Que me desculpem a manas feministas histéricas, vocês podem até ter razão em muitas coisas que falam, e têm todo o direito de serem e se expressarem como quiserem. Essa coisa de querer ser empoderada no social, eu super apóio. Mas admirar mesmo, eu admiro as que são poderosas e soberanas em sua própria individualidade. O que em muitos casos resultou em grandes benefícios para outras pessoas. Essas são algumas das que eu mais admiro.
1 - Dagny Taggart (personagem fictícia de Revolta de Atlas, de Ayn Rand)
Engenheira e empresária bem-sucedida, se destaca mais do que todos os homens da história. Se envolve com todos os protagonistas, inclusive em alguns momentos se relacionando com mais de um, sendo tudo sempre às claras e de forma consensual entre todos os envolvidos. Sem barracos, baixarias e lacres. Elegante, poderosa e dona de si. Sem mais.
2 - Ada Lovelace (1815-1852)
Era filha do poeta romântico Lord Byron (100% humanas), mas ela era de exatas e se voltou para a matemática. Criou o primeiro algoritmo da história da humanidade, podendo ser considerada a primeira programadora da história. Tudo isso foi em teoria pois na época não foi possível construir a máquina analítica que seu colega havia idealizado. Ela tem até uma data para homenageá-la, que é toda segunda terça-feira de outubro, conhecida como o Dia da Ada Lovelace. Absurdamente racional e inteligente, afirmava que sua religião era a ciência.
3 - Helena Petrovna Blavatsky (1831-1891)
Essa russa muito louca (qual deles não é?) passou 09 anos viajando sozinha pelo mundo (naquela época, quando não existia avião, carros ainda não eram populares e os homens dominavam os espaços sociais), buscando conhecimentos religiosos e espirituais. Escreveu obras que se tornaram clássicos do ocultismo e foi uma das fundadoras da sociedade teosófica, que existe até hoje em mais de 50 países. Na minha opinião nem tudo que ela escrevia e dizia era tão relevante, mas é incontestável sua coragem e automotivação de roletar sozinha pelos continentes naquela época, trocando ideia com iogues eremitas indianos até xamãs indígenas nas Américas. Um espírito livre muito à frente de seu tempo.
4 - Annette Obresta (1988- ______)
Poker player desde os 15 anos de idade, aos 18 anos Anette foi a campeã mais nova da história do WSOP (World Series of Poker), um dos maiores torneios mundiais de poker. Isto foi em 2007, e lhe rendeu um prêmio de 2 milhões de dólares. Não contente com o feito, essa norueguesa provou ao mundo que o poker é sim um esporte da mente (oficializado como tal em 2010 pela Federação Internacional dos Esportes da Mente -IMSA) e não um jogo de azar com muitos pensam. Como? Vencendo um torneio online (sit and go) sem ver NENHUMA das suas cartas, apenas analisando os padrões de comportamento e as decisões de seus oponentes. 'O poker é um jogo de ler pessoas' , ela disse. Isso requer uma capacidade de auto-controle (para evitar ser lido pelo oponente) e de análise muito acima da média.
5 - Letícia Bufoni (1993 - _____)
Linda, gostosa e radical. A Letícia já pegou 7 medalhas (sendo 3 de ouro) nos X-Games na categoria street. Também foi a primeira mulher a vencer a Super Crown da Street League. Outa coisa bem legal é que Letícia foi uma das skatistas pelo mundo que brigou ativamente pela inclusão do skate como esporte olímpico, e em 2020 veremos pela primeira vez esse esporte nos Jogos Olímpicos. Ela anda de skate desde criança e já tirou onda mandando umas manobras com a perna engessada e até de salto alto num corrimão! kkk. Doidinha e destemida.
E vocês, quais são as mulheres mais admiráveis na sua opinião?