- Quem sou eu.
- O que faço na vida.
- Qual será o Conteúdo desse Espaço Aqui.
- Por que pode ser bom ler esse tipo de conteúdo.
Então vamos começar...
QUEM SOU EU:
Sou balsaquiana, amante da noite e de poesias da Cecília Meireles. Gosto da solidão e de boas companhias. Amo pão de queijo e açaí. AMO Matemática e Literatura, mas gosto de estudar e de ler praticamente qualquer conteúdo. Escritora de poesias desde os 8 e de diários desde os sete. Praticante de meditação desde os 14. Blogueira desde os 15. O primeiro livro veio, também, aos 15. Foi uma coletânea de várias poesias que escrevera desde criancinha. Hoje, troquei as poesias pelos RELATOS PESSOAIS e por escritos de PERCEPÇÕES cotidianas.
O QUE EU FAÇO NA VIDA?
Atualmente saio pra correr bem cedinho e depois estudo, estudo e estudo mais um pouco. Mas gosto muito de escrever e por isso sempre encontro tempo pra isso. Na adolescência, quis fazer jornalismo. Mais tarde me envolvi com arquitetura e, no final das contas, me tornei arquiteta... Mas hoje estudo pra concursos públicos da área de auditoria fiscal.
Adoro ler e escrever relatos e percepções. Escrevo todos os dias, mas não publico tudo nas redes. Escrevo para acalmar a alma e aquietar a mente. Escrevo sobre o cotidiano, as relações e descobertas pessoais e espirituais, pois sinto escrever é como costurar a colcha de retalhos das nossas experiências, ajuda-nos a descobrir quem somos.
- Qual será o Conteúdo desse Espaço Aqui?
Relatos Pessoais, Inspirações Curtas e Percepções do Cotidiano.
O primeiro contato com esse gênero literário tão rico me veio com a leitura de uma obra bem simples e leve: o livro "Fomos maus alunos", do Rubem Alves e do Gilberto Dimenstein. Talvez exatamente pela simplicidade e descontração da obra é que a riqueza do gênero ficou em evidência e chamou a minha atenção. A abordagem é BEM DIFERENTE da abordagem de um diário, por exemplo, que não deixa de ser um tipo de Relato Pessoal. A diferença é que esse tipo de Relato, como o do Rubem Alves e do Gilberto Dimenstein, está direcionado ao interlocutor e, por isso, precisa ir direto ao ponto e contar apenas as experiências que podem , de alguma forma, ampliar a visão do leitor sobre determinado aspecto da vida.
Por que pode ser bom ler esse tipo de conteúdo.
O livro "Fomos Maus Alunos", por exemplo, mostra um diálogo entre os dois escritores. Eles são muito diferentes e cresceram em ambientes, famílias e religiões distintas. Mesmo assim, é possível captar na obra um ponto chave que a torna rica: ambos permaneceram às margens da educação de suas épocas. A não adaptação ao meio que os cercava lhes trouxeram muitas dificuldades, porém, fazendo do limão uma limonada, eles quebraram paradigmas e acabaram construindo a própria educação. Eles aprenderam com as dificuldades e fizeram da aprendizagem um espaço de liberdade e descobertas pessoais.
O relato pessoal é assim: ele nos empresta a experiência de outro indivíduo, junto com a sua forma de ver o mundo, para que nós mesmos possamos rever a nossa própria forma de pensar e agir.
O Relato Pessoal nos transporta para o cerne das experiências e dos acontecimentos: que é a própria perspectiva do indivíduo.
Como dizem, quando alguém julga a nossa trajetória, devemos emprestar-lhe os nossos sapatos. É isso que os autores de relatos fazem - eles te expõem experiências boas e ruins que viveram e, através delas, fazem-te compreender todo o aprendizado que permeou aquelas experiências. Os Relatos podem ensinar algo, arrancar de nós algumas risadas (alguns são bem cômicos e se parecem com piadas), ou podem até mesmo nos fazer confrontar as nossas próprias certezas e formas padrões de agir e de enxergar o mundo.
Por que ESCREVER Relatos Pessoais, inspirações e percepções cotidianas?
Com o tempo, descobri que, ainda mais agradável do que ler um relato pessoal, é sentar pra escrevê-los, ou então ler um relato próprio - antigo. É que trazer a nossa trajetória à luz da nossa própria consciência nos ajuda a compreender melhor muitos aspectos da vida: os caminhos que estamos seguindo, o que desejamos, como nos sentimos em relação ao que estamos vivendo e qual a melhor maneira de seguir em frente.
É uma forma de nos situarmos dentro da nossa própria vida, podendo, assim, nos desfazer de velhas ações condicionadas pelas janelas do inconsciente. É uma possibilidade de adquirir maior discernimento para lidar com diversas situações, pois, através da recapitulação das nossas experiências, nos tornamos capazes de vê-las com um olhar mais desanuviado - ou seja, como elas realmente são - ao invés de enxergá-las através das neblinas decorrentes das nossas crenças limitantes.
O aprendizado que advém da leitura e, principalmente, da escrita de relatos pessoais nos liberta das fórmulas rígidas que outrora criáramos para lidar com vida e, desta forma, torna as nossas ações menos condicionadas pelo passado.
Leio e escrevo percepções cotidianas porque aprendi que entender a minha trajetória é o primeiro passo para curar o passado e poder me colocar, assim, inteiramente livre para me conectar com o momento presente de uma maneira mais plena.
Já postei aqui alguns textos. Espero que agradem.
Um abraço!
Amanda