This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
Historically speaking, even though nowadays we have more tools (many of them very sophisticated) to unravel some mysteries of the past, there are still questions that remain without a definitive answer due to the complexity of their very nature. One of these mysteries revolves around what the first civilization the world ever had was and despite good theories and few “certainties”, the fact is that nothing is scientifically proven (and considering the challenge, it is possible that this answer will never be discovered in no time yet to come).
Anyway, when we think about civilizations, we can say that there is a “cultural transfer”, which has been modified over time and through the sharing of concepts, ideas and thoughts, everything has been “harmoniously” fitted together to create different characteristics of each nation. This “mutualist” relationship was essential for there to be a diversification of perspectives that would be established in a not-too-distant future, because otherwise, there would not be this wealth of aspects that, despite differentiating civilizations, also bring them together.
Since the beginning of time, human beings have been sociable creatures, and what we are today is a reflection of everything that has happened in the past (however ancient it may be). The most interesting thing in this context is to understand how we have physical, behavioral and psychological characteristics of populations that lived so many years before us. Although there are obvious differences, we can say that we are the most current product of a creation “shaped” in the past. Drawing a “timeline” is unlikely, but imagining it is something very interesting due to its historical essence.
There is an exchange of experiences and points of view between each civilization, as well as their characteristics, which showed the world their unique identities in certain aspects, in its most different layers. The fact is that we are the constructed and improved versions (or not... considering the psychology of human evolution in modern times) of a global mixture. I think that each civilization ended up contributing strongly in this aspect by leaving their marks on different societies, and with the advancement of time, they were incorporated into new contexts.
El “mutualismo conductual” de los seres humanos.
Históricamente hablando, si bien hoy en día contamos con más herramientas (muchas de ellas muy sofisticadas) para desentrañar algunos misterios del pasado, todavía hay preguntas que permanecen sin respuesta definitiva debido a la complejidad de su propia naturaleza. Uno de estos misterios gira en torno a cuál fue la primera civilización que tuvo el mundo y a pesar de buenas teorías y pocas “certezas”, lo cierto es que nada está comprobado científicamente (y considerando el desafío, es posible que esta respuesta nunca se descubra en aún no hay tiempo para venir).
De todos modos, cuando pensamos en civilizaciones, podemos decir que hay una “transferencia cultural”, que se ha ido modificando con el tiempo y a través del intercambio de conceptos, ideas y pensamientos, todo se ha ido encajando “armoniosamente” para crear diferentes características de cada nación. Esta relación “mutualista” era fundamental para que hubiera una diversificación de perspectivas que se establecería en un futuro no muy lejano, porque de lo contrario no existiría esa riqueza de aspectos que, a pesar de diferenciar civilizaciones, también las acercan.
Desde el principio de los tiempos, los seres humanos hemos sido criaturas sociables, y lo que somos hoy es un reflejo de todo lo que ha sucedido en el pasado (por muy antiguo que sea). Lo más interesante en este contexto es comprender cómo tenemos características físicas, conductuales y psicológicas de poblaciones que vivieron tantos años antes que nosotros. Aunque existen diferencias evidentes, podemos decir que somos el producto más actual de una creación “modelada” en el pasado. Trazar una “línea de tiempo” es poco probable, pero imaginarla es algo muy interesante por su esencia histórica.
Hay un intercambio de experiencias y puntos de vista entre cada civilización, así como sus características, que mostraron al mundo sus identidades únicas en ciertos aspectos, en sus más diferentes capas. El hecho es que somos versiones construidas y mejoradas (o no... considerando la psicología de la evolución humana en los tiempos modernos) de una mezcla global. Creo que cada civilización acabó aportando fuertemente en este aspecto dejando sus huellas en diferentes sociedades, y con el avance del tiempo se fueron incorporando a nuevos contextos.
O “mutualismo comportamental” dos seres humanos.
Historicamente falando, por mais que nos dias atuais nós tenhamos mais ferramentas (muitas delas bem sofisticadas) para desvendar alguns mistérios do passado, ainda existem perguntas que continuam sem uma resposta definitiva pela complexidade da sua própria natureza. Um desses mistérios giram em torno de qual teria sido à primeira civilização que o mundo já teve e apesar de boas teorias e poucas “certezas”, o fato é que nada está cientificamente comprovado (e considerando o desafio, é possível que essa resposta nunca seja descoberta em nenhuma época que ainda chegará).
De qualquer maneira, quando pensamos sobre as civilizações, podemos dizer que existe uma “transferência cultural”, que foi sendo modificada ao longo do tempo e através do compartilhamento de conceitos, ideias e pensamentos, tudo foi sendo “harmonicamente” encaixado para criar as diferentes características de cada nação. Esta relação “mutualista” foi essencial para haver uma diversificação de perspectivas que seriam estabelecidas em um futuro não muito distante, porque caso contrário, não haveria essa riqueza de aspectos que apesar diferenciar as civilizações, também as juntam.
Desde o início dos tempos, seres humanos são criaturas sociáveis, e o que somos atualmente é um reflexo de tudo que já aconteceu no passado (por mais antigo que ele seja). O mais interessante nesse contexto é perceber como nós temos características físicas, comportamentais e psicológicas de populações que viveram há tantos anos antes de nós. Apesar de haver diferenciações óbvias, podemos dizer que somos o produto mais atual de uma criação “moldada” no passado. Traçar uma “linha temporal” é algo improvável, mas imaginar isso é algo muito interessante pela sua essência histórica.
Há uma troca de experiências e pontos de vistas entre cada civilização, assim como suas características, que mostravam ao mundo suas identidades únicas em determinados aspectos, nas suas mais diferentes camadas. O fato é que somos as versões construídas e aprimoradas (ou não... considerando à psicologia da evolução humana nos tempos modernos) de uma mistura global. Eu penso que cada civilização acabou contribuindo fortemente nesse aspecto ao deixarem suas marcas cravas em sociedades distintas, e com o avanço do tempo, elas foram incorporadas dentro de novos contextos.