Velhas Práticas Usadas Corretamente
Prólogo
Quem nunca, não é mesmo? (Essa pergunta é generalizadora, e sei que alguns nunca fizeram isso, mas, um pouquinho de sal para apimentar a discus... Só um minuto! Sal para apimentar? Que eu saiba "sal, salga", "pimenta, apimenta". Deixa de ser burro!)
Nota inicial (adoro): de vez em quando meu Superego toma conta, mas meu Id é mais forte, entra com voadora nele, e tudo volta ao normal (ou tudo fica louco de vez).
Essa tendência é muito antiga, e a mais utilizada, talvez, para angariar votos. Por vezes, até dá certo, mas muitas vezes, isso não ocorre. Mas, por quê?
Primeiros Dias
Eu não me lembro dos primeiros dias aqui no Steemit (mas achei que o subtítulo pegava bem). Quando criei meu perfil, acho que já estava nos oitavos dias. Mas, o que percebi foi: havia alguns usuários bem ativos e, depois, com o advento do Hardfork 18, a coisa piorou. Muitos usuários "de peso" (acho que, agora, entendo o termo "baleia") decidiram não participar tanto "pessoalmente", configuraram seus robôs para votar nos mais prestigiados e a coisa seguiu como uma retaliação à revolta dos peixinhos. (Juro por Deus, me senti, neste momento, em um livro de história e lembrei de Balaiada, Cabanagem, Guerra dos Farrapos. Como podemos chamar a nossa? "Insurgência das Iscas"? Essa é a minha entrada.)
Então, com a "escassez" de usuários, foi uma correria para "marquetar" a plataforma em todos os lugares do universo. Eu lia publicações de usuários que entravam em contato com influenciadores no Facebook, no Twitter, ou em outras redes sociais imensas, convidando-os para entrar no Steemit. Gente, havia até mesmo promessa de oferecer dinheiro para a pessoa entrar. Sério mesmo! Chegou a esse ponto! Houve até "publicação-convite" feita para arrecadar rendimentos, e a metade seria dada ao convidado, caso entrasse na plataforma. Eu, curioso, fui lá ver a publicação. Caral...ca (acho que "caraca" fica melhor), a publicação recebeu uma votação incrível, conseguiu arrecadar um bom dinheiro, e a pessoa não entrou na plataforma (eu sei disso, porque eu acompanhei uma conversa posterior e a coisa deu com os burros n’água).
Gente, eu não tenho nada contra quem convida amigos para vir à plataforma. Não tenho mesmo. Agora, convidar alguém por meio de promessa de pagamento? Parece até coisa de político! Poxa, todo mundo aqui se esforçando para caramba, escrevendo textos com conteúdo, trabalhando duro para ter um lugarzinho ao sol, e isso acontece? Por que não emprega esse dinheiro para fomentar o trabalho de peixinhos? (Enfim, essa é minha opinião aqui no meu blog. Ele pode fazer o que quiser com os SBDs dele, mas eu também posso pensar o que quiser de uma ação como essa.) E outra coisa, porque a pessoa não convidou um Zé Ninguém (desculpe, não estou desdenhando, mas empregando carga emotiva ao texto), pagando a mesma coisa para ele, mas foi direto em influenciadores do mundo virtual? Enfim, essa coisa de "ah, estou tentando ajudar a plataforma" não rola como explicação para mim, não! Você está tentando ajudar a si mesmo, desculpa querido! (Nossa, joguei o cabelo sem querer aqui! Eu realmente vivencio o que escrevo!)
Tá bem, , mas o que isso tem a ver com "comentar e votar nas publicações"?
Explicação
Acho que a ideia acima acabou sendo um verdadeiro tiro no pé do cidadão, e muitos usuários comuns, como eu e você, resolveram criar seus perfis. "Uh, uh, vamu invadi!" Foi algo nesse nível, e o site ganhou vários editores de uma hora para outra, e nenhum era influenciador. Amei de verdade! (Para infortúnio e total tristeza dos mega preocupados com o marketing da plataforma convidando somente influenciadores!)
O problema foi o seguinte: com a entrada de um monte de gente, com o sistema atualmente em vigor no Steemit, ou seja, somente o botão "Follow" e um monte de "etiquetas" (tags) criadas a esmo, a leitura das publicações rareou mais ainda. Então, houve a necessidade de se lançar mão de velhos hábitos: preciso chamar a atenção de alguma forma, mas como? Comentando e esperando que comentem o meu trabalho. É verdade! Essa tática é velha, mas pode ser eficaz, dependendo de como você faça, como são seus comentários, quem é a pessoa abordada, enfim, não é uma prática condenável, muito pelo contrário, ela deve ser realizada, porque é assim que se cria interação e se consegue verdadeiros seguidores. Mas o jeito que ocorre hoje, não acho muito religioso não. A tendência ainda se pauta no seguinte: "quanto mais melhor" ou "quanto mais comentários (vazios, diga-se de passagem), mais chances de um votinho na minha publicação".
Eu defendo os comentários em todos os sentidos, mas não desprovidos de fundamento ou totalmente vazios, como se vê, e muito, por aqui nesses dois últimos meses. Eu mesmo, por conta de bons comentários que fiz (ah, quando eu comento, eu comento mesmo) e que recebi, fui levado a visitar alguns perfis e ler publicações e, vou dizer o seguinte, fiquei muito feliz, pois acabei encontrando pessoas belíssimas!
Nota final: Perdão pelas brincadeiras, mas é meu jeito de contar os fatos. Minha motivação para escrever este texto deve-se à leitura do comentário de , que pode ser visto aqui. Então, se houver algum furdunço aqui, a culpa é dela! (pelamordideus,
, é brincadeira, viu? Vamos fazer o seguinte, se essa publicação receber mais de $150, a metade é sua! No duro, você fica com a metade! Reza forte aí, porque eu já coloquei um despacho enorme na encruzilhada pedindo isso!)
Obrigado, pessoal! Comentem, digam o que pensam, interajam, enfim, sejamos felizes juntos e sintam-se abraçados por mim de forma verdadeiramente positiva!
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Muito obrigado por sua visita e comentários!
Abraços, !
Publicação de 13 de julho de 2017.