Uma reflexão sobre a crescente presença da ansiedade e depressão nos jovens de hoje, reflexo da sociedade e tecnologia.
Perdidos em si
Não sabem como é desenvolver uma habilidade a longo prazo, praticar algo para se desenvolver. Não entendem como é bom trabalhar em algo duradouro, como é viciante ter sucesso naquilo que se gosta, não sabem nem ao menos o que é pegar gosto por algo.
Caso alguém queira ajudar, dizendo pra correr atrás de uma atividade e ficar nela, ainda irão descartar essa ideia. Não aprendem a viver, mas ainda estão aqui sem saber o que fazer. Se deixassem o celular de lado, a vida as encontraria. Não é o caso. Apenas aguardam, enquanto acaba o mundo ao seu redor.
De tanta falta do que fazer elas só enxergam esse mesmo vazio que tentam preencher com o pouco que faz bem a elas. No final, choram suas pitangas, se vitimizam, como se isso só dependesse dos outros.
Desejo força a vocês, pois a vida está aí para ser vivida.
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