This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
Given that Brazil is a country with continental geographic dimensions (and a population that - currently - already exceeds 213 million inhabitants), it is natural that we have some types of problems that other smaller countries (underdeveloped or not) are still unaware of (or have at lower percentage levels). One of the ghosts that haunts us the most is social inequality, which is still inflated by an inefficient (traditionally very corrupt) political system that favors the concentration of wealth in the hands of a small elite that "dominates" the country (which is a quite sad situation).
In any case, the capitalist system is the same for everyone when it needs to see people as human beings who actually exist. The predatory way in which this system works imposes on society the condition that the acquisition or contracting of goods and services is necessary. Since all of this always has a price, when it is necessary to talk about money, we also talk about taxes (and consequently we also talk about politics). Within this "bubble", those who do not contract services or buy products end up being segregated within society. It's the "rule" of the game.
This slice of the pie represents millions of Brazilians who are notoriously less fortunate financially. Even though there is a much lower unemployment rate than in previous years, the fixed income of these workers (those with formal employment contracts) is insufficient because it does not even meet basic daily (or monthly) needs... And in the field of informal work, everything becomes more complicated because there is a direct clash with the laws that govern the labor scenario. However, in the most devalued class of the pyramid is the class that lives on the margins of misery.
The level of invisibility becomes even greater because it is as if these people literally do not officially exist. Except when it is necessary to count on each of them for the election period, where politicians redo their campaign rituals to gather votes in exchange for empty promises. Unfortunately, I do not see a more promising future for these Brazilians. Within this scenario, it is necessary to find ways to break the system by doing what those at the top are not expecting: to break free from the chains that have been placed upon them, and to seek freedom for themselves.
Tu dinero dice cuán visible eres (todavía).
Dado que Brasil es un país con dimensiones geográficas continentales (y una población que - actualmente - supera los 213 millones de habitantes), es natural que tengamos ciertos problemas que otros países más pequeños (subdesarrollados o no) aún desconocen (o presentan en menor medida). Uno de los fantasmas que más nos atormenta es la desigualdad social, que se ve exacerbada por un sistema político ineficiente (y tradicionalmente muy corrupto) que favorece la concentración de la riqueza en manos de una pequeña élite que "domina" el país (lo cual es una situación muy triste).
En cualquier caso, el sistema capitalista es igual para todos cuando se trata de reconocer a las personas como seres humanos que existen. La naturaleza depredadora de este sistema impone a la sociedad la condición de que la adquisición o contratación de bienes y servicios es necesaria. Como todo esto siempre tiene un precio, cuando se habla de dinero, también se habla de impuestos (y, por consiguiente, también de política). Dentro de esta "burbuja", quienes no contratan servicios ni compran productos terminan marginados de la sociedad. Es la "regla" del juego.
Esta porción del pastel representa a millones de brasileños que son notoriamente menos afortunados económicamente. Si bien la tasa de desempleo es mucho menor que en años anteriores, el ingreso fijo de estos trabajadores (aquellos con contratos laborales formales) es insuficiente, ya que ni siquiera cubre las necesidades básicas diarias (o mensuales). En el ámbito del trabajo informal, la situación se complica aún más debido al conflicto directo con las leyes que rigen el sector laboral. Sin embargo, en la clase más marginada de la pirámide se encuentra la que vive al borde de la miseria.
El nivel de invisibilidad se acentúa aún más, pues es como si estas personas, literalmente, no existieran oficialmente. Excepto cuando es necesario contar con ellas durante el período electoral, donde los políticos repiten sus rituales de campaña para obtener votos a cambio de promesas vacías. Desafortunadamente, no vislumbro un futuro más prometedor para estos brasileños. En este contexto, es necesario encontrar maneras de romper el sistema haciendo lo que quienes están en la cima no esperan: liberarse de las cadenas que les han impuesto y buscar la libertad.
O seu dinheiro diz o quanto você (ainda) é visível.
Sendo o Brasil um país com dimensões geográficas continentais (e uma população que - atualmente - já ultrapassa a marca dos 213 milhões de habitantes), é natural que tenhamos alguns tipos de problemas que outros países menores (subdesenvolvidos ou não) ainda desconheçam (ou que os tenham em menores níveis percentuais). Um dos fantasmas que mais nos assombram é a desigualdade social, que ainda é inflada por um sistema político (tradicionalmente muito corrupto) ineficiente, e que favorece a concentração de riquezas nas mãos de uma pequena elite que “domina” o país (o que é uma situação muito triste).
De qualquer maneira, o sistema capitalista é igual para todos quando precisa enxergar as pessoas como seres humanos que realmente existem. O modo predatório em que esse sistema trabalha, impõe a sociedade a condição de que sejam necessárias as aquisições ou contratações de bens e serviços. Uma vez que tudo isso sempre tem um preço, quando é preciso falar sobre o dinheiro, falamos também sobre impostos (e consequentemente falamos também sobre política). Dentro dessa “bolha”, que não contrata serviços ou não compra produtos, acaba sendo segregado dentro da sociedade. É a "regra" do jogo.
Essa fatia do bolo representa milhões de brasileiros, que são notoriamente menos afortunados financeiramente. Ainda que haja um índice de desemprego bem menor do que nos anos anteriores, a renda fixa desses trabalhadores (aqueles com contratos de trabalhos formais) é defasada por não atender sequer as necessidades básicas diárias (ou mensais)... E no campo do trabalho informal, tudo se torna mais complicado porque há um embate direto com as leis que regem o cenário trabalhista. No entanto, na classe mais desvalorizada da pirâmide está a classe que vive à margem da miséria.
O nível de invisibilidade se torna ainda maior, porque é como se essas pessoas literalmente não existissem oficialmente. Exceto quando é preciso contar com cada uma delas para o período eleitoral, onde os políticos refazem os seus rituais de campanha para arrecadar voltas em trocas de promessas vazias. Infelizmente, eu não vejo um futuro mais promissor para esses brasileiros. Dentro desse cenário, é preciso encontrar meios de quebrar o sistema fazendo o que quem está no topo não está esperando: se livrar das correntes que lhes foram colocadas, e ir em busca da liberdade por si próprio.