This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
Never before in human history (at least according to historical records) have we experienced a behavioral pattern where the excessive pursuit of validation has become a virus impossible to spread (or even properly contain). After the advent and popularization of the internet, we entered a bubble that invites us to create a strong emotional dependence, capable of validating our every move (if we allow it). To what extent can this situation of interdependence be branched out?
This validation is commonly sought by those who feel displaced in the world. Basically, as if they don't have a physical presence in any space if there hasn't been some kind of association with a group. Pursuing a specificity to be seen, to be chosen, to be welcomed and perhaps... To be loved and respected within a context that for many people still seems like a distant dream or even a utopian phase. Do new times and new ways of feeling emotionally accepted signify new ways of doing things?
Psychologically speaking, this is a problem that should be treated as a public health concern. Especially because we are dealing with the field of emotions, which end up reflecting directly in the field of actions. The whole spiral requires extra attention from psychologists, psychiatrists and occupational therapists... Who not only need to identify, but also treat (together with the patients themselves) this distressing and suffocating search for a place in the sun.
Whether on a personal or professional level, it's important to understand that this search for validation doesn't have to happen. In fact, it should never exist. Each person's value lies in who they are, what they do, what they represent, and what they can offer best (individually and collectively). This judgment shouldn't come from anyone, because no one has the proper authority to judge anything. We are all equal... Even though we, at the same time, are totally different.
It's almost never "too late" to understand that you are self-sufficient, because you know what you need to do to get where you want to be. The problem starts when you "delegate" this function to the direction of your life, thus giving up the freedom to go where you want and achieve what you desire. In the midst of all this... The most important thing: to do all this without giving up your own identity, the soul that orbits around you and emanates your own authentic energy.
Elígeme. Escógeme. Dime que valgo la pena.
Nunca antes en la historia de la humanidad (al menos según los registros históricos) habíamos experimentado un patrón de comportamiento en el que la búsqueda excesiva de validación se haya convertido en un virus imposible de propagar (o incluso de contener adecuadamente). Tras la llegada y popularización de internet, entramos en una burbuja que nos invita a crear una fuerte dependencia emocional, capaz de validar cada uno de nuestros actos (si así lo permitimos). ¿Hasta qué punto puede ramificarse esta situación de interdependencia?
Esta validación es comúnmente buscada por quienes se sienten desplazados en el mundo. Básicamente, como si no tuvieran presencia física en ningún espacio si no han estado asociados a algún grupo. Buscan una especificidad para ser vistos, elegidos, acogidos y, quizás, amados y respetados dentro de un contexto que para muchos aún parece un sueño lejano o incluso una utopía. ¿Los nuevos tiempos y las nuevas formas de sentirse emocionalmente aceptado implican nuevas formas de hacer las cosas?
Psicológicamente hablando, este es un problema que debería tratarse como una cuestión de salud pública. Sobre todo porque se trata del ámbito de las emociones, que terminan reflejándose directamente en el ámbito de las acciones. Toda esta espiral requiere una atención especial por parte de psicólogos, psiquiatras y terapeutas ocupacionales, quienes no solo deben identificar, sino también tratar (junto con los propios pacientes) esta angustiosa y asfixiante búsqueda de un lugar en el mundo.
Tanto a nivel personal como profesional, es importante comprender que esta búsqueda de validación es innecesaria. De hecho, nunca debería existir. El valor de cada persona reside en quién es, qué hace, qué representa y qué puede ofrecer mejor (individual y colectivamente). Este juicio no debería provenir de nadie, porque nadie tiene la autoridad para juzgar nada. Todos somos iguales... Aunque, al mismo tiempo, seamos totalmente diferentes.
Casi nunca es “demasiado tarde” para comprender que eres autosuficiente, porque sabes lo que necesitas hacer para llegar a donde quieres estar. El problema comienza cuando “delegas” esta función en la dirección de tu vida, renunciando así a la libertad de ir a donde quieres y lograr lo que deseas. En medio de todo esto... lo más importante: hacer todo esto sin renunciar a tu propia identidad, al alma que orbita a tu alrededor y emana tu propia y autentico energía.
Me pegue. Me escolha. Diga-me que eu valho à pena.
Nunca antes na história da humanidade (ao menos de acordo com registros históricos), experimentamos uma atitude comportamental onde o excesso pela busca por validação se tornou um vírus impossível de ser disseminado (ou sequer devidamente freado). Depois do advento e da popularização da internet, entramos numa bolha que nos convida a criar uma forte dependência emocional, que tem a capacidade de validar todos os nossos passos (se assim nós permitirmos). Até onde essa situação de interdependência é capaz de ser ramificada?
Essa validação geralmente é comumente buscada por quem se sente deslocado no mundo. Basicamente, como se não tivesse uma existência de corpo presente em nenhum espaço se não houve algum tipo de associação com algum grupo. Perseguir uma especificidade para se fazer visto, se fazer escolhido, se fazer acolhido e quem sabe... Se fazer amado, e respeitado dentro um contexto que para muitas pessoas ainda parece ser um sonho distante ou até uma fase de utopia. Novos tempos significam novas formas de se sentir emocinalmente aceito?
Psicologicamente falando, esse é um problema que deveria ser tratado como uma preocupação de saúde pública. Até porque, lidamos com o campo das emoções, que acabam refletindo diretamente no campo ações. Todo o espiral requer atenção extra por parte de psicólogos, psiquiatras e terapeutas ocupacionais... Que não apenas precisam identificar, mas também tratar (juntamente com os próprios pacientes) dessa angustiante, e sufocante, busca por um lugar ao sol.
Seja no lado pessoal ou no lado profissional, é preciso entender que essa busca por validação não tem que acontecer. Na verdade, isso nunca deveria existir. O valor de cada pessoa está em que ela é, no que ela faz, no que ela representa, e no que elas podem oferecer de melhor (individualmente e coletivamente). Esse julgamento não deve vir de ninguém, até porque, ninguém tem a devida autoridade para julgar nada. Somos todos iguais... Ainda que, ao mesmo tempo, totalmente diferentes.
Quase nunca é “tarde demais” para entender que você mesmo se basta, porque você mesmo sabe o que precisa fazer para chegar até onde você quer. O problema começa quando você “delega” essa função na direção da sua vida, abrindo assim, mão da liberdade de ir para você quer e conquistar o que você deseja. No meio disso tudo... O mais importante: fazer tudo isso sem abrir mão da sua própria identidade, da alma que orbita ao ser redor e emana à sua própria e autêntica energia.