This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
Today, March 20th, is World Happiness Day. I already knew about this "event," but I only remembered it after watching a report on a local news program. Then I felt the urge to write this text, a simple thought, but with a very profound one to be discussed: ”Are you happy?” - This was the question that guided my mind to this post, because until then, these words had not been previously planned (nor were they going to be published).
Anyway, thinking a little "coldly" about this subject, I would like to share my point of view on it here, and yes... Perhaps it is a more "pessimistic" thought for people who are naturally "optimistic". Basically, I don't think we are happy people, I just think we have moments where happiness is very present in our lives. Throughout our journey, we "stack" these moments.
Therefore, it is as if the happiness of each of us reflects a collection of good moments. We all have the privilege of remembering the vast majority of them (because depending on any specific event that happened... there may be functional memories of them, for different reasons), and when we do this, we remember how happy we were. Moreover, all this can be used as "fuel" so that we want more and more of it.
There is also the historical (and traditional) debate about money not bringing true happiness... So, I wonder what this famous happiness is. Money only changes "form," but it always remains necessary for us to obtain the vast majority of goods and services needed for daily challenges. Never forgetting that happiness can also manifest itself in small and simple acts, which in fact can turn out to be something gigantic.
Finally, I think that being happy is not about a race in search of some prize when we cross a "finish line". It is precisely about understanding that this is a state of mind, which always changes according to the good things that happen along our path. Everything around us can influence this immersion of concepts, ideas, and thoughts, but the final word on what we absorb is always ours. The "energy" is pure happiness.
El momento de la verdad.
Hoy, 20 de marzo, es el Día Mundial de la Felicidad. Ya sabía de este evento, pero lo recordé después de ver un reportaje en un noticiero local. Entonces sentí la necesidad de escribir este texto, una idea sencilla, pero con una profunda reflexión: ”¿Eres feliz?” - Esta fue la pregunta que me impulsó a escribir esta entrada, ya que hasta entonces, estas palabras no estaban planeadas (ni pensaba publicarlas).
En fin, reflexionando un poco con objetividad sobre este tema, me gustaría compartir mi punto de vista. Y sí... Quizás sea una idea un tanto “pessimista” para quienes son naturalmente “optimistas”. Básicamente, no creo que seamos personas felices; simplemente creo que tenemos momentos en los que la felicidad está muy presente en nuestras vidas. A lo largo de nuestro camino, acumulamos estos momentos.
Por lo tanto, es como si la felicidad de cada uno de nosotros reflejara una colección de buenos momentos. Todos tenemos el privilegio de recordar la gran mayoría de ellos (porque, dependiendo de cada evento específico, puede haber recuerdos funcionales, por diferentes razones), y al hacerlo, recordamos lo felices que fuimos. Además, todo esto puede servirnos de motivación para desear cada vez más felicidad.
También existe el debate histórico (y tradicional) sobre si el dinero trae la verdadera felicidad... Así que me pregunto qué es esa famosa felicidad. El dinero solo cambia de "forma", pero siempre sigue siendo necesario para obtener la gran mayoría de los bienes y servicios que necesitamos para afrontar los retos diarios. Sin olvidar que la felicidad también puede manifestarse en pequeños y sencillos actos, que de hecho pueden convertirse en algo gigantesco.
Finalmente, creo que ser feliz no se trata de una carrera en busca de un premio al cruzar una "meta". Se trata precisamente de comprender que es un estado mental que cambia constantemente según las cosas buenas que nos suceden en el camino. Todo a nuestro alrededor puede influir en esta inmersión de conceptos, ideas y pensamientos, pero la última palabra sobre lo que absorbemos siempre es nuestra. La "energía" es pura felicidad.
O momento da verdade.
Hoje, dia 20 de março, é comemorado o Dia Mundial da Felicidade. Eu já tinha conhecimento sobre esse “evento”, mas só lembrei do mesmo após assistir a uma reportagem, em um telejornal local. Então me veio a vontade de escrever esse texto, de pensamento simples, mas com um muito profundo a ser discutido: ”Você é feliz?” - Essa foi a pergunta que guiou a minha mente até este post, porque até então, essas palavras não haviam sido previamente planejadas (nem seria publicadas).
De todo modo, pensando um pouco “friamente” sobre esse assunto, eu gostaria de compartilhar aqui o meu ponto de vista sobre o mesmo, e sim... Talvez ele seja um pensamento mais “pessimista” para as pessoas que são naturalmente “otimistas”. Basicamente, eu não acho que nós sejamos pessoas felizes, eu apenas acho que temos momentos onde a felicidade se faz bem presente em nossas vidas. Ao longo da nossa jornada, nós vamos “empilhando” esses momentos.
Sendo assim, é como se a felicidade de cada um de nós refletisse uma coleção de bons momentos. Todos nós temos o privilégio de relembrar da grande maioria deles (porque a depender de qualquer algum evento específico aconteceu... não hajam memórias funcionais sobre os mesmos, por diferentes razões), e ao fazermos isso, nos lembramos de como nós fomos felizes. Aliás, isso tudo pode ser usado como um “combustível” para que nós queiramos cada vez mais disso.
Há também o histórico (e tradicional) debate sobre o dinheiro não trazer a real felicidade... Então, daí eu me pergunto então o que seria essa tal famosa felicidade. O dinheiro apenas muda de “forma”, mas sempre segue sendo necessário para que consigamos a grande maioria de bens e serviços necessários para os desafios diários. Nunca esquecendo que a felicidade também pode se manifestar em atos pequenos e simples, que na verdade, pode se revelar algo gigantesco.
Por fim, eu acho que ser feliz não se trata sobre uma corrida em busca de algum prêmio ao atravessarmos uma “linha de chegada”. Se trata precisamente sobre entender que isso é um estado de espírito, que sempre muda de acordo com o que acontece de bom ao longo do nosso caminho. Tudo ao nosso redor pode influenciar nessa imersão de conceitos, ideias e pensamentos, mas a palavra final sobre o que nós absorvemos é sempre nossa. A “energia” é a pura felicidade.