This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
In essence, we humans are naturally complex creatures. At the same time, we are creatures with incredible resilience and behavioral changes. It all depends on our own point of view on things, and how we will act from there. This perspective on right and wrong defines us, and separates us, creating the good and the bad that lives within us. Light and darkness cohabit, but they are never always the same.
This reminds me of the famous tale of the two wolves. There is a good wolf and a bad wolf that lives with us. Only what we nurture (through everything we think, say or do) will grow and define us. While all this is happening, we are walking along a journey that we don't know when it will end, so we shouldn't worry about the final destination, but rather about everything that happens while we are traveling these paths.
There is no doubt that we can all be incredible creatures (intellectually speaking, we do wonders in countless sectors). We can also be considered an extremely efficient and complex machine (our own body defines this). We live between different cultures, but even so, we are equal (in some way) because we share many physical, psychological and behavioral characteristics that end up grouping us together.
In some very specific moments, when some good or bad event happens (be it simple or something more complex) involving humans as protagonists, I wonder if we failed or succeeded as a race and it doesn't take long until I have an answer: yes, we we got it right. It may seem a bit cliché to say this, but good always prevails over evil and here I return to the tale of the two wolves... So, we must feed the good in us.
I know it's revolting when some catastrophe (especially on a global scale) caused by humans happens, but looking at the other side of the same coin, there are other humans swimming against this tide and working to have a positive impact on the entire race. If evil thinks it is running, good is flying. The speed scales are very different and I believe that the good wolf always wins the race, even if the bad wolf makes it seem different.
Divergences along this entire path will always exist. Within the same group (whether good or bad), unanimity will never prevail, but somehow we will always agree (or disagree) on points of reach that are important to us. In some instance, good and evil coexist so that things can have the opportunity to evolve, whether in relation to the universe, or to ourselves. We depend on dualities to exist.
Vale la pena ser humano a pesar de todo.
En esencia, los humanos somos criaturas naturalmente complejas. Al mismo tiempo, somos criaturas con una resiliencia y cambios de comportamiento increíbles. Todo depende de nuestro propio punto de vista sobre las cosas y de cómo actuaremos a partir de ahí. Esta perspectiva sobre el bien y el mal nos define y nos separa, creando el bien y el mal que vive dentro de nosotros. La luz y la oscuridad cohabitan, pero nunca son siempre iguales.
Esto me recuerda el famoso cuento de los dos lobos. Hay un lobo bueno y un lobo malo que vive con nosotros. Sólo lo que nutrimos (a través de todo lo que pensamos, decimos o hacemos) crecerá y nos definirá. Mientras todo esto sucede, caminamos por un viaje que no sabemos cuándo terminará, por lo que no debemos preocuparnos por el destino final, sino por todo lo que sucede mientras recorremos estos caminos.
No hay duda de que todos podemos ser criaturas increíbles (intelectualmente hablando, hacemos maravillas en infinidad de sectores). También podemos ser considerados una máquina extremadamente eficiente y compleja (nuestro propio cuerpo lo define). Vivimos entre diferentes culturas, pero aun así somos iguales (de alguna manera) porque compartimos muchas características físicas, psicológicas y de comportamiento que terminan por agruparnos.
En algunos momentos muy puntuales, cuando ocurre algún evento bueno o malo (sea simple o algo más complejo) que involucra a los humanos como protagonistas, me pregunto si fracasamos o triunfamos como raza y no pasa mucho tiempo hasta que tengo una respuesta: Sí, lo hicimos bien. Puede parecer un poco cliché decir esto, pero el bien siempre prevalece sobre el mal y aquí vuelvo al cuento de los dos lobos... Entonces, debemos alimentar el bien que hay en nosotros.
Sé que es repugnante cuando ocurre alguna catástrofe (especialmente a escala global) causada por humanos, pero mirando el otro lado de la misma moneda, hay otros humanos nadando contra esta corriente y trabajando para tener un impacto positivo en toda la raza. Si el mal piensa que corre, el bien vuela. Las escalas de velocidad son muy diferentes y creo que el lobo bueno siempre gana la carrera, aunque el lobo malo haga que parezca diferente.
Siempre existirán divergencias en todo este camino. Dentro de un mismo grupo (sea bueno o malo), la unanimidad nunca prevalecerá, pero de alguna manera siempre estaremos de acuerdo (o en desacuerdo) en puntos de alcance que son importantes para nosotros. En algún caso, el bien y el mal coexisten para que las cosas puedan tener la oportunidad de evolucionar, ya sea en relación con el universo o con nosotros mismos. Dependemos de las dualidades para existir.
Vale à pena ser humano apesar de tudo.
Em essência, nós, os seres humanos, somos criaturas naturalmente complexas. Ao mesmo tempo, somos criaturas com uma capacidade de resiliência e mudanças comportamentais incríveis. Tudo depende do nosso próprio ponto de vista sobre as coisas, e como nós iremos agir a partir daí. Essa perspectiva sobre o certo e o errado nos define, e nos separa, criando o lado bom e o lado ruim que habita dentro de nós. A luz e a escuridão coabitam, mas nunca são sempre iguais.
Isso me faz lembrar o famoso conto dos dois lobos. Há um lobo bom e um lobo ruim que vive conosco. Apenas aquele que nós alimentarmos (através de tudo o que pensamos, falamos ou fazemos) irá crescer e nos definir. Enquanto tudo isso acontece, nós vamos caminhando por uma jornada que nós não sabemos quando acaba, então não devemos nos preocupar com o destino final, mas sim com tudo o que acontece enquanto nós estamos percorrendo esses caminhos.
Não há dúvidas de que todos nós podemos ser criaturas incríveis (intelectualmente falando, fazemos maravilhas em incontáveis setores). Também podemos ser considerados como uma máquina extremamente eficiente e complexa (o nosso próprio corpo define isso). Vivemos entre diferentes culturas, mas mesmo assim, somos iguais (de alguma forma) porque compartilhamos de muitas características físicas, psicológicas e comportamentais que acabam nos agrupando.
Em alguns momentos bastante específicos, quando acontece algum evento bom ou ruim (seja ele simples ou algo mais complexo) envolvendo humanos como protagonistas, eu me pergunto se nós falhamos ou acertamos enquanto raça e não demora muito até eu ter uma resposta: sim, nós acertamos. Pode parecer meio clichê falar isso, mas o bem sempre se sobrepõe sobre o mal e aqui eu volto ao conto dos dois lobos... Então, devemos alimentar o que há de bom em nós.
Eu sei que é revoltante quando acontece alguma catástrofe (em especial, de escala mundial) provocada por humanos, mas olhando pelo outro lado da mesma moeda, há outros humanos nadando contra essa maré e trabalhando para ter um impacto positivo sobre toda à raça. Se o mal acha que está correndo, o bem está voando. As escalas de velocidade são muito diferentes e eu acredito que o lobo bom sempre vence a corrida, ainda que o lobo mal faça parecer diferente.
Divergências ao longo de todo esse caminho sempre irão existir. Dentro de um mesmo grupo (seja ele bom ou ruim), a unanimidade nunca irá prevalecer, mas de alguma maneira iremos sempre concordar (ou discordar) sobre pontos de alcance que são importantes para nós. Em alguma instância, o bem e o mal coexistem para que as coisas possam ter a oportunidade de evoluir, seja em relação ao universo, ou a nós mesmos. Nós dependemos das dualidades para existir.