This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
No one needs to be a very frequent beer consumer (or even consume it) to notice how much this market has changed over the years. Just enter any store and observe an ever-increasing diversity of options that are available to be sold and, consequently, bought around the world. Societies change over time, and when their needs also change, it is necessary to find ways to adapt (otherwise, companies become cards out of the deck in the blink of an eye).
That's exactly what the beer market is doing. Keeping an eye on the latest trends, manufacturers tend to delve into new chemical adventures to produce increasingly different beers. Therefore, it is quite common to find beers that are no longer what they used to be. For example: non-alcoholic beers, fruit-based beers, and even the "protein-enriched" class. All these changes are aimed at meeting the needs of a new group of customers who may be very demanding.
Some believe that, after so many changes, beers (in their purest essence) are losing their natural flavor. The traditionally bitter taste is giving way to lighter, sweeter, and even buttery versions. The rule of the moment seems to be: the more different, the better. This seems to guarantee the growing interest of consumers, across their different social strata and age groups. The peculiarity of a new idea becomes a "key element" in this field. There's no denying it.
Probably, older consumers are the ones who "suffer" the most from all these changes. Although there is still a captive place for the production of older beers, it is undeniable (for them) that they are frustrated with what craft productions usually do. Basically, it's like "disrespecting" a centuries-old standard, to the detriment of what needs to be accepted in modern society. However, whenever the world changes, its interests change with it along the whole way.
¿Sigues pensando que bebes cerveza de verdad?
No hace falta ser un consumidor habitual de cerveza (ni siquiera consumirla) para darse cuenta de cuánto ha cambiado este mercado a lo largo de los años. Basta con entrar en cualquier tienda para observar la creciente diversidad de opciones disponibles en todo el mundo. Las sociedades cambian con el tiempo, y cuando sus necesidades también cambian, es necesario adaptarse (las empresas se convierten en cartas sacadas de la baraja en un abrir y cerrar de ojos).
Eso es precisamente lo que está haciendo el mercado cervecero. Atentos a las últimas tendencias, los fabricantes tienden a explorar nuevas fórmulas químicas para producir cervezas cada vez más diferentes. Por lo tanto, es bastante común encontrar cervezas que ya no son lo que eran. Por ejemplo: cervezas sin alcohol, cervezas con sabor a frutas e incluso las cervezas “enriquecidas com proteínas”. Todos estos cambios están dirigidos a satisfacer las necesidades de un nuevo grupo de clientes que pueden ser muy exigentes.
Algunos creen que, tras tantos cambios, las cervezas (en su esencia más pura) están perdiendo su sabor natural. El sabor tradicionalmente amargo está dando paso a versiones más ligeras, dulces e incluso mantecosas. La regla del momento parece ser: cuanto más diferente, mejor. Esto parece garantizar el creciente interés de los consumidores, de todos los estratos sociales y grupos de edad. La singularidad de una nueva idea se convierte en un “elemento clave” en este campo. No se puede negar.
Probablemente, los consumidores mayores son los que más “sufren” con todos estos cambios. Si bien aún existe un nicho de mercado para la producción de cervezas tradicionales, es innegable que se sienten frustrados con lo que suelen ofrecer las cervecerías artesanales. Básicamente, es como “faltar al respeto” a una tradición centenaria, en detrimento de lo que debe aceptarse en la sociedad moderna. Sin embargo, cuando el mundo cambia, sus intereses cambian con él a lo largo del todo el camino.
Você ainda acha que bebe cerveja de verdade?
Ninguém precisa ser um consumidor bem assíduo de cerveja (ou sequer consumi-la) para notar o quanto esse mercado vem mudando ao longo dos anos. Basta apenas entrar em alguma loja e observar uma diversidade cada vez maior das opções que estão disponíveis para serem comercializadas e, consequentemente compradas mundo à fora. Sociedades mudam ao longo do tempo, e quando suas necessidades também mudam, é preciso encontrar maneiras de se adaptar (caso contrário, as empresas se tornam cartas fora do baralho muito facilmente).
Isso é exatamente o que o mercado cervejeiro está fazendo. De olho nas tendências mais atuais, os fabricantes tendem a mergulhar em novas aventuras químicas para produzir cervejas cada vez mais diferentes. Sendo assim, é bem comum encontrar cervejas que já não são mais como antes. Por exemplo: cervejas sem-álcool, à base de frutas e até mesmo a classe considerada “proteinada”. Todas essas mudanças pensando em atender a um novo grupo de clientes talvez muito exigentes.
Há quem acredite que, depois de tantas mudanças, as cervejas (na sua essência mais pura) estão perdendo o seu sabor natural. O gosto tradicionalmente amargo já vem dando espaço as versões mais leves, açucaradas e até amanteigadas. A regra da vez parece ser: quanto mais diferente, melhor. Isso parece garantir o crescente interesse dos consumidores, em suas mais diferentes camadas sociais e faixas etárias. A peculiaridade de uma nova ideia se torna “elemento chave” neste campo. Não há como negar.
Provavelmente, os consumidores mais velhos devem ser aqueles mais “sofrem” com todas essas mudanças. Apesar de ainda haver lugar cativo para a produção das cervejas mais antigas, é inegável (para eles) não se frustrar com o que as produções artesanais costumam fazer. Basicamente, é como “desrespeitar” um padrão secular, em detrimento do que precisa ser aceito na sociedade moderna. No entanto, sempre que o mundo muda, mudam com ele os seus interesses pelo caminho inteiro.