Olá, comunidade Hive! É um prazer iniciar esta jornada. Meu nome é Angélica, falo de Santa Maria, Rio Grande do Sul, e hoje abro as portas do meu processo criativo e acadêmico para este ecossistema descentralizado sob o pseudônimo de Frida Resiste.
Quem sou eu? Uma trajetória de busca e voz.
Sou Advogada com 6 anos de experiência nas áreas criminal, trabalhista e de família, e Mestre em Direito. Minha caminhada acadêmica sempre foi guiada pelo desejo de compreender as invisibilidades sociais e dar voz a quem o sistema muitas vezes silencia.
Minha dissertação de mestrado explorou a liberdade de expressão através do RAP no sistema prisional, analisando o caso do cantor Dexter — um estudo que me levou desde as origens do gênero na Jamaica e EUA até a realidade das celas brasileiras e a potência da arte como resistência.
A Pesquisa e o Doutorado
Atualmente, sou doutoranda em Direito (com créditos concluídos e projeto qualificado!). Minha tese foca em um tema urgente e sensível: a violência e a criminalidade contra a trabalhadora doméstica no Brasil. Além disso, possuo formação como Técnica em Segurança do Trabalho, o que me permite unir a saúde do trabalhador à proteção jurídica.
Por que "Frida Resiste"?
Recentemente, encontrei na comunicação digital uma nova forma de atuar. No TikTok e no Kwai, utilizo o nome Frida Resiste. Escolhi essa figura icônica para simbolizar a resiliência e a arte que transformam a dor em força. Meu foco atual é a produção de conteúdo sobre a violência contra a mulher, traduzindo temas jurídicos complexos em uma linguagem acessível e combatente.
O que pretendo compartilhar aqui?
Este blog será um espaço híbrido, onde a academia encontra a vida real:
-Pílulas Jurídicas: Direitos das mulheres e dos trabalhadores de forma direta.
-Reflexões sobre o Cárcere: Compartilhando insights sobre sistema prisional e cultura RAP.
-Diários do Doutorado: Os desafios finais na escrita da minha tese.
-Processo Criativo: Bastidores de edição de vídeo e design.
Estou aqui para aprender sobre a Web3, construir conexões reais e provar que a teoria acadêmica pode (e deve) ganhar as ruas e as redes. Vamos conversar?