O certo mesmo seria zerar o imposto, ou então ser idêntico tanto para nacionais quanto importados. Isso não criaria um monopólio nacional, mas também não privilegiaria o estrangeiro.
O certo mesmo seria zerar o imposto, ou então ser idêntico tanto para nacionais quanto importados. Isso não criaria um monopólio nacional, mas também não privilegiaria o estrangeiro.
RE: Vinhos importados: Uma visão tributária