade traz otimização de tempo, mas joga contra os nossos interesses por nos tornar seres humanos relaxados quanto a questão de saúde, por exemplo (e aqui eu me refiro não apenas a saúde física... mas também a saúde mental). Um novo modo de viver pode estar emergindo... E a preguiça, como famoso pecado capital, pode se tornar um vício destrutivo e de difícil controle.
Alguns filmes já trataram dessa temática (incluindo filmes animados), e ainda que as reflexões tenham sido um tanto quanto superficiais (trazendo um contexto mais leve, mas ainda reflexivo), é muito interessante perceber como há uma preocupação gradual sobre o tipo de sociedade que nós estamos nos tornando. Desconsiderando as visões extremistas e opiniões retóricas sem sentido, precisamos repensar o modo de viver em meio a uma sociedade bastante tecnológica, que está encontrando na praticidade das ações uma espécie de deturpação em relação ao modo de evolução humano.
Todo dia estamos diante de algum tipo de avanço dentro da tecnologia. Isso não é necessariamente algo ruim, mas de uma maneira menos “poética”, é preciso entender que toda evolução tem dois lados. Se por um lado temos as chances de traçar planos e executar ideias com mais agilidade e menos chances de erros... Por outro, nos tornamos “reféns” de uma manipulação que parece estar fora do nosso controle (o que se torna irônico, considerando o fato de que somos nós que estamos fazendo esse tipo de evolução acontecer). Esse é um “paradoxo” que merece uma discussão urgente.