“Chega de Maluquice, ou Não”
Então, eu pensei (eu faço isso, às vezes): "acho melhor descrever o que estou fazendo de uma forma mais organizada".
Quando escrevo, os títulos costumam vir com facilidade. Penso em títulos que possam prender o leitor, mas não sigo muito essa regra e, algumas vezes, os títulos são uma porcaria. Mas, quando não tem jeito, fica o que sai mesmo, e eu consigo viver com isso (claro, depois de tomar uma caixa de calmante, eu consigo esquecer o episódio do "título tenebroso").
No fundo, eu tive ume síncope nervosa com as descrições. Gente, é sério, eu estou há uns três dias publicando minhas poesias porque as entidades que vivem dentro de mim não conseguem chegar a um acordo sobre como "descrever" o que vou publicar. Cansado, fui almoçar fora para pensar no assunto.
Pensamentos
Assim que saí do prédio, a primeira coisa que me veio foi o ar gelado da rua! Chessus, o que é isso? Achei que estava frio lá fora, mas não congelante. Olhei para o termômetro que fica na frente da Tribuna de Petrópolis e estava marcando 8ºC. Caral...ca, 8ºC ao meio-dia? Hoje à noite neva, certamente!
Foi aí que pensei (ando fazendo muito isso, ultimamente): "hummm, Tribuna de Petrópolis, vou lá". Ao entrar no prédio, dei de cara com uma ex-aluna minha. Estava linda, trabalhando como atendente do jornal. Ela me reconheceu, conversamos um pouco, e pedi a ela que me levasse até os editores do periódico. Infelizmente, não estavam lá. Era hora do almoço até mesmo para eles. Que burro que sou! Mas valeu, porque houve um momento "flash back" com a aluna e rimos muito. (Ela foi uma aluna maravilhosa, se fossem outros, seria um momento "flash black", ou seja, momento "trevoso".)
Quando saí do prédio, veio o estalo!
Descrições
Havia pisado em um graveto, mas o estalo foi tão alto, que me assustou!
Bom, a visita me fez pensar (Pai do Céu, tô me sentindo o inteligente) e surgiram algumas descrições na minha cabecinha. Percebi, também, que as entidades dentro de mim gostaram da ideia, pois permaneceram caladas. Enfim, paz!
Anuncio que, a partir de hoje, teremos Diário de Bordo, para contar os fatos da vida (minha ou dos outros; no fundo mais meus fatos e observações mesmo, porque, se os outros souberem que eu tô fazendo a linha "Boca de Matilde", a coisa não vai ficar muito religiosa para o meu lado, não). A Carta ao Leitor será mais para minhas opiniões, sugestões e críticas, até mesmo reclamações (e meter a boca no trombone), claro com uma pitadinha de humor, não é bee?
Maluquices
Mas, tem hora que precisamos de um refresco, não é mesmo? Será o momento de publicar fotos, trabalhos manuais que faço, desenhos, vídeos, publicações sobre minha coleção de mais de 20.000 selos, e assim por diante. Ainda não pensei em uma descrição para essas publicações, mas ela virá. Neste caso, as entidades estão brigando por uma boa descrição!
Nota: As entidades que em mim habitam fazem parte da minha única cabeça de geminiano. Pois é, dizem que temos uma personalidade dupla, bom, eu acho que temos é um time de futebol, com reservas e tudo, falando ao mesmo tempo. Brincadeira! Essa coisa de entidade quer dizer que sempre podemos mudar de ideia, não há nada errado com isso (desde que a ideia a ser mudada não tenha a ver comigo, porque, caso contrário, eu chamo minhas entidades e ai, IIIIIAAAA HA HA HAAAA HAHA HAAAAA, a Pombagira desce doida com navalha na mão e tudo). Espero que tenham se divertido com a leitura; essa foi a intenção!
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Muito obrigado por sua visita, carinho na leitura e comentários!
Abraços, !
Publicação de 19 de julho de 2017.