Eu me considero um azarado. Ou um cara amaldiçoado pela Malévola ao nascer.
Eu sei, eu sei que não é o melhor modo de enxergar a vida mas, se vocês seguirem minhas histórias, provavelmente me darão razão.
Quando eu era jovem a vida parecia tão maravilhosa.
Para, para, isso é letra de música do Supertramp.
Desde que me entendo por gente, me sinto uma pessoa perdida dentro de mim mesmo.
Vou tentar explicar.
Eu era considerado um saco de pancadas na escola quando tinha uns 12 anos.
Garotas? Bem, Eu conheci algumas mas, apenas como amigas.
Eu tinha dificuldade de expor meus sentimentos e, na indecisão, sempre aparecia alguém na minha frente e as ganhava.
E isso me segue desde o começo dos tempos.
É isso ai.
Se eu vou comprar alguma coisa, sempre chegou alguém antes comprou e levou o item.
Isso se repete como um padrão
Eu não vou nem mencionar a companhia telefônica, os correios e as tvs por assinatura tentando me levar a loucura.
Minha primeira história é sobre como uma tv por assinatura incompetente me fez cancelar a assinatura.
A NET tv tentou instalar um decoder que sintonizava canais em HD, que na época era uma novidade mas, a imagem que começou congelando de vem em quando passou a ficar que nem um quadro de Picasso a maior parte do tempo.
Trinta visita de técnicos depois eu cancelei o serviço e isso foi logo depois de ouvir de um deles que a minha lâmpada fluorescente poderia estar influenciando no aparelho da empresa.
Perguntei-lhe se para assistir a tv com uma imagem impecável e sem falhas eu teria que mudar para uma caverna.
Ok!
Isso foi uma curta história somente pra testar a receptvidade de vocês.
Até uma próxima vez.