Mais uma Copa do Mundo, como sempre os noticiários só falam nisso. Muitas pessoas que dizem não gostar de futebol, nessa época vira especialista no assunto. Conheço alguns que ficam quatro anos sem assistir um jogo, mas na copa assiste 100% das transmissões, independentemente do horário e seleção que esteja jogando.
Particularmente, sou muito fã de esportes, principalmente os coletivos, pois parecem serem mágicos.Infinitas variáveis podem influenciar o desempenho de uma equipe ou de uma partida. Um único jogador pode levar um time nas costas, como também afundá-lo, assim o coletivo se sobressai sobre qualquer individualidade. Um sentimento de união que pode fazer um time imbatível ou um fracasso, por isso a sinergia dos jogadores, e até os seus sentimentos pessoais influenciam.
Por exemplo, minha esposa é fã de esportes individuais onde um atleta compete contra ele mesmo, seu próprio corpo, sua mente, como no atletismo. Outro dia, conversando com um cliente triatleta, descobri que tem muitos que preferem opções individuais, mas os esportes coletivos ainda empolgam a massa.
A partir dessas observações, cheguei a uma conclusão: o Brasil é o país mais carente do mundo. A necessidade de aceitação é latente, pois existe a vontade de fazer parte de algo maior, ou seja o consciente coletivo. Apesar de termos grandes lendas em esportes individuais, os coletivos são os que dominamos.
Prova disso, é justamente o futebol, somos mestres na área. E isso se repete em todos os esportes coletivos quando caem nas graças do povo. Todas as modalidades de futebol e vôlei. No basquete ainda vivemos muitos altos e baixos. Mas, existem outros exemplos pouco populares no país em uma ascensão. É o caso do polo aquático e o handebol. Também observo outros engatinhando para se tornar competitivos em breve, como o rugby.