"Seria maravilhoso poder percorrer o centro histórico do #Recife de #bicicleta e ir até #Olinda. #ChicoScience
Hoje existe alguns poucos quilometros de ciclovias na cidade numa malha totalmente desconectada e uma ciclofaixa de lazer aos domingos e feriados.
Entre as cidades irmãs Recife e Olinda não há ciclovia
No Recife a associação de ciclistas Ameciclo defende que ciclofaixas móveis do Recife virem permanentes, porém parece difícil de sair um dia do papel.
Ameciclo defende que ciclofaixas móveis do Recife virem permanentes http://jc.ne10.uol.com.br/blogs/deolhonotransito/2016/07/16/ameciclo-defende-que-ciclofaixas-moveis-do-recife-virem-permanentes/ via @jc_pe
Os ciclistas do Grande Recife, representados pela Ameciclo, estão defendendo que a Prefeitura do Recife tenha coragem e transforme em permanente as três rotas da ciclofaixa móvel de turismo e lazer, uma das marcas da gestão Geraldo Júlio que mais renderam como marketing político, criada em 2013 e financiada pelo Itaú. A transformação significaria mais 36,5 quilômetros de uma malha cicloviária conectada e que ligaria as Zonas Norte, Sul e Oeste da cidade.
É um sonho? Para a turma da bicicleta não. É tanto que a reivindicação consta da análise que a Ameciclo fez sobre a mobilidade por bicicleta na capital. Muitas das vias que hoje recebem a ciclofaixa móvel aos domingos e feriados estão indicadas no Plano Diretor Cicloviário (PDC), quase engavetado não só pelo Recife, mas também pelo Estado. As três rotas cortam 31 bairros da cidade e, embora atendam mais às áreas nobres, sem dúvida beneficiariam muitos trabalhadores que usam a bicicleta como transporte – o próprio PDC aponta que 77% dos ciclistas usam a bike para trabalhar. O problema, é claro e como sempre, é o impacto que tal medida traria para a circulação dos veículos particulares, especialmente o automóvel. Já imaginou rotas fixas de bicicleta em vias como Antônio de Góis (Sul), Rui Barbosa (Norte) ou Abdias de Carvalho (Oeste)?
A solução de transformar em permanente as ciclofaixas móveis seria uma alternativa barata à inércia do município em investir na malha cicloviária. Em três anos, Recife gastou apenas 0,25% do que investiu em melhorias viárias para o carro. No documento, os ciclistas criticam o gasto de R$ 25 milhões com os orientadores de trânsito, enquanto o número de agentes efetivos diminuiu. Alegam que os amarelinhos são úteis apenas para o tráfego de veículos, mas não punem os motoristas.
Sem multa e muito desrespeito
O resultado da redução de agentes de trânsito e da pouca ampliação da fiscalização eletrônica – apenas 1 equipamento foi adquirido de 2014 para 2015 – é a baixa notificação de motoristas por desrespeitarem os ciclistas.
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