"Somos muito pequenos. Como ratos que têm que ir pela vida fazendo buracos, porque não temos nem ideia de outra coisa para fazer."
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La Casa de Papel retrata um plano ousado de "roubar" a casa da moeda da Espanha.
Por mais que seja óbvio que na vida real tudo que é demonstrado não daria muito certo por 'n' motivos, a série consegue te prender e criar diversas reflexões e emoções.
Para mim, um excelente roteiro e uma ótima direção. Tudo foi muito bem conduzido, com diversos pontos que se amarram durante a história e que te causa uma reflexão: quem são os mocinhos e quem são os bandidos?
A trama consegue nos aproximar tanto do lado policial quanto do lado bandido, mas causa diversas dúvidas ao mesmo tempo. Você nunca sabe se quer que a policia pegue ou não a quadrilha.
De forma bem articulada e com conversas filosóficas, joga para o público a grande questão sobre algumas pessoas terem o poder de fabricar dinheiro, a forma como a policia trabalha e brinca com a mente humana em jogos psicológicos.
Eu, particularmente, gosto bastante de estudar a mente humana e a forma como lidamos com a vida. E em La Casa de Papel este é um tema muito bem explorado. Em meio a uma situação caótica, surge o amor, o medo, o desespero, a ansiedade, a paciência, família, sonhos, ambições... tudo abordado de uma forma genial.
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Por enquanto está disponível na Netflix 2 temporadas, que já finalizam a história. Mas foi anunciado uma nova temporada, talvez por conta do sucesso querem explorar um pouco mais.
Sinopse
Oito habilidosos ladrões se trancam na Casa da Moeda da Espanha com o ambicioso plano de realizar o maior roubo da história e levar com eles mais de 2 bilhões de euros. Para isso, a gangue precisa lidar com as dezenas de pessoas que manteve como refém, além dos agentes da força de elite da polícia, que farão de tudo para que a investida dos criminosos fracasse.