Ateu, agnóstico, religioso, tanto faz em qual grupo onde você se encontra. O que vou te falar é universal.
Vi um aluno de alguma escola, num grupo de Facebook, sugerindo um momento de oração. Ateus caíram matando, estado laico isso, religião forçada aquilo. Mas, sabe, é só uma oração. Orações são manifestações verbais de seus desejos.
Podem seguir os métodos de religiões específicas, mas podem apenas expressar seus anseios, organizando e focando seus esforços mentais. Não precisam de uma audiência divina, apenas da sua honestidade consigo mesmo, até em sua versão silenciosa.
As pessoas esquecem disso por estarem concentradas nas críticas destrutivas e caem na intolerância, que é justamente a intenção oposta desse ritual. A sugestão para promover a positividade no dia de aula acaba sendo revirada de ponta cabeça.
Claro que a tendência de cada um é direcionar para os próprios desejos, portanto o receio que um professor empurre os alunos para onde achar melhor é justificado, porém o tema deve ser sempre debatido com neutralidade.
Seria uma ótima ideia caso fosse bem implementada, mas a hostilidade dos envolvidos impede qualquer possibilidade de que um planejamento sério seja levado em frente. Uma pena.
Obrigado por ler!