Golpeaba el mar con fuerza las rocas que descendían de la montaña. Intentaba arrancarles pedazos en su frustración enconada, más solo caricias sentían las rocas que con un aire a desgracia permanecían inalterables.
Tiempo que gobierna la vida de las criaturas que habitan los mares. Tiempo que marca el comienzo de su vida y el final de sus caminos. La libertad en las profundidades viene con una carga llamada oscuridad. El frío es más siniestro a medida que desciendes a los abismos.
La oscuridad no es soledad, pues muchos de ustedes aletean felices en las tinieblas, alardeando sus tretas asesinas y esperando pacientes por los incautos que creen sus mentiras. Un populacho enorme que resulta escalofriante.
Necesaria nostalgia que inspira versos y poemas, odas y canciones que el viento quisiera llevar a la distancia… al horizonte, donde el alba nace igual que las ilusiones para albergar en su seno la luz del amanecer.
Desesperado escribo en piedra mis lágrimas, con la esperanza de que las olas rompan en pedazos mis recuerdos fútiles. Ansioso por las tormentas que mudan los corazones, que arrancan las raíces más robustas; pero que cambian la faz del arrogante destino que pretende hacerse dueño de los pensamientos… solo los supersticiosos creen sus engaños.
Gracias a estos testigos por su apoyo constante y orientación, ustedes merecen un voto de confianza:
Versão em português
O mar bateu forte nas rochas que desciam da montanha. Ela tentou desfazê-los em pedaços em sua frustração ardente, mas apenas as carícias sentiram as rochas que com um ar de infortúnio permaneciam inalteráveis.
O tempo que rege a vida das criaturas que habitam os mares. O tempo que marca o início de suas vidas e o fim de seus caminhos. A liberdade nas profundezas vem com uma carga chamada escuridão. O frio é mais sinistro à medida que se desce ao abismo.
A escuridão não é solidão, pois muitos de vocês vibram felizes na escuridão, exibindo suas artimanhas assassinas e esperando pacientemente que os incautos acreditem em suas mentiras. Uma multidão imensa que está arrepiando.
Nostalgia necessária que inspira versos e poemas, odes e canções que o vento gostaria de levar à distância... ao horizonte, onde nasce a aurora como as ilusões para abrigar em seu seio a luz da aurora.
Desesperado, escrevo minhas lágrimas em pedra, esperando que as ondas quebrarão minhas memórias fúteis em pedaços. Ansiosos pelas tempestades que mudam os corações, que desenraizam as raízes mais robustas; mas que mudam a face do destino arrogante que finge tornar-se mestre dos pensamentos... só os supersticiosos acreditam em suas decepções.
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English version
The sea hit hard the rocks that descended from the mountain. It tried to tear them to pieces in its festering frustration, but only caresses felt the rocks that with an air of misfortune remained unalterable.
Time that governs the life of the creatures that inhabit the seas. Time that marks the beginning of their lives and the end of their paths. Freedom in the deep comes with a burden called darkness. The cold is more sinister as you descend into the abysses.
Darkness is not loneliness, for many of you flutter happily in the darkness, flaunting your murderous wiles and waiting patiently for the unwary who believe your lies. A huge mob that is chilling.
Necessary nostalgia that inspires verses and poems, odes and songs that the wind would like to carry to the distance... to the horizon, where the dawn is born just like the illusions to shelter in its bosom the light of dawn.
Desperate I write my tears in stone, hoping that the waves will break my futile memories into pieces. Anxious for the storms that change hearts, that uproot the most robust roots; but that change the face of the arrogant destiny that pretends to make itself master of thoughts... only the superstitious believe their deceptions.