Eu fiz essa postagem pra reclamar dos preços absurdos que a nossa “querida” Petrobrás cobra do povo pelo “nosso” petróleo. O preço está tão absurdo que muitos negócios cuja principal despesa é de combustível estão se tornando economicamente inviáveis.
E um dos principais desses setores é o de fretes. Muitos vão passar a operar no prejuízo com o diesel nos preços que estão hoje, e terão que deixar de operar, fechar as portas.
Então era de se esperar que uma hora ou outra isso iria estourar numa greve geral. Afinal, ninguém vai ficar vendo a hora ter que trabalhar no prejuízo ou perder o seu ganha pão e ficar só assistindo como se nada tivesse ocorrido.
O problema dessa greve é que hoje em dia tudo depende de frete, inclusive o próprio transporte de combustíveis para os postos, dentre outros, como transporte de ração para a pecuária, medicamentos, alimentos, etc.
O governo se sentiu pressionado a adotar alguma medida para acalmar os ânimos e encerrar a greve. A Petrobrás então anunciou redução do preço da gasolina e diesel nas refinarias, e espera-se que esse preço chegue aos postos para o consumidor final. O governo também estuda mais reduções como zerar a cobrança da Cide, ou Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico. E eu acho engraçado ainda chamarem isso de “contribuição”.
“Me arrancam tudo à força, e depois me chamam de contribuinte”
Millô Fernandes
Mas o que me impressiona nisso tudo é como o governo brasileiro mete o bedelho dele em tudo. Controla preço de tudo, e o povo brasileiro em vez de ficar à mercê das leis do livre mercado, fica à mercê da boa vontade de governadores “bem-intencionados”, intenção essa que só se revela “boa” quando o povo esperneia, num autêntico “quem não chora não mama”.
Está na hora de nós brasileiros passarmos a acreditar mais no livre mercado e menos na honestidade desses políticos cujo único interesse é o próprio bolso. Utilizam as estatais para dilapida-las, privatizando os lucros, mas coletivizando os prejuízos e chamando o povo pra pagar a conta quando ela fica falida, como agora.

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