Olá, pessoal!
Aproveitei o feriado de carnaval para assistir a um filme que queria ver desde o lançamento no cinema.
Além do tema ter me interessado, estão no elenco dois dos meus atores favoritos, Tom Hanks e Emma Watson.
A trama gira em torno de Mae (Watson), que começa a trabalhar no Círculo para conseguir recursos e ajudar seu pai com uma doença grave.
O Círculo é uma megaempresa de tecnologia à la Google e Facebook, onde os colaboradores encontram tudo o que precisam um só lugar: trabalho, lazer, cultura, alimentação, esporte, etc.
A empresa também conta com uma rede social chamada “True You”.
Nela, quanto mais interação, mais influência se tem no Círculo.
Mae, que se mostra no início uma pessoa introspectiva, com poucos amigos e que gosta de ter seus momentos sozinha, se vê “forçada” a viver na comunidade e compartilhar sua vida pessoal, participar das festas e atividades da empresa, pelo simples fato de viver em grupo e ter companhia para postar na rede social.
Uma parte do filme em particular me chamou a atenção:
Mae volta para casa para passar o fim de semana. Quando retorna ao Círculo na segunda, os colegas de trabalho a questionam sobre onde estava, o que fez, por que não compartilhou nada na rede social? Como se, quando você não atualiza seu feed, não viveu nada.
Certo, até aí o filme critica tecnologias, principalmente de vigilância e exposição da vida particular, com discursos de Eamon (Hanks) afirmando que “segredos são mentiras” e que “a privacidade é um roubo”.
Há duas situações em que a tal tecnologia do Círculo interfere, trazendo resultados opostos. Daí que o posicionamento do longa se perde.
A trama é interessante, dá margem e possibilidades para questionamentos e reflexões, mas faz uma análise superficial e sem posicionamento, de modo que fica vago o objetivo tanto da protagonista, quanto a mensagem que o filme quis passar.
Uma pena.
Essa foi a minha opinião sobre o filme.
E você, já assistiu? Tem uma opinião diferente sobre ele?
Me deixe saber nos comentários.
Beijos e até a próxima