This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
All of us who are already part of this immeasurable universe of crypto-economics already know that blockchain technology and cryptocurrencies have an incredibly exponential potential. We don't know what the limits are, and every day the possibilities for growth, uses, and applications increase more and more. However, have you ever wondered how far so much branching out can take us? To be more specific, how far does this affect the modern economy? How is this scenario really viewed, both by those who are already used to it and by those who still know nothing about what is yet to come?
I know, these are complex questions... But I wrote them only to enrich this text.
My idea to write this text came after I read a news article about the death of no less than 11.6 million cryptocurrencies (worldwide) throughout the year 2025. All the more detailed data was released through a CoinGecko report, but the main point here is to focus on this effervescence that fueled, still fuels, and will probably continue to fuel a market for the manufacture of the uselessly famous memecoins (or shitcoins, if you prefer). A product that originates from a joke, and which has no value whatsoever, but which unfortunately ends up reflecting the interests of a large part of society that has a frivolous mentality.
Projects like Tron and Solana can easily be used as veritable manufacturing machines for these products, and since the aspect of these cryptocurrencies is very effusive (because it spreads easily, especially in certain types of media), but without any substance beyond pure speculation of minimal values, it is very easy to make this self-destructive market grow in a disorderly way. Once this circulates within the market, more people (almost always without any knowledge of the subject) end up buying into the idea, and when it is already widespread, reversing (or even controlling) what comes next becomes a corrosive problem.
When frustration sets in (i.e., cryptocurrencies that promised "astronomical" returns through advertising that is almost always too alarmist or populist to be considered truthful by those who pay more attention to details beyond the numbers), the losses end up leaving a trail of regret, and this ultimately harms projects that are actually being developed to form the basis of what will be the new global economy. Year after year, the number of useless cryptocurrencies that end up "disappearing from the map" increases, and this serves as a warning signal within the community itself. However, how can this scenario be prevented?
I think nobody has that answer yet, at least not definitively. Until then, what each person should do, within their own possibilities, is always seek to be equipped with useful information about the most useful projects that can truly bring them something positive. This makes me think about the power of HIVE and the strength of a project that year after year is growing and becoming increasingly refined. Even if we are not performing at our best, in a comparative scenario, we are true winners. Despite the ups and downs, the Hive ecosystem remains standing, winning one battle after another. Every day.
Un rastro de pérdidas en el camino.
Todos los que ya formamos parte de este inmenso universo de la criptoeconomía sabemos que la tecnología blockchain y las criptomonedas tienen un potencial exponencial increíble. Desconocemos sus límites, y cada día aumentan las posibilidades de crecimiento, usos y aplicaciones. Sin embargo, ¿alguna vez te has preguntado hasta dónde nos puede llevar tanta diversificación? Más concretamente, ¿cómo afecta esto a la economía moderna? ¿Cómo se percibe realmente este escenario, tanto por quienes ya están familiarizados con él como por quienes aún desconocen lo que está por venir?
Sé que son preguntas complejas… Pero las planteé solo para enriquecer este texto.
La idea de escribir este texto surgió tras leer un artículo sobre la desaparición de nada menos que 11,6 millones de criptomonedas (en todo el mundo) a lo largo del año 2025. Un informe de CoinGecko publicó datos más detallados, pero lo importante aquí es centrarnos en esta efervescencia que impulsó, sigue impulsando y probablemente continuará impulsando un mercado para la fabricación de las inútiles y famosas memecoins (o shitcoins, si lo prefieres). Un producto que nace de una broma, que carece de valor alguno, pero que, lamentablemente, acaba reflejando los intereses de una gran parte de la sociedad con una mentalidad frívola.
Redes como Tron y Solana pueden utilizarse fácilmente como auténticas máquinas de fabricación para estos productos. Dado que el atractivo de estas criptomonedas es muy llamativo (porque se difunden con facilidad, sobre todo en ciertos medios), pero carecen de sustancia más allá de la mera especulación de valores mínimos, es muy fácil que este mercado autodestructivo crezca de forma desordenada. Una vez que esto circula en el mercado, más personas (casi siempre sin ningún conocimiento del tema) acaban adoptando la idea, y cuando ya está muy extendida, revertir (o incluso controlar) lo que viene después se convierte en un problema sumamente complejo.
Cuando surge la frustración (por ejemplo, con las criptomonedas que prometían ganancias “astronómicas” mediante publicidad casi siempre alarmista o populista, que resulta poco creíble para quienes prestan atención a los detalles más allá de las cifras), las pérdidas dejan un rastro de arrepentimiento, lo que perjudica a los proyectos que se están desarrollando para sentar las bases de la nueva economía global. Año tras año, aumenta el número de criptomonedas inútiles que acaban "desapareciendo del mapa", lo que constituye una señal de alerta para la propia comunidad. ¿Cómo se puede evitar este escenario?
Creo que nadie tiene aún la respuesta definitiva. Hasta entonces, lo que cada persona debería hacer, dentro de sus posibilidades, es informarse sobre los proyectos más útiles que realmente puedan aportarle algo positivo. Esto me hace reflexionar sobre el poder de HIVE y la fortaleza de un proyecto que, año tras año, crece y se perfecciona. Incluso si no estamos rindiendo al máximo, en comparación con otros, somos verdaderos vencedores. A pesar de los altibajos, el ecosistema de Hive se mantiene firme, ganando una batalla tras otra. Día tras día.
Um rastro de perdas ao longo do caminho.
Todos nós que já fazemos parte deste imensurável universo da criptoeconomia, já sabemos que a tecnologia blockchain e as criptomoedas tem um potencial estupidamente exponencial. Não sabemos quais são os limites, e todos os dias as possibilidades de crescimentos, usabilidades e aplicações aumentam cada vez mais. No entanto, alguma vez você já se perguntou até onde tanta ramificação pode nos levar? Sendo mais específico, até onde isso afeta a economia moderna? Como esse cenário é realmente visto, tanto por quem já está acostumado a ele quanto para quem ainda não sabe nada sobre o que ainda está por vir?
Eu sei, são perguntas complexas... Mas eu as escrevi apenas para enriquecer esse texto.
Minha ideia para decidir escrever texto veio depois que eu li uma notícia falando sobre a morte de nada menos do que 11.6 milhões de criptomoedas (mundialmente) ao longo de todo o ano de 2025. Todos os dados mais detalhados foram divulgados através de um relatório do CoinGecko, mas o ponto principal aqui é manter o foco sobre essa efervescência que alimentou, ainda alimenta e provavelmente vai continuar alimentando um mercado da fabricação das inutilmente famosas memecoins (ou shitcoins, como preferir). Um produto que nasce de uma piada, e que não tem valor nenhum, mas que infelizmente acaba refletindo os interesses de uma grande parte da sociedade que tem uma mentalidade fútil.
Redes como a Tron e Solana podem ser facilmente usadas como verdadeiras máquinas de fabricação desses produtos, e como o aspecto dessas criptomoedas é muito efusivo (porque se espalha facilmente, principalmente em certos tipos de veículos de comunicação), mas sem nenhuma propriedade além de uma mais pura especulação de valores mínimos, é muito simples fazer esse mercado autodestrutivo crescer de uma maneira desordenada. Uma vez que isso rotaciona dentro do mercado, mais pessoas (quase sempre sem conhecimento algum sobre o tema) acabam comprando a ideia, e quando ela já disseminada, retroceder (ou até mesmo controlar) o que vem a seguir se torna um problema corrosivo.
Quando a frustração acontece (ou seja, as criptomoedas que prometiam rendimentos “astronômicos” através de uma propaganda que quase sempre é alarmista ou populista demais para ser encarada como uma verdade por aqueles que estão mais atentos aos detalhes para além dos números), as perdas acabam deixando um lastro de arrependimento, e isso acaba desfavorecendo os projetos que realmente estão sendo desenvolvidos para fundamentar à base do que será a nova economia mundial. Ano após ano, o número de criptomoedas inúteis que acabam “sumindo do mapa” aumenta, e isso corrobora para emitir um sinal de alerta dentro da própria comunidade. No entanto, como impedir esse cenário?
Eu penso que ninguém tem ainda essa resposta, ao menos não em definitivo. Até lá, o que cada pessoa deveria fazer, dentro das suas próprias possibilidades, é sempre procurar estar munido de informações úteis sobre os projetos mais úteis e que realmente podem lhes trazer alguma coisa realmente positiva. Isso me faz pensar sobre o poder da HIVE e a força de um projeto que ano após ano está crescendo e sendo cada vez mais aperfeiçoado. Ainda que não estejamos desempenhando à nossa melhor performance, diante de um cenário comparativo, nós somos verdadeiros vencedores. Apesar dos altos e baixos, o ecossistema da Hive se mantém de pé, vencendo uma batalha após a outra. Todos os dias.