Apenas acredito que no caso da jovem de 19 anos que se mutilou, quem deveria responder criminalmente também deveria ser a repórter que escreveu a matéria usando como fonte unicamente uma foto e um texto compartilhado em um grupo feminista no WhatsApp sem ter feito qualquer investigação mais aprofundada sobre o assunto.
Mas é bastante coerente esse modus operandi uma vez que os movimentos feministas defendem uma abordagem chamada "Listen and Believe", cuja tradução literal é ouça e acredite nos casos de quaisquer ataques contra mulheres.
Essa ideologia feminista chamada "Listen and Believe" se caracteriza pela oposição aos processos de investigação e direito a julgamento justo por considerar que mulheres não mentem e que seria uma forma machista de traumatizar a vítima a ideia de um interrogatório cruzado de testemunhas, bem como dar ao acusado a possibilidade de se livrar da cadeia por alguma tecnicalidade, como a polícia encontrando evidências de que o ataque nunca aconteceu.
Recentemente houveram discussões no parlamento neozelandês sobre a adoção do Listen and Believe, mas que esbarrou em uma série de impedimentos, como direito constitucional a julgamento justo, com direito a defesa e tudo mais, bem como o fato da Nova Zelândia ser signatária dos Direitos Humanos das Nações Unidas, com o Listen and Believe violando toda a parte sobre direito a julgamento justo e tudo mais.
Aguardemos os próximos capítulos.