This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
As human beings, we are plural creatures in our essence, and we need to find our niche so that it is possible to establish some type of socialization (not out of obligation, but out of necessity). Knowing this, I think I found my niche very early on (still in my mid-teens) when my attention was caught by the cinematic universe. There is no way to explain it in words, but from the moment I saw myself in this world, many things started to make more sense to me as a human being. Such a great achievement!
I think that many things, no matter how much you try to explain them through words, cannot be understood when there is no unusual and mutual sharing of thoughts. In short, you need to be on the same wavelength, with aligned perspectives on a certain niche so that there is a connection, and once that happens, the sense of belonging that we seek so much (even though many of us don't admit it) reach us. From this episode onwards you feel immersed in a comfortable place, where you are always yourself.
However, this does not mean that you need to be part of that particular group forever. Throughout your life, your thoughts, ideas, concepts and desires can change, and it is natural that our interests also change, seeking other vibrations that make us believe that we belong to another group. The collective feeling unites people (this is the best part of being a member of a group), even if they have not been part of the same community for their entire lives. If there is an immersion within this “dome”, what is true will always be there.
Just like everything in life, there is a good side and a bad side to being part of a community, you need to focus only on what really matters. I'm already part of several film communities. In some of them I am much more frequent than others, but I am always looking to interact with those who really add something good to me (and at the same time I do this for other people). This feeling is great, because it is never forced (as if it were mandatory) and always comes naturally. Expressing yourself to everyone who clearly understands you is excellent.
El sentido de pertinência (eres quien eres).
Como seres humanos, somos criaturas plurales en nuestra esencia, y necesitamos encontrar nuestro nicho para que sea posible establecer algún tipo de socialización (no por obligación, sino por necesidad). Sabiendo esto, creo que encontré mi nicho muy temprano (todavía en mi adolescencia) cuando mi atención fue captada por el universo cinematográfico. No hay manera de explicarlo con palabras, pero desde el momento en que me vi en este mundo, muchas cosas empezaron a tener más sentido para mí como ser humano.
Creo que muchas cosas, por mucho que intentes explicarlas con palabras, no se pueden entender si no hay un intercambio mutuo e inusual de pensamientos. En definitiva, es necesario estar en la misma onda, con perspectivas alineadas sobre un determinado nicho para que haya una conexión, y una vez que eso suceda, el sentido de pertenencia que tanto buscamos (aunque muchos de nosotros no lo admitamos). es) llegar a nosotros. A partir de este episodio te sientes inmerso en un lugar confortable, donde siempre eres tú mismo.
Sin embargo, esto no significa que debas ser parte de ese grupo en particular para siempre. A lo largo de tu vida, tus pensamientos, ideas, conceptos y deseos pueden cambiar, y es natural que nuestros intereses también cambien, buscando otras vibraciones que nos hagan creer que pertenecemos a otro grupo. El sentimiento colectivo une a las personas (esta es la mejor parte de ser miembro de un grupo), incluso si no han sido parte de la misma comunidad durante toda su vida. Si hay una inmersión dentro de esta “cúpula”, lo que es verdad siempre estará ahí.
Como todo en la vida, ser parte de una comunidad tiene un lado bueno y otro malo, debes concentrarte solo en lo que realmente importa. Ya formo parte de varias comunidades cinematográficas. En algunas soy mucho más frecuente que en otras, pero siempre busco interactuar con quienes realmente me aportan algo bueno (y a la vez lo hago por otras personas). Este sentimiento es genial, porque nunca es forzado (como si fuera obligatorio) y siempre surge de forma natural. Expresarse ante todos los que te entienden claramente es excelente.
O senso de pertencimento (você é quem você é).
Enquanto seres humanos, somos criaturas plurais em nossa essência, e precisamos encontrar o nosso nicho para que seja possível estabelecer algum tipo de socialização (não por obrigação, mas por necessidade). Sabendo isso, eu penso que encontrei o meu nicho muito cedo (ainda na metade da minha adolescência) quando tive à minha atenção fisgada pelo universo cinematográfico. Não há como explicar através de palavras, mas desde o momento em que eu me vi com propriedade dentro desse mundo, muitas coisas começaram a fazer mais sentido para mim enquanto um ser humano.
Eu acho que muitas coisas, por mais que você tente explicar através das palavras, não conseguem ser compreendidas quando não há um compartilhamento incomum e mútuo de pensamentos. Em síntese, é preciso estar dentro de uma mesma sintonia, com perspectivas alinhadas sobre um determinado nicho para que haja uma conexão, e uma vez que isso acontece, o senso de pertencimento que nós tanto buscamos (ainda que muitos de nós não admitam isso) chegar até nós. A partir desse episódio você se sente imerso dentro de um lugar confortável, onde você é sempre você mesmo.
No entanto, isso não significa que você precisa fazer parte desse determinado grupo eternamente. Ao longo de toda à sua vida os seus pensamentos, ideias, conceitos e desejos podem mudar, e é natural que os nossos interesses também mudem buscando outras vibrações que nos façam acreditar que pertencemos a um outro grupo. O sentimento coletivo une pessoas (essa é melhor parte de ser um integrante de um grupo), ainda que elas não façam parte de uma mesma comunidade por toda uma vida. Se houver uma imersão dentro dessa “redoma”, o que é verdadeiro sempre estará lá.
Assim como tudo na vida, existe o lado bom e o lado ruim de fazer parte de uma comunidade, é preciso focar apenas no que realmente importa. Eu já faço parte de diversas comunidades cinematográfica. Em algumas delas eu sou muito mais assíduo do que outras, mas sempre estou procurando interagir com quem realmente me acrescenta algo de bom (e ao mesmo tempo eu faço isso por outras pessoas). Esse sentimento é ótimo, porque nunca é algo forçado (como se fosse algo obrigatório) e surge sempre naturalmente. Se expressar para todos que te entendem claramente é excelente.