This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
Among the numerous challenges in the world of entrepreneurship, I believe that one of the most complicated steps for entrepreneurs is setting a price (preferably a fair one, obviously) for their own service or product. Mathematically speaking, the calculations exist, and they are made according to some very specific points (involving raw materials and transportation, just to mention a few examples), varying from person to person in relation to what they can deliver with skill to their clients, within the segment in which they have chosen to venture. However, we are definitely not just talking about numbers.
In theory, the pricing numbers for a service or product are commonly defined according to the distinct aspects that are inherent to them. However, in the real world (that is, in day-to-day practice), these numbers end up not being supported by the purchase demand imposed by customers. No, this is not a rule, but when meticulously calculated prices do not meet the expectations of others... It is necessary to recalculate the route in the sea of pricing; Ultimately, without customers willing to pay for a service or product, there's no way to generate cash flow. This is a obvious thought, although it's often underestimated.
Even the most daring entrepreneurs (that is, those with more money to play this game of imposition) often have difficulties in the pricing phase because they need to know how the public will react to what they will have to pay to access. The exact numbers of the calculations will always be available, but I think it is the end customer who really dictates the rules of the game, because it is the money in the other person's pocket that will "jump" into each company's cash register. Without a "reconciliation" of ideas, numbers can become a headache that needs to be dealt with frequently (more than usual, at least).
All this made me think about how different theory is from practice, because in the real world, personal connections weigh much more than mathematical calculations within this context of entrepreneurship. Numbers matter (at a "frightening" level), because they translate into profits and are the basis of capitalism; on the other hand, the good old relationship involving emotional articulations combined with traditional common sense is a combination that never goes out of style, and that is still as relevant as it was decades ago. Entrepreneurs and customers need to maintain stable relationships at all times.
El mito de la fijación de precios perfecta.
Entre los numerosos desafíos del mundo del emprendimiento, considero que uno de los pasos más complejos para los emprendedores es fijar un precio (preferiblemente justo, por supuesto) para su servicio o producto. Matemáticamente hablando, los cálculos existen y se realizan en función de puntos muy específicos (como materias primas y transporte, por mencionar algunos ejemplos), que varían de una persona a otra según la calidad del servicio que pueden ofrecer a sus clientes, dentro del segmento en el que han decidido incursionar. Sin embargo, no estamos hablando solo de números.
En teoría, los precios de un servicio o producto se definen comúnmente según sus características intrínsecas. Sin embargo, en la práctica, estos precios no siempre se corresponden con la demanda de los clientes. No, no es una regla, pero cuando los precios calculados meticulosamente no satisfacen las expectativas de los demás, es necesario replantear la estrategia de precios. En definitiva, sin clientes dispuestos a pagar por un servicio o producto, es imposible generar flujo de caja. Es una idea muy obvia, aunque a menudo se subestima.
Incluso los emprendedores más audaces (es decir, aquellos con más capital para participar en este juego de imposición) suelen tener dificultades en la fase de fijación de precios, ya que necesitan saber cómo reaccionará el público ante el precio de acceso. Si bien las cifras exactas de los cálculos siempre estarán disponibles, creo que es el cliente final quien realmente dicta las reglas del juego, porque es el dinero en el bolsillo del otro el que "saltará" a la caja registradora de cada empresa. Sin una "conciliación" de ideas, los números pueden convertirse en un dolor de cabeza que requiere atención frecuente (más de lo habitual).
Todo esto me hizo reflexionar sobre la gran diferencia entre la teoría y la práctica, porque en el mundo real, las conexiones personales pesan mucho más que los cálculos matemáticos en el contexto del emprendimiento. Los números importan (a un nivel "inquietante"), porque se traducen en ganancias y son la base del capitalismo; por otro lado, la buena y vieja relación que combina la expresión emocional con el sentido común tradicional es una combinación que nunca pasa de moda y que sigue siendo tan relevante como hace décadas. Emprendedores y clientes necesitan mantener relaciones estables en todo momento.
O mito da precificação perfeita.
Dentre os inúmeros desafios no mundo do empreendedorismo, eu penso que uma das etapas mais complicadas para os empreendedores seja colocar um preço (preferencialmente justo, obviamente) no seu próprio serviço ou produto. Matematicamente falando os cálculos existem, e são feitos de acordo com alguns pontos bem específicos (envolvendo matéria-prima e deslocamento, apenas para mencionar alguns exemplos), variando de pessoa para pessoa em relação ao que elas podem entregar com aptidão aos seus clientes, dentro do segmento no qual elas optaram por empreender. Ainda sim, nós definitivamente não estamos falando apenas de números.
Em tese, os números da precificação de um serviço ou produto são comumente definidos de acordo com os aspectos distintos que são inerentes a eles. No entanto, no mundo real (ou seja, na prática do dia-a-dia), esses números acabam não sendo sustentados pela demanda de compra imposta pelos clientes. Não, isso não é uma regra, mas quando preços milimetricamente calculados não atendem as expectativas alheias... É preciso recalcular a rota no mar da precificação; afinal de contas, sem clientes dispostos a pagar por um serviço ou produto, não há como fazer o capital girar em caixa. Esse é um pensamento muito óbvio, embora subestimado.
Até mesmo para os empreendedores mais arrojados (ou seja, que tem mais dinheiro para jogar esse jogo de imposição) costumam ter suas dificuldades na fase que envolve a precificação porque é preciso saber como o público irá reagir ao que eles terão que pagar para acessar. Os números exatos dos cálculos sempre vão estar disponíveis, mas eu acho que é o cliente final quem realmente dita as regras do jogo, porque é o dinheiro que está no bolso da outra pessoa que vai “pular” no caixa de cada empresa. Sem haver “conciliação” de ideias, os números podem se tornar uma dor de cabeça que precisa ser contornada frequentemente (além do normal).
Tudo isso me fez pensar no quanto a teoria é diferente da prática, porque no mundo real, as conexões pessoais pesam muito mais do que os cálculos matemáticos dentro desse contexto de empreendedorismo. Os números importam (em um nível “assustador”), porque eles traduzem lucros e são à base do capitalismo; por outro lado, a boa e velha relação envolvendo articulações emocionais aliada ao tradicional bom senso é uma combinação que nunca sai de moda, e que ainda se mostra tão atual quanto há décadas atrás. Empreendedores e clientes precisam ter relações sempre estáveis.