Na enorme fila que se forma diante de Westminster, Britânicos estão esperando quase 30 horas na fila para parar por meio minuto e se ajoelhar diante do corpo da rainha. Muitos deles chorando como se fosse um familiar próximo. Provavelmente é o sentimento que se tinha diante da capacidade de liderança de uma chefe de estado de 15 Reinos espalhados por todo o planeta. De certa forma senti como se com sua morte parte de mim tivesse morrido junto, provavelmente por estar tão habituado a vê-la de forma inseparável da Grã-Bretanha.
Ao deixar a coroa com uma aprovação acima dos 80%, sendo admirada por sua capacidade de liderança até mesmo entre movimentos republicanos, colocou-se sobre seu filho e sucessor a missão de conquistar os corações e mentes do povo de todos os reinos e do restante do mundo. Isso não será fácil, diante de uma popularidade que é pouco mais da metade que sua mãe tinha. Mas acredito que dada a chance para se recuperar desse trauma de, mesmo com idade bem avançada, perder os pais em um intervalo relativamente curto o agora Rei Charles III poderá trabalhar para construir uma reputação própria. Não será a ponto de rivalizar com a de sua mãe, mas renderá apreço por parte de seus súditos, a quem ele tem o dever de proteger e liderar.
fonte: The Sun
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